Destaques do edital
Edital 001/2026
- Órgão
- Conselho Regional de Odontologia de Sergipe - CRO/SE
- Banca
- Instituto Consulplan de Desenvolvimento, Projetos e Assistência Social
- Esfera
- Federal
- Localização
- Aracaju - SE
- Status
- Edital publicado
- Edital
- 001 / 2026
- Prova
- 13/12/2026
- Inscrições
- 25/09/2026 a 26/10/2026
- Cargos
- 4 cargos
- Vagas
- 3
- Escolaridade
- Médio e Superior
- Faixa salarial
- R$ 2.642,71 a R$ 4.504,61
- Banca Organizadora
- Instituto Consulplan
- Estado
- Sergipe (SE)
- Escolaridade
- Nível Médio e Superior
- Remuneração
- De R$ 2.642,71 a R$ 4.504,61
- Inscrições
- 25/09/2026 a 26/10/2026
- Data da Prova
- 13/12/2026
- Lotação
- Aracaju/SE
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Sobre o concurso
O Conselho Regional de Odontologia de Sergipe (CRO/SE) desempenha um papel fundamental na regulação e fiscalização da prática odontológica no estado, garantindo a segurança da saúde bucal da população sergipana. Fundado com o propósito de zelar pela ética profissional, o órgão atua de forma rigorosa para valorizar os cirurgiões-dentistas e proteger a sociedade contra o exercício ilegal da profissão. Ingressar nesta autarquia federal representa uma oportunidade única de fazer parte de uma instituição respeitada e de grande impacto social.
A missão do CRO/SE vai muito além da burocracia administrativa; trata-se de assegurar que os serviços de saúde bucal prestados em Sergipe sigam os mais altos padrões de qualidade. Os servidores do conselho trabalham diretamente no suporte a profissionais e na fiscalização de clínicas e consultórios em todo o estado. Fazer parte desta equipe significa contribuir ativamente para a consolidação de uma saúde pública e privada mais ética e segura para milhares de cidadãos.
Trabalhar no CRO/SE oferece vantagens atrativas que vão além da remuneração inicial de até R$ 4.504,61. Como o regime de contratação é sob a égide da CLT, os funcionários contam com a estabilidade típica do setor público, além de benefícios e uma jornada de trabalho equilibrada de 30 a 40 horas semanais. A lotação na belíssima cidade de Aracaju/SE proporciona uma excelente qualidade de vida, permitindo conciliar o crescimento profissional com o bem-estar pessoal.
O processo seletivo, organizado pelo Instituto Consulplan, exige dos candidatos uma preparação focada e estratégica. O perfil do aprovado envolve disciplina para dominar tanto os conhecimentos básicos de língua portuguesa e informática quanto a legislação específica que rege o sistema de conselhos de odontologia. A banca é reconhecida por cobrar questões diretas e conceituais, o que valoriza o estudante que possui um material de revisão eficiente e atualizado.
Para conquistar uma das vagas ou garantir seu espaço no cadastro de reserva, é essencial iniciar os estudos o quanto antes, focando na resolução de questões anteriores da banca organizadora. Organizar uma rotina adaptativa e focar na fixação de conteúdos por meio de revisões ativas fará toda a diferença no dia 13 de dezembro de 2026. A sua jornada rumo à estabilidade profissional começa agora com planejamento e foco total.
Sobre a instituição
Conselho Regional de Odontologia de Sergipe
Autarquia federal que registra e fiscaliza o exercício da Odontologia nos 75 municípios de Sergipe, julgando infrações éticas e zelando pela regularidade da profissão no estado.
Sobre
O Conselho Regional de Odontologia de Sergipe (CRO-SE) é a autarquia federal responsável pelo registro e pela fiscalização do exercício da Odontologia no estado de Sergipe. Foi instituído pela Lei nº 4.324, de 14 de abril de 1964, regulamentada pelo Decreto nº 68.704, de 3 de junho de 1971, que reuniram o Conselho Federal de Odontologia (CFO) e os conselhos regionais em uma única autarquia, com personalidade jurídica de direito público. O CRO-SE tem autonomia administrativa e financeira, sem prejuízo da subordinação ao CFO, e é dirigido por uma diretoria formada por presidente, secretário e tesoureiro, eleita entre os conselheiros. A sede fica em Aracaju.
O que é o Conselho Regional de Odontologia de Sergipe?
A finalidade legal do Conselho é a supervisão da ética profissional e a fiscalização do exercício da Odontologia. Na prática, isso se traduz em atos concretos. É o CRO-SE que delibera sobre a inscrição e o cancelamento do registro dos profissionais, expede a carteira profissional que habilita ao exercício da Odontologia, recebe denúncias, instaura e julga processos éticos e aplica as penalidades previstas em lei, que vão da advertência confidencial à cassação do exercício profissional, esta última referendada pelo Conselho Federal. Também cabe ao Conselho dirimir dúvidas sobre a competência e o âmbito das atividades de cada categoria, com recurso ao CFO.
