Destaques do edital
Edital 01/2026
- Órgão
- Fundação Carlos Chagas (FCC)
- Banca
- FCC
- Status
- Previsto
- Edital
- 01 / 2026
- Cargos
- 6 cargos
- Vagas
- 7
- Escolaridade
- Médio ao Superior
- Faixa salarial
- R$ 7.591,37 a R$ 12.455,30
- Banca
- Fundação Carlos Chagas (FCC)
- UF
- Rio Grande do Sul (RS)
- Escolaridade
- Médio, Técnico e Superior
- Salários
- De R$ 7.591,37 a R$ 12.455,30
- Vagas
- Cadastro Reserva + Vagas Imediatas
- Carga Horária
- 40 horas semanais
- Data da Prova
- 10/07/2022
Escolha sua preparação
Comece hoje com a garantia de cobertura total: cobrimos o conteúdo específico e a legislação municipal do seu cargo. 6 cargos.
Sobre o concurso
O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT 4), sediado no Rio Grande do Sul, destaca-se como uma das instituições mais sólidas e respeitadas do Poder Judiciário Federal brasileiro. Fundado com a missão de pacificar os conflitos decorrentes das relações de trabalho, o órgão desempenha um papel crucial no desenvolvimento socioeconômico gaúcho, sendo amplamente reconhecido pela eficiência na prestação jurisdicional e pela constante busca por inovação tecnológica no atendimento ao cidadão.
A relevância social do TRT 4 vai muito além da resolução de processos judiciais; ela se traduz na garantia da dignidade humana e do equilíbrio nas relações entre capital e trabalho. Atuar neste tribunal significa fazer parte de um corpo funcional altamente dedicado a promover a justiça social em todo o estado do Rio Grande do Sul, impactando diretamente a vida de milhares de trabalhadores e empregadores que dependem de decisões céleres e justas.
Ingressar na carreira do TRT 4 assegura ao servidor não apenas a cobiçada estabilidade financeira, mas também um plano de cargos e salários extremamente atrativo, com progressão funcional periódica e excelentes benefícios assistenciais. A rotina de trabalho em um tribunal federal proporciona um ambiente de aprendizado contínuo, qualidade de vida e a possibilidade de atuar em diversas áreas, desde o suporte administrativo até a assessoria jurídica direta a magistrados.
O perfil do candidato aprovado no concurso do TRT 4 exige alta disciplina e familiaridade com o estilo de cobrança da Fundação Carlos Chagas (FCC), banca historicamente conhecida pela precisão na cobrança de textos legais e doutrina consolidada. Candidatos aos cargos de Técnico e Analista Judiciário precisam dominar tanto os conhecimentos gerais quanto as especificidades da legislação trabalhista e processual, demonstrando resiliência e foco estratégico na preparação.
Para conquistar uma vaga neste concorrido certame, a melhor estratégia de preparação envolve o estudo direcionado e a resolução exaustiva de questões anteriores da banca. Organizar a rotina com foco em revisões ativas e no mapeamento de pontos fracos é o diferencial que separa os aprovados da concorrência. A sua jornada rumo à aprovação no TRT 4 começa agora com planejamento e foco absoluto.
Sobre a instituição
Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região
O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4) é o órgão do Poder Judiciário que julga, em segundo grau, as ações trabalhistas do Rio Grande do Sul.
Sobre
O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4), também identificado como TRT-RS, é órgão do Poder Judiciário da União e integra a Justiça do Trabalho, na forma dos artigos 111 a 116 da Constituição Federal. Tem sede em Porto Alegre e jurisdição sobre todo o estado do Rio Grande do Sul. É dirigido por uma Administração eleita pelo Tribunal Pleno entre os desembargadores do quadro, formada pela Presidência, por duas Vice-Presidências e pela Corregedoria Regional. Sua organização e seu funcionamento estão detalhados no Regimento Interno do Tribunal, e os servidores são regidos pela Lei nº 8.112/1990 e pela Lei nº 11.416/2006.
O que é o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região?
O TRT4 é o segundo grau da Justiça do Trabalho no Rio Grande do Sul. Quando um trabalhador ou uma empresa não concorda com a sentença proferida por um juiz do trabalho, o recurso sobe ao Tribunal e passa a ser julgado por um colegiado de desembargadores, cuja decisão recebe o nome de acórdão. Entram no Tribunal recursos ordinários, agravos e ações originárias, como dissídios coletivos e mandados de segurança; saem acórdãos, decisões de execução e acordos homologados em audiências de conciliação.
A instituição também responde pela administração da Justiça do Trabalho gaúcha, o que inclui as Varas do Trabalho de primeiro grau, a Corregedoria que fiscaliza essas unidades e a gestão de pessoal, de orçamento e de tecnologia. A competência da Justiça do Trabalho alcança as controvérsias decorrentes das relações de trabalho, ampliada pela Emenda Constitucional nº 45/2004. As unidades judiciárias do TRT4 estão instaladas em 65 municípios e suas áreas de abrangência cobrem todos os municípios do Rio Grande do Sul.
