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Leia texto para responder a questão.

Em relação às ISTs, é procedente considerar que

Como seres curiosos e instigados pelo conhecimento, a humanidade sempre buscou respostas e propôs teorias em diversas épocas e culturas para explicar a origem da vida. Essas teorias baseiam-se em crenças, religião ou ciência. Uma dessas teorias foi proposta inicialmente por Oparin e Haldane. Essa teoria sustenta que a vida

“A exposição normal dos indivíduos deve ser restringida de tal modo que nem a dose efetiva nem a dose equivalente nos órgãos ou tecidos de interesse, causadas pela possível combinação de exposições originadas por práticas autorizadas, excedam o limite de dose especificado em norma” (Fonte: Norma CNEN – NN – 3.01 de 13/03/2014. Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica).

Para um indivíduo ocupacionalmente exposto (adulto que poderá ser irradiado durante e em consequência do seu trabalho), esse limite de dose equivalente para a sua pele não pode exceder ao valor de 500 mSv (Valor médio em 1 cm2 de área, na região mais irradiada) em 1(um) ano (50 semanas com 40h/semana).

Qual seria a dose equivalente, máxima permissível, para a pele de um indivíduo ocupacionalmente exposto durante 1 (um) ano, em mrem/h?

Dado: 1Sv(sievert)=100rem(roentgen equivalent men) e 1Sv=1Gy (gray).

A figura ao lado é de uma máquina simples, chamada de talha exponencial. Considere que uma esfera, de massa m = 100 kg, está pendurada em uma polia móvel, e uma força F é aplicada à extremidade livre da corda. Considerando a corda e as duas polias como ideais, qual deve ser o deslocamento da corda para que a esfera suba 4,0 cm? (Dado: g=10 m/s2).

Fonte:https://s1.static.brasilescola.uol.com.br/be/conteudo/images/1900c5d801e29a61493e76d6cbfd2a6a.jpg

Um veículo, partindo do repouso, move-se em linha reta de tal maneira que sua aceleração é dada por α=(0,9t + 0,3) m.s-2, onde t é medido em segundos. O quando t=0 s, tem-se s=0m. Qual sua posição para t = 2s?

A reciclagem é um conjunto de técnicas de reaproveitamento de materiais descartados, reintroduzindo-os no ciclo produtivo. É uma das alternativas de tratamento de resíduos sólidos (lixo) mais vantajosas, tanto do ponto de vista ambiental quanto do social: ela reduz o consumo de recursos naturais, poupa energia e água, diminui o volume de lixo e dá emprego a milhares de pessoas. Os exemplos mais comuns de materiais que podem ser reciclados são o
papel, o vidro, o metal e o plástico.

Disponível em:https://www.mma.gov.br/informma/item/7656-reciclagem. Acesso em 1 nov.2019

Entre os processos de reciclagem, representa um fenômeno químico

Ao longo do texto, prevalece a tese de que

Em: “Ela é também – e a compreensão desta verdade é essencial para se alcançar a plena importância da linguagem articulada – forma de conhecer, ou seja, de o sujeito pensante apreender os objetos...”, os travessões foram usados para

Com base no texto, responda à questão.

Na charge, há uma incoerência, que corrobora para o efeito de sentido do texto, construída pelo autor de maneira intencional. Esta incoerência ocorre porque

O poema a seguir refere-se à questão.

No texto, as palavras derivadas do radical palavra

Seguindo o exemplo da fala de Michel Temer, em qual das alternativas a colocação do pronome mesoclítico
se fez conforme as regras da gramática normativa?

Leia o texto para a responder à questão.

Comunicação

   É importante saber o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando numa loja para comprar um... um... como é mesmo o nome?
   "Posso ajudá-lo, cavalheiro?"
   "Pode. Eu quero um daqueles, daqueles..."
   "Pois não?"
   "Um... como é mesmo o nome?"
   "Sim?"
   "Pomba! Um... um... Que cabeça a minha. A palavra me escapou por completo. É uma coisa simples, conhecidíssima."
   "Sim senhor."
   "O senhor vai dar risada quando souber."
   "Sim senhor."
   "Olha, é pontuda, certo?"
   "O quê, cavalheiro?"
   "Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, um... Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta, a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma coisa pontuda que fecha. Entende?"
   "Infelizmente, cavalheiro..."
   "Ora, você sabe do que eu estou falando."
   "Estou me esforçando, mas..."
   "Escuta. Acho que não podia ser mais claro. Pontudo numa ponta, certo?"
   "Se o senhor diz, cavalheiro."
   "Como, se eu digo? Isso já é má vontade. Eu sei que é pontudo numa ponta. Posso não saber o nome da coisa, isso é um detalhe. Mas sei exatamente o que eu quero."
   "Sim senhor. Pontudo numa ponta."
   "Isso. Eu sabia que você compreenderia. Tem?"
   "Bom, eu preciso saber mais sobre o, a, essa coisa. Tente descrevê-la outra vez. [...] Essa coisa que o senhor quer, é feito do quê?"
   "É de, sei lá. De metal."
   "Muito bem. De metal. Ela se move?"
   "Bem... É mais ou menos assim. Presta atenção nas minhas mãos. É assim, assim, dobra aqui e encaixa na ponta, assim."
   "Tem mais de uma peça? Já vem montado?"
   "É inteiriço. Tenho quase certeza de que é inteiriço."
   "Francamente..."
   "Mas é simples! Uma coisa simples. Olha: assim, assim, uma volta aqui, vem vindo, vem vindo, outra volta e clique, encaixa."
   "Ah, tem clique. É elétrico."
   "Não! Clique, que eu digo, é o barulho de encaixar."
   "Já sei!"
   "Ótimo!"
   "O senhor quer uma antena externa de televisão."
   "Não! Escuta aqui. Vamos tentar de novo..."
   "Tentemos por outro lado. Para o que serve?"
   "Serve assim para prender. Entende? Uma coisa pontuda que prende. Você enfia a ponta pontuda por aqui, encaixa a ponta no sulco e prende as duas partes de uma coisa."
   "Certo. Esse instrumento que o senhor procura funciona mais ou menos como um gigantesco alfinete de segurança e..."
   "Mas é isso! É isso! Um alfinete de segurança!"
   "Mas do jeito que o senhor descrevia parecia uma coisa enorme, cavalheiro!"
   "É que eu sou meio expansivo. Me vê aí um... um... Como é mesmo o nome?"

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Comunicação. In: Para gostar de ler, v.7. 3.ed. São Paulo: Ática, 1982. p. 35-37.

Os dez primeiros parágrafos do texto são marcados pela tentativa de estabelecer e manter o contato entre os
interlocutores, o que caracteriza a presença da função

Entre os elementos da textualidade, encontram-se a intencionalidade e a situacionalidade, dos quais derivam as estratégias de formulação textual como a escolha de linguagem a ser utilizada na composição. O texto do anúncio é pautado, predominantemente, em sua composição, por uma estratégia

O emprego das formas verbais no pretérito imperfeito do indicativo, em relação à infância do eu lírico, procura sugerir uma

Quanto aos aspectos fonológicos das palavras que compõem o texto, constata-se que,

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