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No que se refere às ideias e às estruturas linguísticas do texto

19A2BBB, julgue os próximos itens.

Deduz-se do texto que a Receita Federal pretende, com a ação mencionada, coibir a sonegação tributária, ao verificar a compatibilidade, ou não, das informações prestadas pelas instituições financeiras com os dados apresentados pelos contribuintes na declaração do imposto de renda.

Considerando que a eficácia do discurso depende das estratégias argumentativas adotadas, julgue os itens subsequentes, a respeito das ideias do texto 19A2BBB.

Para tornar mais clara, concisa e harmônica a argumentação

apresentada no último período do texto, tal período poderia ser

reescrito do seguinte modo: Em consonância com poucos

advogados vastos conhecedores da legislação tributária, seria

racional e lógico que a Corte Suprema de Justiça deliberasse

em proveito e para o benefício do indivíduo sobre quem recai

a obrigação de pagar tributos.

O excerto, que narra a passagem de Lévi-Strauss por Santos, rumo a São Paulo,

Depreende-se da frase ... nem toda loucura é genial, como nem toda lucidez é velha que

Leia a tirinha a seguir.


De acordo com o texto apresentado, é possível afirmar que:

I. Compõe-se predominantemente da linguagem verbal, cuja unidade básica é a palavra.

II. As interações de comunicação são estabelecidas por meio do emprego da linguagem mista.

III.A linguagem é demonstrada através de um processo comunicativo pelo qual as pessoas interagem entre si.

Está(ão) correta(s ) apenas a(s ) afirmativa(s )

A tese defendida no texto está explicitada no trecho:

Leia os trechos selecionados do texto. Para mim são, ainda e sempre, as recordações da infância na praia muito mais fortes do que eu podia imaginar. As cor-de-rosa eram as mais lindas, e, quando se encontrava um búzio, era uma verdadeira festa.
… sempre com muito cuidado: afinal, era uma gelatina, mas viva – uma coisa mesmo muito estranha. Ao empregar as expressões destacadas, a autora

A resposta dada pelo garoto evidencia

Uma característica comum às propostas pedagógicas da Minddrive e da Green School diz respeito à preocupação com

A partir da leitura do último parágrafo, conclui-se, corretamente, que o autor passou a usar o tempo em que dirigia para

Assinale a alternativa em que o trecho destacado NÃO se relaciona com a

estratégia discursiva apresentada entre parênteses:

Considerando as informações apresentadas no texto I, assinale a opção correta.

Entre as cidades citadas no texto I, a cidade brasileira mais antiga na qual existe patrimônio histórico-arquitetônico apreciável é

O texto IV

Quem são nossos ídolos?

Claudio de Moura Castro

Eu estava na França nos idos dos anos 80. Ligando a televisão, ouvi por

acaso uma entrevista com um jovem piloto de Fórmula 1. Foi-lhe perguntado em

quem se inspirava como piloto iniciante. A resposta foi pronta: Ayrton Senna. O

curioso é que nessa época Senna não havia ganho uma só corrida importante.

Mas bastou ver o piloto brasileiro se preparando para uma corrida: era o primeiro

a chegar no treino, o único a sempre fazer a pista a pé, o que mais trocava ideias

com os mecânicos e o último a ir embora. Em outras palavras, sua dedicação,

tenacidade, atenção aos detalhes eram tão descomunais que, aliadas a seu talento,

teriam de levar ao sucesso.

Por que tal comentário teria hoje alguma importância?

Cada época tem seus ídolos, pois eles são a tradução de anseios, esperanças,

sonhos e identidade cultural daquele momento. Mas, ao mesmo tempo,

reforçam e ajudam a materializar esses modelos de pensar e agir.

Já faz muito tempo, Heleno de Freitas foi um grande ídolo do futebol. Segundo

consta, jactava-se de tomar uma cachacinha antes do jogo, para aumentar

a criatividade. Entrava em campo exibindo seu bigodinho e, após o gol, puxava o

pente e corrigia o penteado. O ídolo era a genialidade pura do futebol-arte.

Mais tarde, Garrincha era a expressão do povo, com sua alegria e ingenuidade.

Era o jogador cujo estilo brotava naturalmente. Era a espontaneidade,

como pessoa e como jogo, e era facilmente amado pelos brasileiros, pois materializava

as virtudes da criação genial.

Para o jogador "cavador", cabia não mais do que um prêmio de consola-

ção. Até que veio Pelé. Genial, sim. Mas disciplinado, dedicado e totalmente

comprometido a usar todas as energias para levar a cabo sua tarefa. E de atleta

completo e brilhante passou a ser um cidadão exemplar.

É bem adiante que vem Ayrton Senna. Tinha talento, sem dúvida. Mas tinha

mais do que isso. Tinha a obsessão da disciplina, do detalhe e da dedicação

total e completa. Era o talento a serviço do método e da premeditação, que são

muito mais críticos nesse desporto.

Há mais do que uma coincidência nessa evolução. Nossa escolha de ídolos

evoluiu porque evoluímos. Nossos ídolos do passado refletiam nossa imaturidade.

Era a época de Macunaíma. Era a apologia da genialidade pura. Só talento,

pois esforço é careta. Admirávamos quem era talentoso por graça de Deus e

desdenhávamos o sucesso originado do esforço. Amadurecemos. Cresceu o

peso da razão nos ídolos. A emoção ingênua recuou. Hoje criamos espaço para

os ídolos cujo êxito é, em grande medida, resultado da dedicação e da disciplina

– como Pelé e Senna.

Mas há o outro lado da equação, vital para nossa juventude. Necessitamos

de modelos que mostrem o caminho do sucesso por via do esforço e da

dedicação. Tais ídolos trazem um ideário mais disciplinado e produtivo.

Nossa educação ainda valoriza o aluno genial, que não estuda – ou que,

paradoxalmente, se sente na obrigação de estudar escondido e jactar-se de não

fazê-lo. O cê-dê-efe é diminuído, menosprezado, é um pobre-diabo que só obtém

bons resultados porque se mata de estudar. A vitória comemorada é a que deriva

da improvisação, do golpe de mestre. E, nos casos mais tristes, até competência

na cola é motivo de orgulho.

Parte do sucesso da educação japonesa e dos Tigres Asiáticos provém

da crença de que todos podem obter bons resultados por via do esforço e da

dedicação. Pelo ideário desses países, pobres e ricos podem ter sucesso, é só

dar duro.

O êxito em nossa educação passa por uma evolução semelhante à que

aconteceu nos desportos – da emoção para a razão. É preciso que o sucesso

escolar passe a ser visto como resultado da disciplina, do paroxismo de dedica-

ção, da premeditação e do método na consecução de objetivos.

A valorização da genialidade em estado puro é o atraso, nos desportos e

na educação. O modelo para nossos estudantes deverá ser Ayrton Senna, o

supremo cê-dê-efe de nosso esporte. Se em seu modelo se inspirarem, vejo

bons augúrios para nossa educação.

Disponível em: http://veja.abril.com.br/idade/educacao/060601/ponto_de_vista.html. Acesso em: jul. 2016.

A pergunta que inicia o segundo parágrafo: “Por que tal comentário teria hoje

alguma importância?" tem o objetivo de

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