No texto 3, a relação de sentido entre o 1º e o 2º quadrinho se dá por meio de:
O título de um texto anuncia o tema a ser abordado, marca o posicionamento do autor e também o tom (se crítico, irônico, humorístico, objetivo) do texto; sendo, portanto, um fator de coerência textual. Observe os títulos a seguir, de modo a avaliar a sua adequação ao conteúdo do texto:
A respeito da combinação das palavras, deduz-se que
I- o vocábulo “valores", em Homem de valores, produz o efeito de ambiguidade; ao fazer tal escolha, o autor não só se refere diretamente à quantia paga por votos pelo deputado Eduardo Cunha; como, sutilmente, alude à desqualificação de caráter desse deputado.
II- o mesmo efeito irônico provocado pela anteposição do adjetivo em “Poderoso Paulo Rabelo!" é reproduzido na expressão que dá título à nota jornalística Fina Ironia; desta vez, por meio da anteposição do adjetivo, o autor denuncia o tom crítico do texto.
III- tendo em vista a função denotativa do texto jornalístico, o título Saúde Frágil, ao contrário dos títulos 1 e 2, anuncia, sem qualquer nuance de dubiedade semântica, o tema da matéria – as implicações aos envolvidos em ilícitos, ou seja, os malefícios à sua saúde, sequela provocada em virtude das delações divulgadas.
É(são) falsa(s) apenas a(s) afirmação(ões):
Um texto bem construído e, naturalmente, bem interpretado, vai apresentar aquilo que Beaugrande, Dressler (1996) e Costa Val (2002) chamam de textualidade, isto é, o conjunto de características que fazem com que um texto seja assim chamado e não uma sequência de frases quaisquer.
Atente para os dois textos a seguir e responda ao que se pede:


A partir dos textos III e IV, julgue cada uma das afirmações feitas a seguir à luz dos elementos de textualidade presentes em cada uma delas e em seguida responda ao que se pede.
I- No texto III o jogo semântico-discursivo, que envolve elementos sócio-históricos interrelacionados com os processos de colonização do Brasil podem ser inferidos, por exemplo, a partir do cruzamento do campo semântico das expressões RICO e AZEITE (referências a Portugal, local de grande produção de azeites no mundo e país colonizador do Brasil) com ESCURO e SEGURANÇA(alusão implícita ao processo de escravatura, comandado por este país, bem como ao fato de grande parte dos negros e afrodescendentes brasileiros, ainda hoje, estarem relegados a profissões que não transcendem a de segurança particular). Não obstante esse jogo semântico-discursivo marcado por pistas que denunciam tal relação, não se percebe, ainda, elementos textuais suficientes justificadores de coerência para afirmar que se trate efetivamente de um texto.
II- No texto IV, a polissemia da palavra “caravana" remete a um campo semântico vasto, complexo e marcado por um amálgama de elementos intertextuais, sócio-históricos, políticos e até geográficos que reatualizam o terror dos navios negreiros que transportavam escravos. A caravana contemporânea, agora, encabeçada pela elite carioca, é denunciada por via de um novo componente: o preconceito social, no caso em tela, da zona sul, contra os crioulos pobres e egressos das favelas, 'escravos livres' e cativos da opressão endêmica a que os pobres vêm sendo submetidos historicamente, fruto de um processo de ódio, raiva e covardia, segundo a denúncia veiculada, encabeçada por essa elite branca. Tais elementos são mais que justificadores para comprovar elevados graus de informatividade e coerência no poema, fatores de textualidade patentes e incontestáveis.
III- As caravanas e comboios denunciados no texto e advindos das mais longínquas periferias da cidade não são mais que ararás (espécie de cupim) devoradores, devastadores; de picas enormes e sacos explosivos comem tudo e de tudo. Por essa razão precisam ser expulsos da areia branca do Jardim de Alá e, de preferência, dizimados. Entretanto, expressões como “zoeira", “quebradas", “picas", “É o bicho, é o buchicho", “populacho" e “malocam" são construções que quebram coesivamente a harmonia do texto, tornando-o cada vez mais incoerente.
IV- Nos versos “Sol, a culpa deve ser do sol/ Que bate na moleira, o sol/ Que estoura as veias, o suor/ Que embaça os olhos e a razão" (texto IV), os itens em destaque, ao retomarem coesivamente a palavra “sol", exemplificam, na superfície textual, através do jogo de referencialidades, um importante fator de textualidade denominada coesão textual, fundamental para dar a unidade formal ao texto.
V- Ainda no texto IV, pode-se afirmar que não há inferências a maiores riquezas polissêmicas, nem tampouco intencionalmente provocadoras e que minimamente conduzam a graus de informatividade mais expressivos. Nos versos “Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho/ A caminho do Jardim de Alá", não há, do ponto de vista de coerência de mundo, sobretudo na contemporaneidade, qualquer relação semântica entre “suburbanos", “muçulmanos" e “Jardim de Alá".
É CORRETO o que se afirma em
Muito presente na esfera jornalística, a charge busca despertar nos leitores a reflexão sobre problemas que afetam a sociedade. A moradia, tema da charge abaixo, é um deles. Sob o aspecto linguístico, normalmente, esse gênero de texto apresenta estruturas simples, com vocabulário e linguagem acessíveis; mas é preciso atentar para o fato de que a compreensão de um texto depende também da recuperação de informações implícitas.
Analise o que se afirma a seguir, em torno do enunciado proferido por um dos personagens.
I- O pronome pessoal “a gente" já se incorporou à nossa língua, em referência à primeira pessoa do plural, na linguagem coloquial; como a charge circula na esfera jornalística, o autor tem de primar pelo uso formal, daí esse emprego ser inapropriado.
II- O pretérito imperfeito representa ação contínua no passado; logo a flexão verbal empregada pelo autor, associado ao uso do advérbio “sempre", reforça a ideia de que a falta de moradia é uma condição permanente.
III- Dada a intenção de interagir com o leitor, o chargista opta pelo uso do pronome “a gente", pois o uso de “nós" conduziria a marcar o plural no verbo “nós ficávamos...", causando certa artificialidade no modo de falar do personagem, enquanto o “a gente sempre ficava" representa melhor a linguagem coloquial, adequada ao cenário apresentado.
É CORRETO o que se afirma apenas em
A narrativa abaixo tem como personagem central Totonha, que revela um pouco a sua visão de mundo

