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Observe a imagem a seguir.

Disponível em: <https://www.facebook.com/ ProfessoraFlaviaRita/photos/a.268380029928403/1139153099 517754/?type=3&theater>. Acesso em: 22 abr. 2019.

A respeito dos verbos retratados na parte direita da imagem e de acordo com a norma-padrão, é correto afirmar:

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Releia o trecho a seguir.

A conjunção destacada pode ser substituída, corretamente e sem que haja prejuízo de sentido para o trecho, por:

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Leia o texto 01 para responder à questão

Texto 01: O que é mesmo o respeito às diferenças.

 

Um dos refrãos que são mais ouvidos nos dias de hoje é "tem que haver respeito às diferenças"! Em diferentes situações de agressão, clamamos pelo respeito à pessoa, às leis, aos direitos, aos deveres, à justiça. O que significa de fato esse respeito? O que buscamos quando gritamos por respeito?

Constata-se que esse refrão é interpretado segundo o que a necessidade imediata da pessoa agredida estabelece ou segundo o que estabelece o critério dos que reclamam por esse direito. Mas, se algo é reconhecido como direito, por que» não é vivido como tal? Constata-se que a reciprocidade exigida pelo respeito não é levada em conta, ou seja, o direito ao respeito parece não ter igual legitimidade social. 

A palavra ou o conceito respeito é atribuído - no caso da presente reflexão - às diferenças. Por isso, quero lembrar algo sobre o sentido da palavra respeito. Sua origem está no latim respectus e indica um sentimento de apreço, consideração, deferência, algo que merece um segundo olhar, uma segunda chance, uma segunda atenção.

Não tem a ver com concordância com a posição alheia, mas sim com dar permissão para que ela se manifeste livremente desde que não cause dano a outrem. Respeito exige reciprocidade e aí entramos num terreno muito complexo que, de certa forma, está ausente nas instituições sociais mantidas pelo capitalismo vigente, o maior educador de nosso povo. E isto porque, quando pensamos em respeito e reciprocidade, já temos um quadro mental interpretativo em que submetemos uns aos outros

Respeitar o diferente não é convencê-lo a aderir ao modelo de comportamento que eu apresento como correto ou que a mídia determinou como correto. Tal forma de respeito na realidade é um sutil autoritarismo, um convencimento de que o diferente tem que ser igual a mim mesmo se eu o afirmo como diferente. Sou eu que afirmo o outro/a como diferente.

Por isso, colocar a palavra respeito como anterior às diferenças significa, de certa forma, limitá-las a uma espécie de ordem interpretativa, visto que sozinha a palavra não dá a si mesma um significado. E a pergunta que surge imediatamente é: quem estabelece o significado e ordem do respeito, quem a determina, quem a promove? Estamos dessa forma diante das múltiplas interpretações e dos limites que a palavra respeito contém.

Respeito às diferenças sexuais! Respeito às diferentes etnias! Respeito às diferentes idades! Respeito às leis: É preciso ter respeito à floresta, á terra, aos rios aos -ares. Tudo tem que ter respeito, mas como se pode viver e entender algo mais desse respeito? O que fazer para que ele seja efetivo em favorecer o bem comum?

Diante dessa difícil tarefa, tenho bastante dificuldade com as afirmações sobre respeito ilimitado ou absoluto. Creio que esse absoluto não existe; isso porque não o experimentamos. Minha existência no mundo é, por si só, limitada a esse momento no qual vivo, ao espaço que ocupo, à minha educação, à minha família, a tudo o que recebi. Sou o que sinto, sou as minhas simpatias e antipatias, sou os interesses que defendo e os valores que prezo. Tudo isso sou eu, meu corpo, corpo aberto a tantas coisas e, ao mesmo tempo, limitado a tantas outras.

Por isso, não posso respeitar todas as diferenças e todas as opiniões. Não posso respeitar tudo no sentido de ter que acolher algumas formas de existir que me agridem, ameaçam, matam, destroem minhas convicções, minha maneira de estar no mundo. Tudo isso para afirmar que o 'esperto às diferenças não pode ser absoluto, não é experimentado como absoluto, mas é limitado aos nossos próprios limites.

O que posso fazer é apenas abrir uma conversa, propor um diálogo para que cheguemos a uma coexistência possível para  além da beligerância que se tem instaurado entre nós [...] Eu, que estou faminta e me descubro olhando os restaurantes de luxo sem acesso nem à 'quentinha' diária, não posso sentir respeito por aquela turma sorridente que entra nos restaurantes. [...] Eu, mulher violentada, não posso ter respeito pelos meus violentadores.

Minha inserção no mundo, embora seja única, é parcial e, por isso mesmo, o que chamo de respeito também é limitado e pode ser considerado pelo outro algo desrespeitoso. 

Tudo parece um círculo vicioso e sem saída. Mas não é. / Não é sem saída dentro dos limites provisórios de nossa ' história, porque podemos tentar mudar de lugar, perceber, de outro ponto, o mundo que nos constitui e envolve.

[...].

Nessa perspectiva, a diferença não é apenas de etnia, gênero, classe, política e outras tantas manifestações de nosso ser no mundo. A diferença não é apenas algo exterior a nós mesmos. A diferença sou eu, jamais idêntica a minha intimidade, sempre em estado de conversa, de dúvida, de raiva, de preconceito, de desejo, enfim de não coincidência comigo mesma.