A jurisdição alcança todo o estado de Sergipe, do litoral ao sertão, nos 75 municípios sergipanos. A fiscalização percorre consultórios e clínicas particulares, serviços públicos de saúde bucal e laboratórios de prótese dentária, verificando se quem atende está habilitado e regular e se a estrutura atende às normas da profissão. A publicidade e a propaganda odontológicas também passam pelo crivo do Conselho. Quem procura um dentista em Sergipe e confere o registro do profissional está usando, sem perceber, o cadastro que o CRO-SE mantém e atualiza.
Competências e área de regulação
As competências do CRO-SE estão no artigo 11 da Lei nº 4.324/1964: deliberar sobre inscrições e cancelamentos, fiscalizar o exercício da profissão em harmonia com os órgãos sanitários, decidir sobre assuntos de ética profissional e aplicar penalidades, expedir carteiras profissionais, organizar o regimento interno, publicar relatórios anuais e a relação dos profissionais registrados e submeter o orçamento e as contas ao Conselho Federal. A receita vem de taxas de inscrição, anuidades, taxas de expedição de carteiras e multas, na forma do artigo 12 da mesma lei.
A regulação não se limita aos cirurgiões-dentistas. Estão sujeitas ao registro no Conselho as categorias auxiliares da Odontologia, entre elas o técnico em prótese dentária, disciplinado pela Lei nº 6.710/1979, e o técnico em saúde bucal e o auxiliar em saúde bucal, regulamentados pela Lei nº 11.889/2008. As pessoas jurídicas que prestam serviços odontológicos, como clínicas, odontoclínicas e policlínicas, também são obrigadas a se inscrever no Conselho da jurisdição em que atuam. O parâmetro técnico da fiscalização é a Consolidação das Normas para os Procedimentos nos Conselhos de Odontologia e o Código de Ética Odontológica, ambos editados pelo CFO.
A estrutura de decisão é colegiada e eletiva. O plenário reúne cinco conselheiros efetivos e cinco suplentes, com mandato bienal e caráter honorífico, eleitos por voto secreto dos cirurgiões-dentistas inscritos na região. Desse colegiado sai a diretoria, e as decisões passam ainda por comissões temáticas designadas pelo Conselho. A assembleia geral, formada pelos profissionais inscritos, aprecia o relatório e as contas da diretoria ao menos uma vez por ano. O atendimento ao público e aos inscritos é organizado por áreas na sede, entre elas registro, fiscalização, negociação de débitos e ouvidoria.
Principais carreiras e requisitos
O quadro de pessoal do CRO-SE é enxuto e reúne empregos de fiscalização e de apoio técnico e administrativo. Os certames publicados pelo próprio Conselho contemplaram os seguintes empregos:
- Assistente Técnico-Administrativo: exige certificado de conclusão do ensino médio, expedido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação. Cuida das rotinas administrativas da sede: protocolo, arquivo, instrução de processos e documentos, atendimento aos inscritos e apoio às demais áreas.
- Assistente Técnico de Fiscalização: também exige ensino médio completo e, nos editais recentes, Carteira Nacional de Habilitação categoria B em situação regular e disponibilidade para viagens. É quem vai a campo verificar o exercício profissional de pessoas físicas e jurídicas, orienta sobre o código de ética, emite notificações e relatórios e lavra autos de infração.
- Analista Fiscal: exige diploma de graduação em Odontologia reconhecido pelo MEC e registro ativo e adimplente no próprio CRO-SE, além de habilitação categoria B e disponibilidade para viagens. Fiscaliza a aplicação dos preceitos éticos, emite pareceres técnicos, acompanha diligências no combate ao exercício ilegal da profissão e ministra cursos e palestras.
- Assessor Jurídico: exige diploma de graduação em Direito e registro no conselho de classe correspondente. Responde pela assessoria jurídica do Conselho, pela instrução de processos administrativos e pelas questões contenciosas da autarquia.
- Analista Contábil: exige diploma de graduação em Ciências Contábeis e registro no conselho de classe correspondente. Trabalha com orçamento, execução financeira, escrituração, demonstrações contábeis e prestação de contas, que é submetida anualmente ao Conselho Federal.
O ingresso se dá por concurso público, na forma do inciso II do artigo 37 da Constituição Federal. O vínculo é celetista: a Lei nº 4.324/1964 determina, em seu artigo 24, que o pessoal a serviço dos Conselhos de Odontologia seja regido pela legislação trabalhista, regra repetida no artigo 59 do Decreto nº 68.704/1971. Não há curso de formação como etapa dos certames. Aprovado e convocado, o candidato apresenta a documentação exigida, passa por avaliação médica pré-admissional de caráter eliminatório e assina o contrato de trabalho. Para necessidades temporárias, o Conselho já recorreu a processo seletivo simplificado, com contratação por prazo determinado.
Por que ingressar no CRO-SE?
É emprego público obtido por concurso, com as garantias da Consolidação das Leis do Trabalho, incluindo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço depositado pelo empregador. A remuneração é composta pelo salário-base somado aos benefícios previstos nas normas internas da autarquia, definidos no edital de cada certame. A jornada é menor que a da maioria dos órgãos públicos nos empregos de nível superior. A estrutura pequena é um atrativo em si: em um quadro reduzido, o mesmo profissional acompanha o processo do começo ao fim, da denúncia recebida ao parecer técnico, sem a compartimentação típica de órgãos grandes.
