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Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (SEMA/MT)

O concurso da SEMA MT é uma oportunidade histórica para profissionais de nível superior no Mato Grosso. Com salários iniciais de R$ 10.491,97 e atuação em diversas regiões do estado, o certame oferece estabilidade e uma carreira de grande impacto ambiental.

23cargos
atéR$ 10.491,97
MT
prova13/12/2026
Inscrições: 17/09/2026 a 14/10/2026

Destaques do edital

Edital 1/2026/2026

Órgão
Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (SEMA/MT)
Banca
CESGRANRIO
Esfera
Estadual
Localização
MT
Status
Inscrições encerradas
Edital
1/2026 / 2026
Prova
13/12/2026
Inscrições
17/09/2026 a 14/10/2026
Cargos
23 cargos
Escolaridade
Ensino Superior
Faixa salarial
R$ 8.269,16 a R$ 10.491,97
Banca
Fundação Cesgranrio
UF
Mato Grosso (MT)
Escolaridade
Nível Superior
Cargo principal
Analista de Meio Ambiente
Salário Inicial
R$ 10.491,97
Carga Horária
40h semanais
Vagas
Cadastro Reserva

Escolha sua preparação

Comece hoje com a garantia de cobertura total: cobrimos o conteúdo específico e a legislação municipal do seu cargo. 23 cargos.

Sobre o concurso

A Secretaria de State de Meio Ambiente de Mato Grosso (SEMA/MT) desempenha um papel absolutamente crucial na preservação e no desenvolvimento sustentável de um dos estados mais ricos em biodiversidade do Brasil. Integrar o corpo de servidores da SEMA significa fazer parte de uma instituição estratégica, responsável pela gestão dos recursos naturais e pela fiscalização ambiental em biomas de relevância global, como a Amazônia, o Cerrado e o Pantanal.

A missão da SEMA MT vai muito além da burocracia; ela impacta diretamente o equilíbrio ecológico e a economia sustentável da região. Como servidor, você atuará na linha de frente do licenciamento, monitoramento e conservação ambiental, garantindo que o crescimento do estado ocorra em harmonia com a legislação vigente. É uma carreira de alto impacto social, onde cada parecer técnico e cada vistoria contribuem para o futuro das próximas gerações.

A carreira de Analista de Meio Ambiente oferece uma remuneração inicial extremamente atrativa de R$ 10.491,97 para uma jornada de 40 horas semanais, além de excelente estabilidade financeira e profissional. O plano de cargos e salários do estado prevê progressões consistentes, e a atuação pode ocorrer tanto na capital, Cuiabá, quanto em importantes cidades polos do interior do Mato Grosso, proporcionando flexibilidade e qualidade de vida.

Para conquistar uma dessas vagas, o candidato precisa apresentar formação de nível superior específica na sua área de atuação (como Geografia, Biologia ou Engenharia) e registro profissional ativo. A banca organizadora, Fundação Cesgranrio, exige uma preparação teórica sólida e capacidade de aplicar conceitos complexos a situações práticas. O perfil do aprovado é de alguém disciplinado, focado em resolver questões de provas anteriores e em dominar a legislação ambiental específica.

Uma preparação de alto rendimento para a SEMA MT exige foco na resolução exaustiva de questões da Cesgranrio e na revisão ativa dos pontos mais cobrados do edital. Organizar uma rotina adaptativa, que identifique e corrija suas fraquezas em tempo real, é o diferencial entre quem apenas estuda e quem é aprovado. A preparação estratégica começa agora.

Sobre a instituição

Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso

estadualSEMA

Órgão da administração direta do Poder Executivo de Mato Grosso responsável pela política ambiental do estado, pelo licenciamento, pela fiscalização e pela gestão dos recursos naturais.

