Inscrições abertasBanca Exitus ConsultoriaMunicipal · Clementina/SP

Câmara Municipal de Clementina

O concurso da Câmara Municipal de Clementina/SP oferece oportunidade de nível superior para o cargo de Controlador Interno, sob organização da banca Exitus Consultoria. Conquiste sua estabilidade no serviço público municipal com a Aprova.

1cargo
1vagas
atéR$ 2.500,00
Clementina - SP
prova22/11/2026
Inscrições: 28/09/2026 a 26/10/2026

Destaques do edital

Edital 01/2026

Órgão
Câmara Municipal de Clementina
Banca
Exitus Consultoria
Esfera
Municipal
Localização
Clementina - SP
Status
Inscrições abertas
Edital
01 / 2026
Prova
22/11/2026
Inscrições
28/09/2026 a 26/10/2026
Cargos
1 cargo
Vagas
1
Escolaridade
Ensino Superior
Faixa salarial
R$ 2.500,00
Órgão
Câmara Municipal de Clementina/SP
Banca Organizadora
Exitus Consultoria
Escolaridade
Ensino Superior
Cargo Disponível
Controlador Interno
Período de Inscrição
28/09/2026 a 26/10/2026
Data da Prova
22/11/2026

Escolha sua preparação

Comece hoje com a garantia de cobertura total: cobrimos o conteúdo específico e a legislação municipal do seu cargo. 1 cargo.

Sobre o concurso

A Câmara Municipal de Clementina, no estado de São Paulo, desempenha um papel fundamental no fortalecimento da democracia local e na fiscalização do uso dos recursos públicos. Como poder legislativo do município, a instituição garante a transparência administrativa, a elaboração de leis relevantes para a comunidade e a guarda da responsabilidade fiscal. Fazer parte do quadro funcional dessa Casa de Leis significa atuar diretamente na engrenagem que zela pela integridade dos atos administrativos e pelo bem-estar da população clementinense.

A relevância social do trabalho legislativo municipal reflete-se na exigência de profissionais qualificados e comprometidos com a ética e a eficiência pública. Ao ingressar na Câmara de Clementina, o servidor passa a exercer funções estratégicas no acompanhamento orçamentário, na conformidade de processos e no suporte ao correto cumprimento das normas legais. É uma atuação que impacta diretamente a qualidade das políticas públicas executadas na cidade, proporcionando um sentimento genuíno de contribuição para a sociedade.

A carreira na Câmara Municipal de Clementina oferece estabilidade garantida pelo regime estatutário, além de uma rotina estruturada de trabalho. O edital prevê uma jornada semanal diferenciada de 20 horas para a vaga de Controlador Interno, com remuneração inicial de R$ 2.500,00. Esse modelo de carga horária proporciona um excelente equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, permitindo que o servidor desenvolva suas atribuições com foco e excelência técnica sem abdicar de sua rotina individual.

O perfil do candidato aprovado neste certame exige preparo técnico rigoroso e alinhamento com as disciplinas essenciais do setor público. A banca organizadora Exitus Consultoria exige formação superior específica em Direito, Administração ou Ciências Contábeis, valorizando o conhecimento em legislação municipal, direito administrativo e controle das contas públicas. A concorrência exige dedicação contínua e um plano de estudos focado na resolução ativa de conteúdo e memorização dos pontos centrais da legislação pertinente.

Para garantir a aprovação, o candidato deve adotar uma estratégia de estudos organizada desde o primeiro momento do ciclo de preparação. É indispensável mapear os pontos do edital, priorizar a resolução constante de questões inéditas no formato praticado pela banca e realizar revisões periódicas das normas constitucionais e administrativas. Uma preparação adaptativa e guiada por metas diárias é o caminho ideal para atingir a maturidade teórica necessária. A sua trajetória no serviço público municipal começa agora.

Sobre a instituição

Câmara Municipal de Clementina

municipal

Poder Legislativo de Clementina, no interior paulista, formado por nove vereadores que elaboram as leis municipais e fiscalizam os atos e as contas da Prefeitura.