Estrutura judiciária e atuação no Rio Grande do Sul
No segundo grau, o quadro do Tribunal é de 48 desembargadores do trabalho, número fixado pela Lei nº 12.421/2011. Quatro deles ocupam os cargos da Administração e os demais atuam em 11 Turmas Julgadoras, responsáveis pelo julgamento dos recursos contra as decisões de primeiro grau. Todos integram o Tribunal Pleno, que decide as questões administrativas e elege a Administração, e cada desembargador compõe uma das Seções Especializadas, entre elas a Seção de Dissídios Coletivos, a 1ª e a 2ª Seções de Dissídios Individuais e a Seção Especializada em Execução (SEEx). Parte do quadro integra ainda o Órgão Especial.
No primeiro grau, a Justiça do Trabalho gaúcha reúne 132 Varas do Trabalho e 10 Postos Avançados, distribuídos por 65 municípios do estado. Em Porto Alegre funcionam 30 Varas do Trabalho, reunidas no Foro Trabalhista da Capital; nas maiores cidades do interior, as Varas de um mesmo município são agrupadas em foros trabalhistas, com direção do foro própria. Os Postos Avançados atendem municípios menores e ficam vinculados a uma Vara ou a um foro de referência. Somam-se a eles as Varas Digitais dos Núcleos de Justiça 4.0, unidades de competência exclusivamente virtual.
A estrutura administrativa é organizada em secretarias e coordenadorias que dão suporte à atividade judiciária, como a Secretaria-Geral Judiciária e a Secretaria de Gestão de Pessoas, além de unidades de controle e de relacionamento com a sociedade, entre elas a Ouvidoria. A execução dos julgados conta com o Juízo Auxiliar de Execução, ao lado das Varas do Trabalho e da SEEx. A formação e o aperfeiçoamento de magistrados e servidores ficam a cargo da Escola Judicial do TRT da 4ª Região, e a preservação da memória institucional, do Memorial da Justiça do Trabalho no Rio Grande do Sul.
Principais carreiras e requisitos
O TRT4 reúne a magistratura do trabalho e as carreiras de servidores do Poder Judiciário da União, organizadas pela Lei nº 11.416/2006. O ingresso em qualquer delas depende de concurso público.
- Juiz do Trabalho Substituto: exige diploma de bacharel em Direito e, no mínimo, três anos de atividade jurídica após a graduação, conforme o inciso I do artigo 93 da Constituição Federal. É o cargo de ingresso na magistratura do trabalho: quem entra atua nas Varas do Trabalho, instrui os processos, realiza audiências, conduz tentativas de conciliação e profere sentenças, podendo depois ser promovido a Juiz Titular de Vara e, por antiguidade ou merecimento, a desembargador.
- Analista Judiciário: cargo de nível superior, com exigência de curso de ensino superior correlacionado à área ou à especialidade do concurso, nos termos do artigo 8º da Lei nº 11.416/2006. A área judiciária costuma exigir graduação em Direito, e as especialidades técnicas, o diploma e o registro profissional correspondentes. O analista assessora magistrados, instrui processos, elabora minutas de decisões e responde por atividades técnicas nas áreas de tecnologia, engenharia, saúde, contabilidade e gestão.
- Técnico Judiciário: cargo de nível intermediário na estrutura da carreira que, desde a Lei nº 14.456/2022, passou a exigir curso de ensino superior completo para ingresso. Atua na tramitação processual das Varas e das unidades de segundo grau, no atendimento ao público, no cumprimento de despachos e no apoio administrativo, além de especialidades como segurança institucional e informática.
- Auxiliar Judiciário: terceira carreira prevista na Lei nº 11.416/2006, com exigência de ensino fundamental. Trata-se de cargo em processo de extinção nos quadros do Poder Judiciário da União, que não costuma ser oferecido nos concursos recentes do Tribunal.
Para os cargos de servidor, o ingresso ocorre por concurso público de provas ou de provas e títulos, no primeiro padrão da classe inicial da carreira, e a lei faculta ao Tribunal incluir programa de formação como etapa do certame. Na magistratura, o concurso é de provas e títulos, com participação da Ordem dos Advogados do Brasil e disciplina nacional dada pela Resolução CNJ nº 75/2009, seguido de curso de formação inicial. Aprovados e nomeados, os servidores são regidos pela Lei nº 8.112/1990 e cumprem estágio probatório de três anos; os magistrados submetem-se à Lei Complementar nº 35/1979 e adquirem vitaliciedade após dois anos de exercício.
Por que ingressar no TRT4?
Os cargos são efetivos e estatutários, com estabilidade após o estágio probatório e jornada de 40 horas semanais, na forma do artigo 19 da Lei nº 8.112/1990. As carreiras de servidor são estruturadas em classes e padrões, com desenvolvimento por progressão funcional e promoção previstos na Lei nº 11.416/2006. A remuneração é composta pelo vencimento básico somado à Gratificação Judiciária, podendo receber ainda o Adicional de Qualificação, devido em razão de titulação e de cursos de aperfeiçoamento, e as gratificações próprias de determinadas atividades, como a de atividade externa e a de segurança. A capacitação continuada corre por conta da Escola Judicial.
