Destaques do edital
Edital 01/2026
- Órgão
- Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA) – Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo
- Banca
- Fundação VUNESP
- Esfera
- Estadual
- Localização
- SP
- Status
- Edital publicado
- Edital
- 01 / 2026
- Prova
- 14/02/2027
- Inscrições
- 18/11/2026 a 22/12/2026
- Cargos
- 30 cargos
- Vagas
- 60
- Escolaridade
- Ensino Superior
- Faixa salarial
- R$ 9.052,47
- Órgão
- Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA - SP)
- Banca Organizadora
- Fundação VUNESP
- Escolaridade
- Ensino Superior Completo
- Cargo
- Pesquisador Científico I A
- Remuneração Inicial
- R$ 9.052,47
- Jornada de Trabalho
- 40 horas semanais
- Abrangência
- Estado de São Paulo (SP)
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Sobre o concurso
O Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA), vinculado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo, representa um dos pilares mais fundamentais da pesquisa científica pública no Brasil. Criado para unificar a excelência histórica de institutos centenários paulistas, o IPA atua diretamente no desenvolvimento de conhecimento técnico-científico indispensável para a conservação da biodiversidade, a gestão de recursos naturais e o combate às mudanças climáticas.
A missão institucional do IPA abrange desde a preservação de remanescentes da Mata Atlântica e do Cerrado até a inovação biotecnológica e a gestão hídrica. Atuar como pesquisador neste instituto significa colocar a ciência a serviço da sociedade paulista e brasileira, gerando relatórios, relatórios de impacto, bancos de germoplasma e inventários de fauna e flora que orientam diretamente as políticas públicas ambientais do estado.
A carreira de Pesquisador Científico I A oferece uma estrutura altamente atrativa e valorizada no serviço público. Com salário inicial fixado em R$ 9.052,47 para uma jornada de 40 horas semanais, o cargo garante estabilidade funcional, plano de progressão na carreira acadêmica estatal e um ambiente de trabalho equipado com laboratórios de ponta e unidades de conservação urbanas e estaduais de referência internacional.
O perfil do candidato aprovado no concurso IPA exige sólida formação acadêmica e preparo técnico focado nas especificidades de cada especialidade. A banca organizadora, Fundação VUNESP, costuma cobrar conhecimentos com forte fundamentação metodológica, legislação ambiental e domínio rigoroso dos tópicos específicos do edital. Por se tratar de um certame focado na carreira científica, a precisão conceitual e a capacidade de resolução de questões técnicas são determinantes para a classificação.
Para garantir a aprovação em uma disputa altamente qualificada, o estudo precisa ser estruturado com método e constância diária. A melhor estratégia envolve mapear integralmente o edital, praticar a fixação de conceitos essenciais por meio de questões focadas e manter uma rotina constante de revisão ativa. A sua preparação rumo ao serviço público paulista começa agora.
Sobre a instituição
Instituto de Pesquisas Ambientais
Instituto de pesquisa da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo que produz ciência em biodiversidade, botânica, geociências e florestas para as políticas do estado.
Sobre
O Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA) é a instituição de ciência e tecnologia da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (SEMIL) do Estado de São Paulo. Foi criado pelo Decreto Estadual nº 65.796, de 16 de junho de 2021, que reuniu em uma só unidade o Instituto de Botânica, o Instituto Florestal e o Instituto Geológico, três institutos tradicionais da pesquisa ambiental paulista. Integra a Subsecretaria de Meio Ambiente e é dirigido por um Diretor. Suas competências e sua estrutura atuais estão definidas no Decreto Estadual nº 69.376, de 26 de fevereiro de 2025, que aprovou a organização da SEMIL.
O que é o Instituto de Pesquisas Ambientais?
O IPA produz a base científica das políticas ambientais do estado. Seus pesquisadores estudam a flora, a biodiversidade, as florestas, as rochas, os solos e as águas paulistas e transformam esse trabalho em artigos, mapas, laudos, pareceres técnicos e bancos de dados usados na gestão ambiental. Cabe ao instituto elaborar e atualizar a lista das espécies da flora silvestre ameaçadas de extinção no estado e o inventário florestal de São Paulo. O IPA também presta serviços técnicos especializados a órgãos públicos e à comunidade, como a identificação de plantas e a análise do pólen presente no mel.