Sobre

A Câmara Municipal de Clementina é o órgão que exerce o Poder Legislativo do município de Clementina, no interior do estado de São Paulo. É composta por nove vereadores eleitos pelo sistema proporcional para mandato de quatro anos e dirigida pela Mesa Diretora, formada por Presidente, Vice-Presidente, 1º Secretário e 2º Secretário, escolhidos entre os próprios parlamentares. Sua organização e suas competências estão definidas na Lei Orgânica do Município de Clementina e no Regimento Interno da Casa.

O que é a Câmara Municipal de Clementina?

A Câmara tem duas funções centrais. Legisla: recebe projetos de lei enviados pelo Executivo, apresentados pelos vereadores ou sugeridos pela população, submete cada proposta às comissões e ao Plenário e devolve leis municipais, resoluções e decretos legislativos. E fiscaliza: acompanha a execução do orçamento, encaminha indicações ao Executivo e julga as contas do Prefeito com base no parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Também tramitam na Casa moções e emendas impositivas ao orçamento municipal.

A jurisdição é o território de Clementina, elevado a município pela Lei Estadual nº 2.456, de 30 de dezembro de 1953, com área desmembrada de Coroados, e instalado em 1º de janeiro de 1955. O município fica próximo ao rio Aguapeí, tem dois distritos, Clementina e Lauro Penteado, cerca de 169 quilômetros quadrados e 6.982 habitantes, segundo o Censo 2022 do IBGE. É uma Casa de pequeno porte, com um único Plenário e uma sede administrativa no centro da cidade.

Estrutura administrativa do município

O governo municipal é formado por dois poderes independentes e harmônicos: o Executivo, exercido pela Prefeitura, e o Legislativo, exercido pela Câmara. A Câmara não é subordinada à Prefeitura. Tem orçamento, quadro de pessoal e administração próprios, geridos pela Mesa Diretora. Ao Presidente cabe representar a Casa, dirigir os trabalhos do Plenário e editar os atos administrativos da Câmara, como os que fixam o expediente da sede.

As proposições passam pelas comissões, compostas por vereadores, antes da votação em Plenário. As sessões são públicas e transmitidas ao vivo pelo canal da Câmara no YouTube. A área administrativa dá suporte a esse trabalho e responde pela prestação de contas: a Casa publica relatórios de gestão fiscal, plano de contratações anual e dados de receitas, despesas e pessoal no Portal da Transparência, e mantém um sistema de controle interno próprio do Legislativo, disciplinado em norma municipal.

A relação com o cidadão passa pela Ouvidoria, pelo Serviço de Informação ao Cidadão (SIC) e por canais de participação popular, como a sugestão de projetos de lei e as enquetes publicadas no portal. A sede fica na Rua Bahia, nº 159, no Centro de Clementina, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Principais carreiras e requisitos

O quadro de pessoal da Câmara é enxuto, formado por empregos públicos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e lotados na sede. Entre os empregos efetivos da Casa está o de controle interno.

  • Controlador Interno: diploma de ensino superior em Direito, Administração ou Ciências Contábeis, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC); jornada de 20 horas semanais. Acompanha e fiscaliza a gestão administrativa, financeira, orçamentária e patrimonial da Câmara, mantém e aperfeiçoa o sistema de controle interno, verifica a conformidade dos atos com a legislação e apoia a prestação de contas ao TCE-SP.

O ingresso nos empregos efetivos ocorre por concurso público. Não há curso de formação: o candidato aprovado é convocado por ordem de classificação, apresenta os documentos e exames exigidos e é contratado pelo regime da CLT para trabalhar na sede da Câmara. Por se tratar de vínculo celetista, não se aplica o estágio probatório do regime estatutário; a admissão e o acompanhamento seguem a CLT e a legislação municipal.

Por que ingressar na CM Clementina?

O emprego público na Câmara é obtido por concurso e combina vínculo formal com rotina previsível. A jornada é fixada para cada emprego e cumprida na sede, e a remuneração é composta por salário fixado em lei municipal. Como empregado celetista, o contratado tem carteira assinada, depósitos de FGTS e contribuição ao Regime Geral de Previdência Social. Em uma Casa pequena, o profissional acompanha de perto todo o ciclo da gestão pública, do empenho da despesa à publicação dos relatórios fiscais.

