De acordo com as regras gramaticais vigentes, analise as afirmações abaixo e verifique quais estão corretas. Para tanto, nos parênteses, marque (A) para as afirmações adequadas e (I) para as inadequadas.
( ) Na linha 02, a palavra “onde” deve obrigatoriamente ser substituída por “aonde”.
( ) O verbo ter, na linha 03, deve receber acento circunflexo para concordar com o sujeito da oração.
( ) Na linha 04, a palavra “onde” pode ser substituída por “em que”, sem alterar o sentido da frase.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
“Aprender a programar pode ser muito divertido porque é um trabalho feito coletivamente" (6º parágrafo). Ao reescrever, altera-se a relação lógica estabelecida entre as orações desse fragmento em:

Com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1AAA, julgue o próximo item.
Seriam mantidos a correção gramatical e os sentidos do texto caso a forma verbal “terem" (l.20) fosse substituída por existirem.
Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
Está adequado o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:
“...porque ocorre com regularidade e de modo informal”; a maneira mais adequada de reescrever-se esse segmento do texto 1 é:
Mantém-se correta e coerente com o texto a redação de um segmento, ao se substituir o elemento sublinhado pelo proposto entre parênteses, em:
Um shopping mostrava o seguinte aviso na entrada de um dos seus elevadores: 'É permitida a entrada de cães no elevador social e de serviço, apenas".
A redação do texto mostra problemas estruturais, mas depreende-se do texto e da situação, que:
Atenção: As questões de números 6 a 9 referem-se ao texto abaixo.
Muito antes de nos ensinarem e de aprendermos as regras de bom comportamento socialmente construídas e promovidas, e
de sermos exortados a seguir certos padrões e nos abster de seguir outros, já estamos numa situação de escolha moral. Somos, por
assim dizer, inevitavelmente − existencialmente −, seres morais: somos confrontados com o desafio do outro, o desafio da
responsabilidade pelo outro, uma condição do ser-para.
Afirmar que a condição humana é moral antes de significar ou poder significar qualquer outra coisa representa que, muito
antes de alguma autoridade nos dizer o que é "bem" e "mal" (e por vezes o que não é uma coisa nem outra), deparamo-nos com a
escolha entre "bem" e "mal". E a enfrentamos desde o primeiro momento do encontro com o outro. Isso, por sua vez, significa que,
quer escolhamos quer não, enfrentamos nossas situações como problemas morais, e nossas opções de vida como dilemas morais.
Esse fato primordial de nosso ser no mundo, em primeiro lugar, como uma condição de escolha moral não promete uma vida
alegre e despreocupada. Pelo contrário, torna nossa condição bastante desagradável. Enfrentar a escolha entre bem e mal significa
encontrar-se em situação de ambivalência. Esta poderia ser uma preocupação relativamente menor, estivesse a ambiguidade de
escolha limitada à preferência direta por bem ou mal, cada um definido de forma clara e inequívoca; limitada em particular à escolha
entre atuar baseado na responsabilidade pelo outro ou desistir dessa ação – de novo com uma ideia bastante clara do que envolve
"atuar baseado na responsabilidade".
(Adaptado de: BAUMAN, Zygmunt. Vida em fragmentos: sobre a ética pós-moderna. Trad. Alexandre Werneck. Rio de Janeiro, Zahar,
2011, p. 11-12)
No que se refere ao sentido, duas expressões intercambiáveis, no texto, são:
Atenção: As questões de números 6 a 9 referem-se ao texto abaixo.
Muito antes de nos ensinarem e de aprendermos as regras de bom comportamento socialmente construídas e promovidas, e
de sermos exortados a seguir certos padrões e nos abster de seguir outros, já estamos numa situação de escolha moral. Somos, por
assim dizer, inevitavelmente − existencialmente −, seres morais: somos confrontados com o desafio do outro, o desafio da
responsabilidade pelo outro, uma condição do ser-para.
Afirmar que a condição humana é moral antes de significar ou poder significar qualquer outra coisa representa que, muito
antes de alguma autoridade nos dizer o que é "bem" e "mal" (e por vezes o que não é uma coisa nem outra), deparamo-nos com a
escolha entre "bem" e "mal". E a enfrentamos desde o primeiro momento do encontro com o outro. Isso, por sua vez, significa que,
quer escolhamos quer não, enfrentamos nossas situações como problemas morais, e nossas opções de vida como dilemas morais.
