
Em relação ao TEXTO 1 e aos aspectos linguísticos da Língua Portuguesa, julgue, como Certo (C) ou Errado (E), o item a seguir.
Em relação ao trecho “Pessoas em dieta que se imaginavam resistindo bravamente aos alimentos calóricos caíam mais nas tentações do que aqueles que eram instruídos a lembrar que a carne é fraca”, justifica-se a acentuação das palavras “calóricos”, “caíam” e “instruídos”, por tratarem-se, respectivamente, de uma proparoxítona, de um verbo de 3ª conjugação flexionado na terceira pessoa do plural do tempo pretérito e de uma paroxítona finalizada em “o”, nesse caso, seguido de “s”.
A passagem a seguir servirá de base para a próxima questão.
“Sim, era um pouco meu aquele pedaço da casa, onde passei bons momentos de férias, desfrutando a brisa atlântica e tomando uísque com água de coco.”
De acordo com as regras vigentes de acentuação gráfica, a primeira palavra grifada (“atlântico”) é:

Com referência às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os seguintes itens.
Presentes no texto, os vocábulos “caráter", “intransferível" e
“órgãos" são acentuados em decorrência da regra gramatical
que classifica as palavras paroxítonas.
OS SHORTINHOS E A FALTA DE DIÁLOGO
Li na coluna de Monica Bergamo na Folha da última sexta-feira (5) a reportagem "A crise dos shortinhos no colégio Rio Branco". Trata-se do seguinte: o uniforme dessa escola pede bermudas, mas as garotas querem usar shortinhos, pois não querem ser obrigadas a "sofrer em silêncio com o calor do verão", como afirmam em um abaixo-assinado intitulado "Liberdade aos shortinhos".
Os argumentos das jovens, contidos no texto do abaixo-assinado que li na internet, passam pelas exigências diferentes feitas pela escola aos meninos e às meninas, pela falta de recursos de algumas alunas para comprar uma calça que substituiria o shortinho vetado e pelo desrespeito dos meninos, que não sabem controlar seus hormônios, qualquer que seja a vestimenta das meninas.
Resumo da história: a direção insiste no uso do uniforme, e as jovens no uso do shortinho. Vale a pena, caro leitor, pensar a respeito desse que seria um conflito que representa muitos outros que ocorrem diariamente em todas as escolas, mas que já nasce como confronto. E quero destacar dois pontos para esta conversa.
Não é incrível que, mesmo depois do movimento de ocupação das escolas públicas de São Paulo e em outros Estados, nossas escolas continuem a ignorar a participação dos alunos, para que eles sintam de forma mais concreta que fazem parte dela? Eles precisam se sentir ativos e participativos na escola, e não somente atender às regras a eles impostas. Aliás, onde há regra, há transgressão, mas parece que as escolas não sabem o que fazer quando as transgressões ocorrem.
Por que as escolas não discutem o uso do uniforme com seus alunos, já que serão eles que o utilizarão? Algumas poucas escolas já fizeram isso e conseguiram adesão dos alunos que, inclusive, criaram as vestimentas que usam diariamente.
O segundo ponto que quero ressaltar é que a falta de diálogo e de administração de conflitos gera jovens que nem sequer conseguem elaborar argumentos sólidos, coerentes e bem fundamentados para suas idéias.
Faz parte do papel da escola ensinar os jovens a debater, defender pontos de vista, dialogar, argumentar e contra argumentar, mas sempre à luz do conhecimento.
Hoje, porém, os alunos podem falar qualquer bobagem, que famílias e escolas aceitam, não é?
Já testemunhei mães e pais aceitarem como argumento dos filhos para fazer algo com as explicações "porque todo mundo faz" ou "porque está na moda". Já vi mães e professores aceitarem as justificativas mais esfarrapadas dos mais novos para algo que fizeram ou aceitar desculpas deles sem que estes demonstrassem o menor sinal de arrependimento. Falar por falar: é isso o que temos ensinado aos jovens, mas que não deveríamos.