Há também o sentido do trabalho. A Justiça do Trabalho decide sobre salários, verbas rescisórias, acidentes de trabalho e condições de segurança em um estado com forte presença industrial, agropecuária e de serviços. Quem entra no TRT4 passa a atuar em um processo que, na maioria dos casos, define a subsistência de uma família ou a sobrevivência de uma empresa. Nas Varas do Trabalho, o servidor acompanha essa tramitação de perto, do primeiro despacho ao pagamento do crédito reconhecido em execução.
Ficha da instituição
- Esfera
- Federal
- Jurisdição
- Estado do Rio Grande do Sul
- Sede
- Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Poder
- Judiciário (Justiça do Trabalho, segundo grau)
Confiança
Transparência na compra
Dúvidas sobre o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região
Perguntas frequentes sobre o edital, inscrições e preparação.
Perguntas gerais
Depende do cargo. O cargo de Analista Judiciário exige curso de ensino superior correlacionado à área ou à especialidade do concurso, conforme o artigo 8º da Lei nº 11.416/2006. O cargo de Técnico Judiciário passou a exigir curso de ensino superior completo desde a Lei nº 14.456/2022. Para a magistratura, é preciso ser bacharel em Direito e comprovar três anos de atividade jurídica após a graduação.
Sim. O ingresso na magistratura exige, além do bacharelado em Direito, no mínimo três anos de atividade jurídica, na forma do inciso I do artigo 93 da Constituição Federal. Entre os servidores, as especialidades técnicas de Analista Judiciário, como engenharia, medicina, psicologia e contabilidade, exigem a graduação específica e o registro no conselho profissional correspondente, conforme previsto na Lei nº 11.416/2006 e detalhado em cada edital.
O Tribunal reúne a magistratura do trabalho e as carreiras de servidores do Poder Judiciário da União. Na magistratura, o cargo de ingresso é o de Juiz do Trabalho Substituto, com progressão a Juiz Titular de Vara e, adiante, a desembargador. Entre os servidores, a Lei nº 11.416/2006 prevê as carreiras de Analista Judiciário, de nível superior, de Técnico Judiciário e de Auxiliar Judiciário, esta última em extinção.
Nos concursos para servidor, as etapas costumam reunir prova objetiva, prova discursiva ou estudo de caso, avaliação de títulos, comprovação de requisitos e exames admissionais; a Lei nº 11.416/2006 permite ainda incluir programa de formação. No concurso da magistratura, a Resolução CNJ nº 75/2009 prevê prova objetiva seletiva, duas provas escritas, sindicância de vida pregressa, exames de saúde, avaliação psicológica, prova oral e avaliação de títulos.
Na magistratura, a formação inicial é obrigatória e conduzida pelas escolas judiciais, cabendo à Escola Judicial do TRT da 4ª Região a capacitação de magistrados e servidores no âmbito do Tribunal. A lotação segue a necessidade do serviço: as unidades de segundo grau e a área administrativa ficam em Porto Alegre, e as Varas do Trabalho e os Postos Avançados estão distribuídos por 65 municípios do Rio Grande do Sul.
O TRT4 é órgão do Poder Judiciário da União e não se vincula a nenhum ministério. Integra a Justiça do Trabalho, cuja instância superior é o Tribunal Superior do Trabalho, e está sujeito à supervisão administrativa e orçamentária do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, prevista no artigo 111-A da Constituição Federal. O controle administrativo e financeiro do Judiciário cabe ao Conselho Nacional de Justiça.
A jornada dos servidores é de 40 horas semanais, na forma do artigo 19 da Lei nº 8.112/1990, cumprida conforme a escala de cada unidade e observado o horário de atendimento ao público fixado pelo Tribunal. Os magistrados não seguem esse regime: submetem-se à Lei Complementar nº 35/1979, que trata dos deveres do cargo, da residência na sede da jurisdição e do regime de plantão judiciário.
Nos concursos do Poder Judiciário, inclusive de ingresso na magistratura, a Resolução CNJ nº 203/2015, com a redação dada pela Resolução CNJ nº 657/2025, reserva no mínimo 30% das vagas a pessoas pretas e pardas, indígenas e quilombolas, com heteroidentificação complementar à autodeclaração. Há também a reserva para pessoas com deficiência, prevista na Lei nº 8.112/1990 e regulamentada pelo Decreto nº 9.508/2018. Os percentuais constam do edital.
A banca organizadora do concurso é a Fundação Carlos Chagas (FCC).
O concurso oferece oportunidades para candidatos com níveis médio, técnico e superior de escolaridade.
Os salários iniciais variam de R$ 7.591,37 para cargos de nível médio/técnico a R$ 12.455,30 para cargos de nível superior.
As provas e as futuras lotações dos servidores aprovados ocorrerão no estado do Rio Grande do Sul (RS).
Sim, o edital prevê a formação de cadastro de reserva para a grande maioria dos cargos listados.