A atuação alcança todo o território paulista. As linhas de pesquisa cobrem conservação da biodiversidade, restauração ecológica e recuperação de áreas degradadas, uso sustentável de recursos naturais e geociências, com estudos sobre águas superficiais e subterrâneas, gestão de riscos e monitoramento ambiental. Os resultados e as coleções científicas subsidiam o licenciamento, a fiscalização e o planejamento ambiental. O instituto ainda analisa os projetos de pesquisa de outras instituições nas unidades de conservação do Sistema Estadual de Florestas (SIEFLOR).
Estrutura, unidades e áreas de pesquisa
Abaixo da Direção, o IPA se organiza em duas coordenadorias. A Coordenadoria Técnico-Científica reúne os departamentos de pesquisa: Departamento de Conservação da Biodiversidade, Departamento de Restauração Ecológica e Recuperação de Áreas Degradadas, Departamento de Uso Sustentável de Recursos Naturais e Departamento de Geociência, Gestão de Risco e Monitoramento Ambiental. Na mesma área ficam o Departamento de Gestão de Pesquisas, que acompanha os projetos, e o Departamento de Apoio Técnico-Científico, responsável pelos laboratórios, pelas áreas experimentais e pelas coleções biológicas, geológicas e paleontológicas.
A Coordenadoria de Gestão do Conhecimento abriga o Departamento de Ensino e Extensão, com as divisões de pós-graduação stricto sensu e lato sensu, e o Departamento de Gestão de Acervos, que cuida de bibliotecas, mapotecas, museus e acervos arquivísticos e iconográficos. Completam a estrutura o Departamento de Inovação Tecnológica e o Departamento de Divulgação do Conhecimento e Eventos. Os projetos de pesquisa passam pelo Conselho Científico, colegiado que aprova as propostas e fixa as diretrizes de pesquisa do instituto.
O IPA funciona em três unidades na capital paulista: Jardim Botânico, no bairro da Água Funda, Horto Florestal e Vila Mariana. Seu patrimônio científico inclui três museus herdados dos institutos de origem (Florestal, Botânico e Geológico), três bibliotecas científicas, mais de 20 laboratórios e 17 coleções científicas. O instituto mantém também o Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente, com mestrado e doutorado.
Principais carreiras e requisitos
O trabalho finalístico do IPA é feito pela carreira de Pesquisador Científico, com suporte de servidores técnicos e administrativos.
- Pesquisador Científico: exige graduação de nível superior correspondente ao campo de atuação, nos termos da Lei Complementar Estadual nº 1.435/2025, além de registro no conselho profissional quando a área exigir. Os concursos são organizados por área de especialização. No dia a dia, o pesquisador planeja e executa projetos e experimentos, conduz trabalhos de campo e de laboratório, publica resultados, orienta estudantes de pós-graduação e emite pareceres técnicos para a gestão ambiental.
- Carreiras de apoio técnico e administrativo: cargos do quadro da Secretaria, com escolaridade e requisitos definidos para cada cargo no respectivo edital. Esses servidores dão suporte aos laboratórios, às coleções, às áreas experimentais, aos acervos e às rotinas administrativas das unidades.
O ingresso ocorre por concurso público de provas ou de provas e títulos e, na carreira de pesquisador, sempre na Categoria A do Nível I. A seleção não costuma incluir curso de formação. O servidor nomeado cumpre estágio probatório de três anos, com Avaliação Especial de Desempenho que considera, entre outros fatores, assiduidade, produtividade e aptidão em pesquisa científica. A estabilidade depende da aprovação nessa avaliação.
Por que ingressar no IPA?
O pesquisador científico é servidor estatutário, regido pela Lei Estadual nº 10.261/1968, com jornada de 40 horas semanais em regime de dedicação exclusiva. A remuneração é paga por subsídio, em parcela única. A carreira tem seis níveis, cada um com três categorias, e a evolução combina progressão entre categorias e promoção entre níveis, por processos anuais de avaliação. O pesquisador com doutorado e pelo menos um ano de exercício pode concorrer à promoção direta para o Nível III. Há ainda funções de chefia privativas da carreira, como a direção dos departamentos de pesquisa.
O trabalho tem destino concreto. A lista de espécies ameaçadas orienta o licenciamento, os estudos de restauração indicam como recuperar áreas degradadas e o monitoramento de riscos ajuda a prevenir desastres ambientais. Quem entra no IPA passa a produzir o conhecimento que embasa decisões do governo paulista sobre florestas, água, solo e biodiversidade, e a cuidar de coleções e acervos que guardam mais de um século de pesquisa ambiental no estado.