O trabalho tem efeito direto sobre a população. As leis e o orçamento votados em Clementina tratam da saúde, da educação, das praças, das vias urbanas e da assistência às famílias de um município de cerca de 7 mil habitantes. O controle interno verifica se cada contrato, cada pagamento e cada ato da Casa seguem a lei, o que dá ao cidadão a garantia de que o dinheiro público do Legislativo é aplicado onde a norma determina.

Confiança

Transparência na compra

Pagamento 100% seguro7 dias de garantia incondicionalAcesso imediato em qualquer dispositivo
Site oficial de Câmara Municipal de Clementina

Dúvidas sobre o Câmara Municipal de Clementina

Perguntas frequentes sobre o edital, inscrições e preparação.

Perguntas gerais

Depende do emprego. O Controlador Interno, emprego efetivo de nível superior da Casa, exige diploma de graduação em Direito, Administração ou Ciências Contábeis, reconhecido pelo Ministério da Educação. Para outros empregos do quadro, a escolaridade é a fixada na lei municipal que criou cada um e reproduzida no edital do concurso. A comprovação ocorre na contratação, com apresentação do diploma ou certificado exigido.

Sim. O Controlador Interno não aceita qualquer graduação: o diploma precisa ser em Direito, Administração ou Ciências Contábeis, áreas ligadas ao exame de legalidade, à gestão e à contabilidade pública. Além da formação, o candidato precisa cumprir as exigências gerais do emprego público, como ter 18 anos, estar quite com as obrigações eleitorais e militares e não ter sido demitido do serviço público por ato de improbidade administrativa.

O quadro da Câmara é enxuto e formado por empregos públicos regidos pela CLT, todos lotados na sede. O emprego efetivo confirmado em fonte oficial é o de Controlador Interno, de nível superior, responsável pelo sistema de controle interno do Legislativo. Por ser uma Casa pequena, cada emprego concentra uma função inteira, sem divisão em departamentos, e os demais postos do quadro são definidos em lei municipal.

A seleção costuma ser feita por prova objetiva de múltipla escolha, de caráter eliminatório e classificatório. A prova reúne conhecimentos gerais, como língua portuguesa, e conhecimentos específicos do emprego. Para o controle interno, cobra temas como controle interno e externo, auditoria governamental, Direito Administrativo, licitações, finanças públicas, Lei Orgânica do Município e Regimento Interno da Câmara. Após recursos e homologação, os aprovados são convocados por ordem de classificação.

Não há curso de formação. O candidato aprovado é convocado pela Câmara, apresenta os documentos e exames exigidos e é contratado pelo regime da CLT. A lotação é sempre a sede da Câmara, na Rua Bahia, no Centro de Clementina, porque a Casa não tem unidades descentralizadas. O trabalho é presencial e acompanha o expediente administrativo e a rotina das sessões do Plenário.

Não. A Câmara exerce o Poder Legislativo do município, independente e harmônico em relação ao Executivo. Tem orçamento, quadro de pessoal e administração próprios, geridos pela Mesa Diretora. Uma de suas funções é fiscalizar os atos e as contas do Prefeito, julgadas pelos vereadores com base no parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, que também fiscaliza as contas da própria Câmara.

A jornada é fixada para cada emprego na norma que o criou e reproduzida no edital. O Controlador Interno cumpre 20 horas semanais. O expediente administrativo da Câmara funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h, e o trabalho é presencial na sede. Alterações pontuais de expediente são definidas por ato do Presidente da Câmara.

A reserva segue o percentual previsto na legislação, aplicado sobre as vagas de cada emprego. Em quadros pequenos como o da Câmara de Clementina, é comum que o cálculo não alcance número inteiro quando há poucas vagas, e o edital passa a indicar a partir de qual vaga o candidato com deficiência será convocado durante a validade do concurso. A inscrição nessa condição exige laudo médico e compatibilidade com as atribuições.

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