Sobre

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (SEMA) é órgão da administração direta do Poder Executivo estadual, criado pela Lei Complementar nº 214, de 23 de junho de 2005, que ao mesmo tempo extinguiu a antiga Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEMA). Sua posição na organização do Executivo estadual consta da Lei Complementar nº 566, de 20 de maio de 2015, e sua estrutura organizacional vigente foi aprovada pelo Decreto nº 1.113, de 31 de outubro de 2024. A secretaria é dirigida pelo Secretário de Estado de Meio Ambiente, tem sede em Cuiabá e atua com base no Código Estadual do Meio Ambiente, a Lei Complementar nº 38, de 21 de novembro de 1995.

O que é a Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso?

A SEMA formula, propõe e executa as políticas estaduais de meio ambiente e responde pelo controle, pela preservação, pela conservação e pela recuperação ambiental no estado. Na prática, é a porta de entrada de quem precisa de autorização para produzir ou construir e a instância que fiscaliza o que foi autorizado. De um lado entram pedidos de licenciamento ambiental, de outorga de direito de uso de recursos hídricos, de autorização de exploração florestal e de queima controlada, além das inscrições no Cadastro Ambiental Rural. Do outro saem licenças, outorgas, autorizações, pareceres técnicos, autos de infração e embargos. A secretaria também emite a carteira de pesca amadora, controla o manejo de fauna silvestre, administra as unidades de conservação estaduais e monitora desmatamento, qualidade da água e do ar.

A área de atuação é todo o estado de Mato Grosso: 141 municípios e mais de 903 mil quilômetros quadrados, o terceiro maior território estadual do país, repartido entre três biomas, Amazônia, Cerrado e Pantanal. É esse recorte que define o tamanho do trabalho, já que a mesma equipe analisa desde uma pequena atividade rural até empreendimentos de mineração, energia e infraestrutura. A secretaria ainda apoia os municípios que assumem o licenciamento de atividades de impacto local, na forma da Lei Complementar federal nº 140, de 8 de dezembro de 2011, e das resoluções do Conselho Estadual do Meio Ambiente.

Estrutura e atuação no território mato-grossense

No nível de decisão colegiada, funcionam o Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema), o Conselho Estadual de Recursos Hídricos, o Conselho Estadual da Pesca, o Conselho Gestor do Sistema Estadual do REDD+ e o Comitê Estadual de Gestão do Fogo. A direção superior é exercida pelo Gabinete do Secretário de Estado de Meio Ambiente, apoiado por quatro gabinetes de secretários adjuntos: Executivo de Meio Ambiente, Administração Sistêmica, Gestão Ambiental e Licenciamento Ambiental e Recursos Hídricos.

O trabalho finalístico se concentra em nove superintendências: Gestão da Desconcentração e Descentralização, Gestão de Processos Administrativos e Autos de Infração, Regularização e Monitoramento Ambiental, Mudanças Climáticas e Biodiversidade, Fiscalização, Educação Ambiental e Atendimento ao Cidadão, Infraestrutura, Mineração, Indústria e Serviços, Recursos Hídricos e Gestão Florestal. Abaixo delas vêm coordenadorias e gerências temáticas, como outorga, águas subterrâneas, segurança de barragens, fauna silvestre, unidades de conservação e controle de recursos florestais. Completam o desenho as unidades de apoio estratégico, entre elas a Ouvidoria Setorial, a Unidade Setorial de Correição, a Unidade Setorial de Controle Interno e o Núcleo de Inteligência e Operações Conjuntas, e a área sistêmica, com a Superintendência de Tecnologia da Informação e as coordenadorias administrativas.

No interior, a secretaria mantém nove unidades desconcentradas, cada uma dirigida por um Diretor de Unidade Desconcentrada: Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Confresa, Guarantã do Norte, Juína, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra. Elas aproximam o atendimento e a fiscalização das regiões produtoras e são, junto com a sede em Cuiabá, as unidades de lotação oferecidas nos concursos. Há ainda mais de vinte gerências regionais responsáveis por parques estaduais, estações ecológicas, áreas de proteção ambiental e estradas-parque, como o Parque Estadual Encontro das Águas, o Parque Estadual do Cristalino e a Estrada Parque Transpantaneira.