Esse fato primordial de nosso ser no mundo, em primeiro lugar, como uma condição de escolha moral não promete uma vida
alegre e despreocupada. Pelo contrário, torna nossa condição bastante desagradável. Enfrentar a escolha entre bem e mal significa
encontrar-se em situação de ambivalência. Esta poderia ser uma preocupação relativamente menor, estivesse a ambiguidade de
escolha limitada à preferência direta por bem ou mal, cada um definido de forma clara e inequívoca; limitada em particular à escolha
entre atuar baseado na responsabilidade pelo outro ou desistir dessa ação – de novo com uma ideia bastante clara do que envolve
"atuar baseado na responsabilidade".
(Adaptado de: BAUMAN, Zygmunt. Vida em fragmentos: sobre a ética pós-moderna. Trad. Alexandre Werneck. Rio de Janeiro, Zahar,
2011, p. 11-12)
Esta poderia ser uma preocupação relativamente menor, estivesse a ambiguidade de escolha limitada à preferência direta por bem ou mal... (3º parágrafo) Ao reescrever-se o trecho acima com o verbo poder flexionado no futuro do presente do indicativo, a forma verbal “estivesse” deverá ser substituída, conforme a norma-padrão da língua, por
O trecho “abrem caminho para a atuação do profissional dentista em várias frentes de trabalho" (linhas 29 e 30) poderia ser reescrito correta e coerentemente da seguinte forma: tornam acessíveis à atuação do profissional dentista várias frentes de trabalho.

No que diz respeito ao texto, julgue os itens a seguir:
Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência das ideias do texto caso o segundo período do texto fosse assim reescrito: Entre as maiores causas globais de morte, muitas estão largamente associadas à condições climáticas.
Antigamente, as pessoas sabiam de cor o nome
de ruas e o melhor trajeto para qualquer canto da cidade.
O conhecimento que hoje vive restrito ___ cabeça dos
taxistas foi transferido quase que por completo aos
auxiliares de navegação via satélite (o mais famoso deles
sendo o Sistema de Posicionamento Global - GPS). Essa
mudança modifica fortemente nossa capacidade cognitiva
para localização. Segundo uma pesquisa inglesa, quando
utilizamos o serviço do GPS para nos locomover, é como
se "desligássemos" algumas áreas de nosso cérebro.
Os pesquisadores analisaram o cérebro de 24
voluntários, colocados em um simulador de navegação
que recriava ___ vizinhança de Soho, bairro da região
central de Londres. Eles tinham de chegar a um destino
predeterminado, se locomovendo por ruas da área no
menor caminho possível. A análise monitorava o
comportamento da região do cérebro associada ___
memória e localização e da região ligada ao planejamento
e tomada de decisão.
Enquanto "dirigiam" pela cidade sem a ajuda do
GPS, os participantes mantinham um número muito maior
de funções cerebrais. Eram registrados picos de atividade
quando eles entravam em novas ruas e quando se
deparavam com várias opções de caminhos. Da mesma
maneira, áreas ligadas ao planejamento eram acionadas
quando precisavam reorientar a rota. Quando auxiliados
por serviços de localização, no entanto, as mesmas
regiões permaneciam sem atividade. "Quando a
tecnologia diz para você aonde ir, essas partes do cérebro
simplesmente não respondem aos estímulos da cidade. É
como se nosso cérebro desligasse o interesse nas ruas
___ volta", disse Hugo Spiers ao jornal britânico The
Guardian.
http://super.abril.com.br/tecnologia... - adaptado
No trecho “Enquanto 'dirigiam' pela cidade sem a ajuda
do GPS, os participantes mantinham um número muito
maior de funções cerebrais. Eram registrados picos de
atividade quando eles entravam em novas ruas e quando
se deparavam com várias opções de caminhos.", ao
substituir a palavra sublinhada pelo singular “participante",
quantas outras alterações (não se contando a palavra
substituída seriam necessárias para que não houvesse
incorreção?
As frases abaixo dizem respeito à pontuação do 4º parágrafo.
I. Todos os parênteses podem ser substituídos por travessões, sem prejuízo para a correção do texto.
II. Imediatamente após o termo “previa", podem-se acrescentar dois-pontos, visto que se segue uma enumeração.
III. O segmento “única intervenção" poderia ser posto entre parênteses, sem prejuízo para a correção do texto, uma vez que possui caráter explicativo.
Está correto o que consta em
Desta forma o homem liberta e exterioriza o pensamento pela imagem gesticulada, com áreas mais vastas no plano da compreensão e expansão que o idioma. (2º parágrafo)
Mantendo-se a correção e, em linhas gerais, o sentido original, uma nova redação para a frase acima encontra-se em: