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Dadas as relações coesivas do texto LP-1-A1, é correto afirmar que o termo

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 6.

1.            Fernando Pessoa é não apenas um dos maiores poetas modernos, mas um dos maiores poetas da modernidade, ou seja,
um dos poetas que mais longe levaram a experiência tanto das possibilidades quanto do desencanto do mundo moderno. Não que ele
esteja próximo das veleidades contemporâneas. A modernidade a que me refiro não se confunde com a mera contemporaneidade.
Deixemos de lado nosso provincianismo temporal. A modernidade consiste em primeiro lugar na época da desprovincianização do
mundo: aquela que, do ponto de vista temporal, abre-se com o humanismo que, voltando os olhos para o mundo clássico, relativiza o
mundo contemporâneo; e que, do ponto de vista espacial, abre-se com as descobertas geográficas, celebradas pelo próprio Pessoa,
quando diz, por exemplo, no altíssimo poema “O infante”, inspirado em d. Henrique, o Navegador:


         Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
  Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
          Sagrou-te, e foste desvendando a espuma,


          E a orla branca foi de ilha em continente,
       Clareou, correndo, até o fim do mundo,
E viu-se a terra inteira, de repente,
Surgir, redonda, do azul profundo.


  Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
            Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!


2.             O processo de cosmopolitização que produziu o mundo moderno não se restringiu às descobertas dos humanistas e dos
navegadores, pois também incluiu explorações científicas, artísticas etc. Ora, a abertura de novos horizontes tornou possível a
compreensão do caráter limitado dos antigos horizontes. As ideias e as crenças tradicionais puderam ser postas em questão.
3.             A filosofia moderna se formou a partir do ceticismo mais radical que se pode imaginar: a dúvida hiperbólica de Descartes,
segundo a qual é possível que tudo o que pensamos saber não tenha consistência maior que a de sonhos, alucinações, ataques de
loucura etc. Com razão, Alexandre Koyré afirmou que essa dúvida foi “a mais tremenda máquina de guerra contra a autoridade e a
tradição que o homem jamais possuiu”.
4.            Pode-se dizer então que o homem moderno é aquele que viu desabarem, ao sopro da razão, os castelos de cartas das
crenças tradicionais: o homem que caiu em si. Em última análise, é isso que o obriga a instaurar, por exemplo, os procedimentos
jurídicos modernos como processos abertos à razão crítica, públicos, e cujos resultados estão sempre, em princípio, sujeitos a ser
revistos ou refutados.
                                                                          (Adaptado de: CÍCERO, Antonio. A poesia e a crítica: Ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, edição digital)

Retoma um termo mencionado anteriormente no texto a palavra sublinhada em:

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 7, baseie-se no texto abaixo.

