Já está autorizado um novo concurso para a Polícia Civil do Estado do Paraná – PC PR. E se o seu objetivo de vida é conquistar uma vaga de investigador PC PR, saiba que é hora de começar a investir pesado na sua preparação.

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Mas, antes disto, que tal conhecer um pouco mais sobre a profissão e sobre as suas atribuições?

Focando neste assunto, o Aprova Concursos trouxe as informações abaixo, em que explica sobre a carreira e dá dicas de como se preparar para a prova.

 

Carreira de Investigador PC PR

Quando um crime é cometido e iniciam-se as investigações para que a autoria da infração penal seja descoberta, entra em cena a figura do Investigador de Polícia.

Por meio de um inquérito, que é instaurado pela Polícia Civil para apurar a responsabilidade do crime, o investigador tem o papel principal que é buscar e investigar todas as provas e indícios do ato, com o objetivo de esclarecer a autoria e, muitas vezes, a motivação criminal.

O trabalho é bastante minucioso e exige uma grande responsabilidade do profissional. Sendo um agente da Polícia Civil, o investigador pode ser considerado um garimpeiro de provas para a investigação policial.

 

Edital PC PR – Atribuições do cargo de Investigador

Para que você possa ter ideia da importância e complexidade relativa à função, separamos abaixo a lista de atribuições contidas no edital PC PR de 2010, para a carreira de Investigador.

Edital PC PR 2010

Lei Complementar n. 96/2002, Art. 6o – Aos Investigadores de Polícia compete:

I – cumprir, prontamente, com urbanidade e atenção, as ordens superiores;

II – proceder a qualquer serviço de natureza policial ou de segurança, de dia ou de noite, esteja ou não designado, desde que verifique a necessidade de fazê-lo em prol do sossego público, da garantia de vida ou da propriedade do cidadão, a preservação das instituições ou dos bens públicos, do respeito à lei e observância das normas regulamentares;

III – realizar qualquer serviço de natureza policial ou de segurança, a qualquer hora do dia ou da noite, esteja ou não designado, quando instado a fazê-lo pelo superior imediato ou autoridade policial a que se subordina, por seus agentes ou quando solicitado por qualquer cidadão;

IV – comunicar à autoridade policial a que estiver subordinado, qualquer fato grave ou potencialmente lesivo ou que demande investigação, chegados ao seu conhecimento;

V – prender ou fazer prender delinquentes contra os quais houver mandado de prisão ou em flagrante delito, providenciando, neste caso, o acompanhamento de testemunhas;

VI – comparecer a serviço de plantão, rondas, guarda e vigilância de unidades policiais, segurança de pessoas e outros para os quais tenha sido escalado;

VII – zelar pela integridade física e moral, e guarda de presos provisórios, recolhidos nos setores de carceragem das unidades policiais civis, enquanto interessarem à investigação policial;

VIII – tomar providências sobre qualquer fato que lhe chegar ao conhecimento, de interesse do serviço policial, mesmo que se trate de assunto estranho às atribuições da unidade a que pertence;

IX- manter-se em estado permanente de vigilância na prevenção de crimes, contravenções ou atos antissociais que possam provocar insatisfações individuais ou coletivas e pôr em perigo o patrimônio público ou privado;

X – não abandonar o posto ou missão, sem ordem superior e até a chegada de substituto;

XI – cooperar, demonstrando espírito de colaboração, com as autoridades policiais e seus agentes auxiliares, em todas as investigações para a descoberta de crimes e seus autores, empenhando o máximo esforço para o completo êxito das diligências;

XII – colocar o superior imediato a par de diligência, investigações ou fatos de interesse policial, com objetividade, clareza, franqueza e lealdade;

XIII – estar sempre vigilante, em qualquer lugar onde se encontre, observando indivíduos suspeitos ou conhecidos como prejudiciais à tranquilidade pública;

XIV – participar do esquema de segurança da unidade policial, na vigilância externa e interna da edificação, concorrendo para a conservação das instalações e equipamentos de trabalho;

XV – participar de policiamento velado das vias públicas e dos centros de diversões para prevenir delitos e contravenções e reprimir atos anti-sociais perturbadores da normalidade comunitária e ordem pública;

XVI – apoiar a outros colegas, quando percebida necessidade ou sempre que atender às conveniências de oportunidade;

XVII – coletar informes e informações sobre atividades e fatos de natureza policial e de segurança, transmitindo-os à autoridade policial a que se subordina;

XVIII – assumir encargos complementares de motoristas e carcereiros quando as circunstâncias ou ordens superiores o determinar;

XIX – usar a arma individual ou outras armas e equipamentos à sua disposição somente em situação de estado de necessidade, em legítima defesa, ou no estrito cumprimento do dever legal ou no exercício regular de direito;

XX – lavrar autos de resistência;

XXI – zelar pela conservação dos bens materiais sob sua responsabilidade direta ou indireta, cuidando para que haja uso correto e manutenção permanente, especialmente de armas, veículos e todos implementos utilizados em serviço;

XII – chefiar a superintendência, seções, grupos e equipes de serviço de plantão, quando designado, desenvolvendo investigações, participando de diligências policiais ou integrando equipes de rondas ou policiamento velado;

XXIII – cumprir, a qualquer hora, as determinações da autoridade policial;

XXIV – informar a autoridade policial, através de relatório, sobre a conclusão das diligências investigatórias que lhe forem incumbidas;

XXV – manter-se atualizado quanto aos dados estatísticos da região, relativos a incidência criminal e aos infratores da norma penal;

XXVI – proceder às investigações necessárias para a averiguação da vida pregressa dos infratores da lei, de acordo com o que dispõe a legislação vigente;

XXVII – comunicar imediata e expressamente à autoridade policial titular da unidade a que serve toda e qualquer irregularidade de conduta cometida por servidor sob suas ordens;

XXVIII – guardar o máximo sigilo e não divulgar quaisquer fatos vinculados a atividades de polícia e segurança;

XXIX – inspecionar as viaturas alocadas à Unidade Policial, verificando suas condições de funcionamento e uso, comunicando qualquer avaria ou desvio de finalidade na sua utilização;

XXX – assegurar a perfeita manutenção dos veículos a serviço da unidade, no que concerne à limpeza geral, abastecimento e troca sistemática de lubrificantes;

XXXI – conduzir-se com sobriedade nas ações policiais ou quando em serviço na unidade policial, mantendo idêntico comportamento nas folgas do serviço;

XXXII – tratar o público com urbanidade e cortesia, com firmeza e serenidade, só empregando força física quando indispensável e na justa medida da necessidade;

XXXIII – observar todas as normas regulamentares sobre deveres e disciplina;

XXXIV – atender as convocações de autoridade ou unidades com a máxima presteza;

XXXV – desempenhar tarefas ou missões afins.

 

Como estudar para o concurso da PC PR – Investigador?

Para se tornar um investigador PC PR , além de possuir nível Superior, é preciso ter algumas qualidades pessoais que vão além das exigências contidas no edital. É fundamental que o candidato tenha uma boa formação, princípios éticos, conhecimentos culturais e um rápido raciocínio lógico.

A prova PC PR investigador do último concurso exigiu muito dos candidatos. Eles foram avaliados por meio de prova de conhecimentos gerais, prova de conhecimentos específicos, prova de higidez física, prova de aptidão física e prova de investigação de conduta.

E falando especificamente sobre a prova objetiva (conhecimentos gerais + específicos), o grande segredo para estudar e garantir a aprovação é intercalar a preparação com videoaulas, resolução de questões anteriores e muita revisão.

 

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