Precisamos honrar nosso papel de adultos e levar a relação com os mais novos com seriedade, mas sem sisudez. O bom humor no trato com eles é fundamental para que eles não ouçam tudo o que o adulto diz como um sermão, como afirmou a diretora-geral do colégio ao qual a reportagem citada se refere.
Rosely Sayão, jornal Folha de São Paulo, edição de 9/2/16.
Assinale o trecho transcrito no qual conste um vocábulo que deixou de ser acentuado em razão das modificações introduzidas pela recente reforma ortográfica da língua portuguesa.
Julgue os itens que se seguem, pertinentes a aspectos linguísticos do texto CB4A1AAA.
A ausência de acento agudo em “ideias" (L.10) está em
conformidade com as regras ortográficas vigentes.
De acordo com as regras de acentuação gráfica, a palavra sublinhada agrária é:
As palavras genocídio, após e Soviética acentuam-se, respectivamente, pelas mesmas regras que justificam o acento gráfico das palavras na seguinte série:
Das palavras acentuadas (todas retiradas do Texto II) reúne, países, águas, última e vêm, as duas que recebem acento por seguirem a mesma norma ortográfica são:
De acordo com o acordo ortográfico vigente, assinale a alternativa em que NÃO há inadequação ortográfica.
Julgue o próximo item, a respeito das ideias e estruturas linguísticas do texto Os territórios inteligentes.
A palavra “está” recebe acento gráfico em decorrência da mesma regra que determina o emprego do acento no vocábulo “três”.
O acento gráfico torna-se necessário em razão da mesma regra de acentuação nas palavras agrupadas em:
As mudanças ortográficas mais recentes pretendem tornar os documentos entre países falantes de língua portuguesa mais homogêneos, por meio de regras de escrita comuns a todos. Com esse intuito, em 1990, foi proposto o acordo ortográfico oficial, documento que só entrou em vigor no Brasil a partir de 2009 (apesar de não obrigatório ainda). Com base nas regras propostas nesse documento, assinale a opção que apresenta erro de grafia.
Ao longo do texto, observa-se uma alternância entre formas (pronomes ou verbos) de primeira pessoa do singular, de primeira pessoa do plural e de terceira pessoa. Considere as seguintes afirmações sobre esse uso:
1. A primeira pessoa do plural é predominante e revela que o autor inclui a si próprio e aos leitores na maior parte de suas afirmações.
2. Em três parágrafos do texto, o autor faz afirmações específicas sobre si mesmo, o que é marcado por formas de primeira pessoa do singular.
3. A primeira pessoa do plural no texto abarca, além do autor e do leitor, uma infinidade de outras pessoas que compartilham as mesmas experiências sobre as quais Gleiser escreve.
4. O uso constante de formas na terceira pessoa do singular marca o distanciamento e objetividade com que o autor aborda o tema. Assinale a alternativa correta.
Tendo como ponto de partida a caracterização feita por Clay Shirky para os períodos da revolução nos meios de comunicação social, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.
1. Comunicação unilateral, de um para muitos.
2. Comunicação bilateral, de um para um.
3. Comunicação bilateral, de muitos para muitos.
( ) Primeiro período.
( ) Segundo período.
( ) Terceiro período.
( ) Quarto período.
( ) Quinto período.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Considere as seguintes afirmativas sobre expressões empregadas no texto.
1.A expressão “ dor de cotovelo” empregada no título não é característica da linguagem predominantemente científica utilizada no corpo do texto.
2.A palavra “ remédio” no título do texto é ambígua, tanto pode significar “ solução” como “ medicamento” , e ambas as leituras mantêm o efeito de coerência entre o título e o corpo do texto.
3.As aspas em “ preventivo” , no último parágrafo, assinalam que essa não é a palavra adequada para expressar o sentido pretendido pelo autor.
4.A expressão francesa et voilà (eis aí ou aí está) no terceiro parágrafo, produz um efeito de ironia no relato feito pelo autor.
Assinale a alternativa correta.