                  O animal humano, que é parte da natureza e que dela depende, não se resignou a viver para sempre à mercê dos frutos
espontâneos da terra. O desafio que desde logo se insinuou foi: como induzir o mundo natural a somar forças e multiplicar o resultado
do esforço humano? Como colocá-lo a serviço do homem? O passo decisivo nessa busca foi a descoberta, antes prática que teórica,
de que “domina-se a natureza obedecendo-se a ela”. A sagacidade do animal humano soube encontrar nos caminhos do mundo como
ele se põe (natura naturans: “a natureza causando a natureza”) as chaves de acesso ao mundo como ele pode ser (natura naturata: “a
natureza causada”).
                  Processos naturais, desde que devidamente sujeitos à observação e direcionamento pela mão do homem, podiam se tornar
inigualáveis aliados na luta pelo sustento diário. Em vez de tão somente surpreender e pilhar os seres vivos que a natureza oferece
para uso e desfrute imediato, como fazia o caçador-coletor, tratava-se de compreender suas regularidades, acatar sua lógica,
identificar e aprimorar suas espécies mais promissoras e, desse modo, cooptá-los em definitivo para a tarefa de potencializar os meios
de vida. Se a realidade designada pelo termo civilização não se deixa definir com facilidade, uma coisa é certa: nenhum conceito que
deixe de dar o devido peso a essa mudança na relação homem-natureza poderá ser julgado completo. A domesticação sistemática,
em larga escala, de plantas e animais deu à humanidade maior segurança alimentar e trouxe extraordinárias conquistas materiais.
Mas ela não veio só. O advento da sociedade agropastoril teve como contrapartida direta e necessária uma mudança menos saliente
à primeira vista, mas nem por isso de menor monta: a profunda transformação da psicologia temporal do animal humano.
                  A domesticação da natureza externa exigiu um enorme empenho na domesticação da natureza interna do homem. Pois a
prática da agricultura e do pastoreio implicou uma vasta readaptação dos valores, crenças, instituições e formas de vida aos seus
métodos e exigências. Entre os acontecimentos da história mundial que modificaram de maneira permanente os hábitos mentais do
homem, seria difícil encontrar algum que pudesse rivalizar com o impacto da transição para a sociedade de base agrícola e pastoril
em toda a forma como percebemos e lidamos com a dimensão temporal da vida prática.
                                                                                                                                                          (GIANNETTI, Eduardo. O valor do amanhã. São Paulo: Companhia das Letras, edição digital. Adaptado)

Como colocá-lo a serviço do homem? (1o parágrafo)
O pronome sublinhado refere-se a:

Sobre os mecanismos de coesão empregados no texto, assinale a alternativa correta.

Acerca dos mecanismos de coesão do texto CB2A1-I, julgue o próximo item

No terceiro período do primeiro parágrafo, o vocábulo “o”, em “ele o realizara”, retoma o trecho “grupo de seus poucos orientandos”.

Sobre o emprego dos mecanismos de coesão no texto, assinale a alternativa INCORRETA.

quando lhe apresentaram para assinar
de tal forma lhe apertava o coração

Os pronomes sublinhados acima referem-se, respectivamente, a

Sobre os mecanismos de coesão empregados no texto, assinale a alternativa correta.

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 10, leia a crônica abaixo.

Gatos somem no Rio de Janeiro. Dizia-se que o fenômeno se relacionava com a indústria doméstica das cuícas, localizada nos morros. Agora ouço dizer que se relaciona com a vida cara e a escassez de alimentos. À falta de uma fatia de vitela, há indivíduos que se consolam comendo carne de gato, caça tão esquiva quanto a outra (3o parágrafo).

No trecho acima, o pronome relativo “que” retoma o seguinte termo antecedente:

Instrução: As questões de números 01 a 20 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Após ter completado a lacuna da linha tracejada da linha 22, na frase ‘limitar o uso de combustíveis fósseis e ____-lo a um cronograma anual vinculante’, afirma-se que o pronome ‘lo’:

I. Refere-se ao ‘uso de combustíveis fósseis’.
II. Funciona como objeto direto, completando o sentido da forma verbal com a qual se relaciona.
III. Poderia ser substituído por ‘ele’ sem causar incorreção ao contexto ou à estrutura da frase.

Quais estão INCORRETAS?

Atenção: Leia o trecho do romance Quincas Borba, de Machado de Assis, para responder à questão.

Saberia Rubião que o nosso Quincas Borba trazia aquele grãozinho de sandice, que um médico supôs achar-lhe? (2º parágrafo).

Os pronomes sublinhados referem-se, respectivamente, a

Assinale a alternativa em que a relação de referência está correta

Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto apresentado, julgue o item seguinte

No trecho “acostumando os espectadores a uma ferocidade de que todos queriam vê-los afastados, mostrando-lhes a frequência dos crimes” (primeiro parágrafo), as formas pronominais “los” e “lhes” retomam “todos”.

Com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB4A1-I, julgue o próximo item

No primeiro parágrafo do texto, a forma pronominal “o”, em “ela sempre o foi”, retoma a expressão “um setor estratégico”.

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