Após leitura atenta do texto, conclui-se que a personagem Totonha vive em situação precária de vulnerabilidade e risco social, PORQUE ela
O autor aborda com crítica alguns aspectos do mundo atual. Relacione as colunas, de acordo com o texto, e depois marque a alternativa sequencialmente CORRETA.


Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item.
De acordo com o autor, no mundo contemporâneo há proporcionalmente mais participação política do que havia na democracia ateniense.

Com referência às ideias do texto CB1A1AAA, julgue o item.
Infere-se do texto que, para o autor, o Estado não é o necessário agente indutor de cidadania e de democracia.

Com referência às ideias do texto CB1A1AAA, julgue o item.
O autor apoia sua argumentação sobre a seguinte premissa: os diversos tipos de direitos (sociais, políticos e civis) são indistintos no que se refere à promoção da igualdade.
Sobre o Arcadismo analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Identifica-se com os ideais do Iluminismo.
II. Sob o ponto de vista ideológico, o Arcadismo pode ser visto como uma arte conservadora, entretanto, sob o ponto de vista estético, é uma arte revolucionária.
III. Há o gosto pelo dia e pela claridade.
IV. Os autores fazem uso do subjetivismo e pessoalidade.
V. Os elementos da mitologia greco-latina são trazidos novamente aos poemas.
VI. É feito o uso do decassílabo e do soneto.
Estão corretas as afirmativas:
Um dos maiores problemas vividos pela tradição regionalista na literatura brasileira do pós-modernismo foi escolher a linguagem a ser empregada, se a variedade padrão ou a regional. A solução: misturar ambas, com o narrador empregando uma língua culta, com alguns termos regionais, e as personagens utilizando a linguagem típica da região, embora essa regionalidade se mantivesse, quase sempre, no nível do vocabulário. Guimarães Rosa, no entanto, apresenta inovações linguísticas à prosa regionalista (Cereja & Magalhães, 2005) como:
I. Recriou, na literatura, a fala do sertanejo tanto no plano do vocabulário como no da sintaxe e no da melodia da frase.
II. Deu voz ao homem do sertão por meio do foco narrativo em 1ª pessoa, o discurso direito e o discurso indireto livre.
III. A língua falada no sertão está presente em toda a obra.
IV. Recria a própria língua portuguesa, por meio do aproveitamento de termos em desuso, da criação de neologismos, do emprego de palavras tomadas de empréstimo a outras línguas.
V. Sua narrativa não faz uso de recursos mais comuns à poesia, como o ritmo, as aliterações, as metáforas e as imagens.
Assinale a alternativa que apresenta a afirmativa incorreta.
Na perspectiva do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC, 2015), a inserção das crianças em situações desafiadoras e contextualizadas para o efetivo uso da linguagem escrita:
I. Não pode prescindir da compreensão, por elas, dos princípios do sistema de escrita alfabética (SEA).
II. Considera a autonomia na leitura e na escrita como condição necessária à ampliação de suas práticas de letramento e ao aprofundamento de seus conhecimentos nas diversas áreas.
III. Acentua que é prioritário o trabalho que garanta o domínio do sistema de escrita, de modo articulado ao domínio de habilidades de compreensão e de produção de textos orais e escritos.
IV. Considera necessária a clareza de objetivos e metas curriculares, para cada ano do ciclo, como instrumento de suporte à organização didática dos professores.
V. A definição dos direitos de aprendizagem no primeiro ciclo, particularmente nos eixos de trabalho de Língua Portuguesa, não é enfatizada como uma das contribuições do PNAIC para o enfrentamento do analfabetismo nas escolas brasileiras.
Assinale a alternativa que apresenta a afirmativa incorreta.
A forma verbal florescem, na segunda estrofe do poema dado, concorda com a seguinte expressão:
Considere o texto a seguir.

Com base no texto, é correto afirmar que