Principais carreiras e requisitos

O quadro efetivo da SEMA é formado pela Carreira dos Profissionais do Meio Ambiente, criada pela Lei nº 8.515, de 30 de junho de 2006, e por cargos da Carreira dos Profissionais do Desenvolvimento Econômico e Social, criada pela Lei nº 7.554, de 10 de dezembro de 2001, que é transversal à administração estadual. O ingresso em qualquer deles depende de concurso público.

  • Analista de Meio Ambiente: cargo de nível superior, organizado em perfis por área de formação, como Biologia, Engenharia Ambiental, Engenharia Florestal, Agronomia, Geologia, Engenharia Hídrica, Medicina Veterinária e Geografia. Exige diploma de graduação reconhecido pelo Ministério da Educação no curso correspondente ao perfil e registro no conselho profissional da categoria, quando previsto. Responde pelas atividades técnicas da casa: analisar processos de licenciamento, emitir pareceres, fiscalizar empreendimentos, monitorar recursos naturais e apoiar a formulação das políticas ambientais.
  • Agente de Meio Ambiente: cargo da mesma carreira, voltado às atividades administrativas, de execução e de apoio ligadas às competências legais do órgão ambiental, do atendimento ao público à instrução de processos nas unidades.
  • Auxiliar de Meio Ambiente: cargo da carreira ambiental destinado às atividades administrativas e logísticas de nível básico que sustentam a rotina das unidades da secretaria.
  • Analista de Desenvolvimento Econômico e Social: cargo de nível superior da carreira transversal do Executivo estadual, também organizado em perfis, entre eles Administração, Direito, Ciências Contábeis, Economia, Tecnologia da Informação, Psicologia, Serviço Social, Sociologia e Comunicação Social. Exige diploma de graduação na área do perfil e registro no conselho de classe quando houver. Cuida do planejamento, do orçamento, dos contratos, da gestão de pessoas, da assessoria jurídica e do suporte técnico às áreas finalísticas.

A seleção é feita por concurso público, com etapas definidas em cada edital. Nos certames recentes, a avaliação reuniu prova objetiva e prova discursiva, ambas eliminatórias e classificatórias, somadas aos procedimentos próprios das vagas reservadas e à perícia médica oficial antes da posse. Não há curso de formação como etapa eliminatória: a capacitação ocorre depois do ingresso. Os aprovados são nomeados sob o regime estatutário da Lei Complementar nº 04, de 15 de outubro de 1990, cumprem estágio probatório e ficam sujeitos ao Código de Ética Funcional do Servidor Público Civil do Estado de Mato Grosso, a Lei Complementar nº 112, de 1º de julho de 2002.

Por que ingressar na SEMA?

Os cargos são efetivos e estatutários, com estabilidade após a aprovação no estágio probatório e jornada de 40 horas semanais. O servidor é enquadrado no nível e na classe iniciais do cargo e evolui por progressão funcional, conforme o plano de cargos, carreiras e remunerações da carreira a que pertence. A lotação inicial corresponde à unidade escolhida na inscrição, entre a sede em Cuiabá e as unidades desconcentradas do interior, o que permite planejar a vida fora da capital desde o começo. A capacitação continuada é oferecida pela Escola de Meio Ambiente, estrutura própria de formação da secretaria, que mantém cursos técnicos e ações em parceria com universidades.

Há também o sentido do trabalho. Mato Grosso concentra parte relevante da produção agropecuária e florestal do país e, ao mesmo tempo, áreas dos três maiores biomas brasileiros. Quem entra na SEMA passa a decidir sobre o uso da água, o licenciamento de empreendimentos, o manejo florestal e a proteção de parques e áreas de proteção ambiental em um território maior que o de muitos países. Cada parecer técnico, cada outorga e cada auto de infração tem efeito direto sobre florestas, rios e sobre quem vive e produz no estado.

Confiança

Transparência na compra

Pagamento 100% seguro7 dias de garantia incondicionalAcesso imediato em qualquer dispositivo
Site oficial de Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso

Dúvidas sobre o Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (SEMA/MT)

Perguntas frequentes sobre o edital, inscrições e preparação.