Confiança
Transparência na compra
Dúvidas sobre o Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA) – Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo
Perguntas frequentes sobre o edital, inscrições e preparação.
Perguntas gerais
Para a carreira de Pesquisador Científico, exige-se graduação de nível superior correspondente ao campo de atuação, conforme a Lei Complementar Estadual nº 1.435/2025. Como os concursos são organizados por área de especialização, o curso precisa ser compatível com a área escolhida, nos termos do edital. Para as carreiras de apoio técnico e administrativo, a escolaridade varia por cargo e consta do edital. A comprovação ocorre na posse
Sim. Na carreira de Pesquisador Científico, o candidato precisa ter registro no conselho profissional quando a área de especialização corresponder a uma profissão regulamentada, como Engenharia, Agronomia ou Geologia. Mestrado, doutorado e produção científica não são requisito de ingresso, mas costumam ser pontuados na prova de títulos. O doutorado também pesa depois da posse, porque permite concorrer à promoção direta para o Nível III da carreira
O núcleo do instituto é a carreira de Pesquisador Científico, reestruturada pela Lei Complementar Estadual nº 1.435/2025 e privativa das instituições científicas e tecnológicas do Estado. Ela tem seis níveis, cada um com três categorias. Ao lado dos pesquisadores atuam servidores das carreiras de apoio técnico e administrativo, que sustentam laboratórios, coleções, acervos e rotinas das unidades. Cada edital define quais cargos e áreas de especialização serão providos.
O concurso para Pesquisador Científico costuma ter três etapas. A prova objetiva combina conhecimentos gerais, como interpretação de texto, informática e administração pública, com conhecimentos específicos da área de especialização. A prova dissertativa cobra questões aprofundadas da mesma área. Ambas são eliminatórias e classificatórias. Por fim, a prova de títulos, classificatória, avalia mestrado, doutorado e produção científica. O detalhamento de cada etapa consta do edital.
A seleção não costuma incluir curso de formação. O candidato aprovado é nomeado, toma posse e entra em exercício na Categoria A do Nível I da carreira. A lotação ocorre nas unidades do instituto na capital paulista: Jardim Botânico, Horto Florestal e Vila Mariana. O trabalho de campo, porém, pode levar o pesquisador a unidades de conservação e áreas experimentais em diferentes regiões do estado, conforme o projeto.
O IPA integra a Subsecretaria de Meio Ambiente da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo, conforme o Decreto Estadual nº 69.376/2025. É unidade da administração direta do Poder Executivo estadual, e não autarquia, e é reconhecido como Instituição Científica e Tecnológica do Estado de São Paulo. A direção cabe a um Diretor, com apoio de duas coordenadorias e de um Conselho Científico.
A Lei Complementar Estadual nº 1.435/2025 fixa a Jornada Completa de Trabalho, de 40 horas semanais, em regime de dedicação exclusiva. A mesma lei prevê que o controle da jornada leve em conta as particularidades da pesquisa e possa usar metas, planos de trabalho, relatórios e entregas pactuadas, além do controle de frequência. Para as carreiras de apoio, a carga horária é a definida para cada cargo.
Os concursos do instituto seguem a legislação do Estado de São Paulo sobre reserva de vagas. Há reserva para pessoas com deficiência, com perícia que verifica a condição e sua compatibilidade com as atribuições do cargo. Conforme a norma vigente na data do edital, também pode haver vagas reservadas a candidatos negros, com procedimento de heteroidentificação. Os percentuais e as regras de comprovação são sempre definidos no edital.
O concurso do Instituto de Pesquisas Ambientais do Estado de São Paulo é organizado pela Fundação VUNESP.
A remuneração inicial para o cargo de Pesquisador Científico I A é de R$ 9.052,47 para uma jornada de 40 horas semanais.
O concurso exige diploma de nível superior na área específica de atuação do cargo pretendido.
As vagas são destinadas às unidades do Instituto de Pesquisas Ambientais na cidade de São Paulo, como a Unidade Horto, Jardim Botânico e Vila Mariana.
O concurso público encontra-se atualmente com inscrições abertas.





