[...]. Mas quem acolherá a grande empresa do pensamento, do pensamento fora dos benefícios do mercado, fora das Universidades vendidas às grandes empresas 'educacionais'? Eis a questão que é continuamente lançada a todos/as nós para tentarmos entender um pouco mais o significado múltiplo e complexo do 'respeito às diferenças' e ousar vivê-lo como valor em nosso cotidiano. 

 

Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/blogs/dialogos-da-fe/o-quee-mesmo-o-resperto-as-diferencas/(ADAPTADO) 

Em "O que posso fazer é apenas abrir uma conversa, propor um diálogo para que cheguemos a uma coexistência possível para além da beligerância que se tem instaurado entre nós [...]", é correto afirmar, em relação à forma verbal em destaque, que ela se encontra:

I. no pretérito perfeito composto do indicativo.

II. no presente do indicativo.

III. na voz ativa.

IV. na voz passiva

Com base na análise das afirmações, marque a alternativa correta.

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Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.

Os sentidos e a correção gramatical do texto seriam mantidos se fosse inserido o vocábulo do imediatamente após a palavra “espírito" (ℓ.2).

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Utilize o texto III para responder a questão.

Considerando o processo de formação de palavras, assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam processo de derivação prefixal.

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Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), com base no texto.

( ) O texto é complexo do ponto de vista morfológico, pois apresenta inúmeras palavras formadas, atualmente, por prefixação, como é o caso das seguintes: “reconstituir” (1º parágrafo), “importante” (1º parágrafo), “congelar” (3º parágrafo), “preocupante” (3º parágrafo), “expectativa” (4º parágrafo) e “ultrapassado” (5º parágrafo).

( ) Os dois últimos parágrafos do texto apresentam vários adjetivos, dentre os quais se destacam os seguintes (sublinhados): “setores privados”, “demonstrado interesse”, “novo acelerador”, “importantes descobertas”, “diretor científico”.

( ) O plural das expressões sublinhadas em “a estrutura de qualquer material" (1º parágrafo) e “a meta de deficit primário” (3º parágrafo) é, respectivamente, “quaisquer materiais” e “deficit primários”.

( ) Em “a construção do acelerador de partículas ainda enfrenta alguns percalços” (2º parágrafo), se a expressão sublinhada fosse substituída por “dos aceleradores de partículas”, a forma verbal deveria ser “enfrentam” de modo a manter a concordância verbal padrão.

( ) Em “existe um antigo acelerador de fonte de luz sincrotron, o UVX” e “o UVX já participou de importantes descobertas” (5º parágrafo), o termo sublinhado funciona, respectivamente, como aposto do sujeito do verbo “existir” e como sujeito do verbo “participar”.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo

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Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), com base no texto.

( ) Por “um canto tradicional do Havaí usado para descrever a criação do arquipélago” (1º parágrafo), entende-se que determinado local da ilha é tradicionalmente tomado como representativo de todo arquipélago.

( ) Em “‘Pō’ quer dizer fonte escura e profunda de criação sem fim e ‘wehi’ significa honrado com embelezamento” (1º parágrafo), as formas verbais sublinhadas podem ser mutuamente substituídas sem prejuízo de significado no texto.

( ) As palavras “anel”, “disco” e “halo” (último parágrafo) são usadas como sinôminos para designar a imagem fotografada.

( ) Em “O Havaí […], já que dois dos telescópios usados […]” (2º parágrafo) e “Até agora […], já que o corpo celeste está localizado […]” (3º parágrafo), a locução sublinhada expressa uma ideia de causalidade nas duas ocorrências.

( ) Em “escapando da voracidade do corpo celeste” (último parágrafo), a expressão sublinhada pode ser substituída por “do desapego”, sem prejuízo de significado no texto.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

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O complemento de um verbo poderá, por vezes, ser outra oração com função objetiva. Podemos afirmar que o complemento verbal é oracional do seguinte verbo retirado do texto:

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A respeito da estrutura morfossintática de períodos do texto,  assinale a alternativa correta.

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Com base no texto 1 e na norma padrão escrita, assinale a alternativa correta.

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Utilize o Texto II para responder a questão.

As expressões “com certeza” e “intensamente”, visto o contexto em que se encontram, classificam-se, respectivamente, como

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Leia as afirmativas a seguir:

I. O substantivo é a classe gramatical de palavras invariáveis, as quais denominam as pessoas, apenas.

II. Todo cidadão que não concluiu o Ensino Fundamental na idade própria tem direito de acesso público e gratuito ao mesmo.

Marque a alternativa CORRETA:

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Instrução: Leia atentamente o texto abaixo, publicado no Suplemento O Estadinho, e responda à questão.

Sobre aspectos linguísticos utilizados no texto, assinale a afirmativa correta.

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Instrução: Leia o poema a seguir e responda à questão.

Os verbos empregados no poema encontram-se no presente do indicativo e expressam

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GABARITO:

  • 76) A
  • 77) C
  • 78) B
  • 79) Certo
  • 80) E
  • 81) E
  • 82) C
  • 83) A
  • 84) E
  • 85) D
  • 86) D
  • 87) B
  • 88) C
  • 89) D
  • 90) B
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