Perguntas gerais

Depende do cargo. O de Analista de Meio Ambiente, o mais numeroso nos concursos recentes, é de nível superior e exige diploma de graduação reconhecido pelo Ministério da Educação no curso correspondente ao perfil escolhido. O mesmo vale para o cargo de Analista de Desenvolvimento Econômico e Social. A Carreira dos Profissionais do Meio Ambiente inclui ainda os cargos de Agente e de Auxiliar de Meio Ambiente, voltados a atividades de apoio. A escolaridade é comprovada na posse.

Sim. Nos cargos organizados por perfil profissional, o edital costuma exigir, além do diploma, registro ativo no conselho de classe correspondente à formação, como o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, o Conselho Regional de Biologia ou o Conselho Regional de Medicina Veterinária. A exigência aparece sempre que a profissão é regulamentada e fiscalizada por conselho. O candidato precisa apresentar a certidão de registro e comprovar que está regular perante o órgão fiscalizador.

O quadro efetivo reúne duas carreiras. A Carreira dos Profissionais do Meio Ambiente, criada pela Lei nº 8.515/2006, é formada pelos cargos de Analista de Meio Ambiente, de nível superior, Agente de Meio Ambiente e Auxiliar de Meio Ambiente. A Carreira dos Profissionais do Desenvolvimento Econômico e Social, criada pela Lei nº 7.554/2001, é transversal à administração estadual e fornece à secretaria o cargo de Analista de Desenvolvimento Econômico e Social, também de nível superior.

Nos concursos recentes, a seleção reuniu prova objetiva de múltipla escolha, com conhecimentos básicos, gerais e específicos, e prova discursiva, ambas de caráter eliminatório e classificatório. Somam-se a isso os procedimentos das vagas reservadas, como a heteroidentificação para candidatos autodeclarados negros e a avaliação por equipe multiprofissional para pessoas com deficiência, além da perícia médica oficial antes da posse. As etapas de cada certame constam sempre do edital.

A SEMA não costuma exigir curso de formação como etapa eliminatória do concurso. A capacitação vem depois do ingresso, por meio da Escola de Meio Ambiente, que oferece cursos técnicos e ações em parceria com universidades. A lotação inicial corresponde à unidade escolhida no ato da inscrição: a sede, em Cuiabá, ou uma das nove unidades desconcentradas, situadas em Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Confresa, Guarantã do Norte, Juína, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra.

Não. A SEMA é ela própria uma secretaria de Estado, órgão da administração direta do Poder Executivo de Mato Grosso, criada pela Lei Complementar nº 214/2005 e dirigida pelo Secretário de Estado de Meio Ambiente. Sua posição na estrutura do Executivo estadual consta da Lei Complementar nº 566/2015, e a estrutura organizacional interna foi aprovada pelo Decreto nº 1.113/2024. Nas ações ambientais, coopera com a União e com os municípios nos termos da Lei Complementar federal nº 140/2011.

A jornada prevista para os cargos de nível superior da secretaria é de 40 horas semanais. Os servidores são regidos pelo regime estatutário da Lei Complementar estadual nº 04/1990, que disciplina posse, exercício, estágio probatório, férias e demais direitos e deveres do servidor público civil do estado. Aplica-se ainda o Código de Ética Funcional do Servidor Público Civil de Mato Grosso, instituído pela Lei Complementar estadual nº 112/2002.

Por se tratar de órgão estadual, valem as regras de Mato Grosso. A Lei estadual nº 10.816/2019 estabelece a reserva de vagas para candidatos negros nos concursos públicos do estado, com procedimento de heteroidentificação complementar à autodeclaração. Para pessoas com deficiência, aplicam-se a Lei Complementar estadual nº 114/2002 e a Lei Brasileira de Inclusão, com avaliação por equipe multiprofissional e interdisciplinar. Os percentuais e os procedimentos constam do edital de cada certame.

Comece sua preparação para o Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (SEMA/MT)

Edital completo por cargo, incluindo a legislação municipal e o conteúdo específico. Material completo e acompanhamento inteligente até a aprovação.