Há também o sentido do trabalho. Quem entra no CRO-SE passa a cuidar de uma garantia silenciosa: a de que o atendimento odontológico prestado em Sergipe vem de profissional habilitado, registrado e sujeito a um código de ética. A fiscalização de um consultório irregular ou de um laboratório de prótese sem responsável técnico tem efeito direto sobre a saúde de quem senta na cadeira. Para os empregos administrativos, o impacto está em manter de pé o cadastro, os processos e as contas que sustentam essa fiscalização em todo o estado.
Ficha da instituição
- Jurisdição
- Estado de Sergipe, 75 municípios
- Sede
- Aracaju (SE)
- Poder
- Executivo — autarquia federal de fiscalização profissional
- Vinculação
- Sem vinculação a ministério; subordinação ao Conselho Federal de Odontologia (CFO)
Confiança
Transparência na compra
Dúvidas sobre o Conselho Regional de Odontologia de Sergipe - CRO/SE
Perguntas frequentes sobre o edital, inscrições e preparação.
Perguntas gerais
Depende do emprego. Os empregos de Assistente Técnico-Administrativo e de Assistente Técnico de Fiscalização exigem certificado de conclusão do ensino médio, expedido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação. Os empregos de nível superior exigem diploma de graduação na área correspondente: Direito para Assessor Jurídico, Ciências Contábeis para Analista Contábil e Odontologia para Analista Fiscal. A comprovação da escolaridade é feita na convocação, antes da contratação.
Sim. O Analista Fiscal exige, além da graduação em Odontologia, registro ativo e adimplente no próprio Conselho Regional de Odontologia de Sergipe. O Assessor Jurídico e o Analista Contábil exigem registro no conselho de classe correspondente. Para os empregos de fiscalização, os editais recentes pedem ainda Carteira Nacional de Habilitação categoria B em situação regular e disponibilidade para viagens, porque a fiscalização percorre todo o estado.
O quadro é enxuto e reúne empregos de fiscalização e de apoio técnico e administrativo. Os certames publicados pelo Conselho contemplaram Assistente Técnico Administrativo e Assistente Técnico de Fiscalização, de nível médio, além de Assessor Jurídico, Analista Contábil e Analista Fiscal, de nível superior. Não há carreira estruturada em classes e padrões como nos órgãos de regime estatutário, e cada edital define quais empregos serão providos.
Nos concursos públicos, a seleção costuma combinar prova objetiva de múltipla escolha, de caráter eliminatório e classificatório, e exame de títulos para os empregos de nível superior. Em contratações temporárias, o Conselho já adotou processo seletivo simplificado composto apenas por avaliação de títulos. Somam-se a verificação das vagas reservadas, por heteroidentificação e por perícia médica, e os exames admissionais. O edital define cada fase.
Não há curso de formação como etapa dos certames do CRO-SE. Depois de aprovado, o candidato é convocado, apresenta a documentação exigida e passa por avaliação médica pré-admissional antes de assinar o contrato. A lotação inicial é na sede do Conselho, em Aracaju. Nos empregos de fiscalização, porém, o exercício alcança todo o estado de Sergipe, o que explica a exigência de habilitação e de disponibilidade para viagens.
Não. O Conselho Regional de Odontologia de Sergipe é autarquia federal, com personalidade jurídica de direito público e autonomia administrativa e financeira, e não integra a estrutura de nenhum ministério. Está, contudo, subordinado ao Conselho Federal de Odontologia, que aprova o regimento interno, o orçamento e as contas anuais dos regionais e julga, em grau de recurso, as decisões por eles proferidas.
Os editais recentes preveem quarenta e quatro horas semanais para os empregos de nível médio e vinte horas semanais para os de nível superior. Os contratados são regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho, e não pelo estatuto do servidor público federal: a Lei nº 4.324/1964 determina que o pessoal a serviço dos Conselhos de Odontologia siga a legislação trabalhista. A jornada de cada emprego consta do edital.
Sim. Por se tratar de autarquia federal, aplica-se a Lei nº 15.142/2025, que reserva 30% das vagas de concursos públicos para cargos efetivos e empregos públicos da administração federal, inclusive das autarquias, a pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas, com confirmação da autodeclaração por heteroidentificação. Há também reserva para pessoas com deficiência, regulamentada pelo Decreto nº 9.508/2018. Percentuais e procedimentos constam do edital.
A banca organizadora responsável pelo concurso é o Instituto Consulplan.
O concurso oferece vagas para cargos de nível médio e nível superior completo.
Os aprovados serão lotados na sede do CRO/SE, localizada no município de Aracaju/SE.
As inscrições estarão abertas do dia 25 de setembro de 2026 até o dia 26 de outubro de 2026.
A aplicação da prova objetiva está prevista para o dia 13 de dezembro de 2026.
Sim, todas as vagas oferecidas no edital possuem previsão de formação de cadastro de reserva.



