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Q798406

INSTRUÇÃO: Analise o texto a seguir para responder à questão.

Releia este trecho.

“Aprecie com moderação”

O único verbo encontrado no texto está no modo

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Q796011

Analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

(  ) Alfredo, filho de dona Arlinda, alumiou o caminho. O vocábulo em destaque é uma variação do verbo "iluminar" e está no pretérito imperfeito.
(  ) Mário e eu fomos os melhores do time, no oitavo ano. O vocábulo em destaque é a forma conjugada do verbo "ser" e está no pretérito mais-que-perfeito.
(  ) Quando ela vir os anúncios, poderá escolher o que melhor lhe convier. O vocábulo em destaque é a forma conjugada do verbo"ver" no futuro do subjuntivo.
(  ) O anfitrião da festa foi homenageado pelos convidados. O vocábulo em destaque é a forma conjugada do verbo "ir" no pretérito perfeito.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

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Q797479

O modo subjuntivo pode levar o leitor para uma realidade hipotética. Assinale a opção que apresenta um trecho em que o autor faça uso desse modo verbal.

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Q779920

Leia este texto para responder à questão.

Eu, em pequena, roubava rosas.

A forma verbal em destaque, flexionada no pretérito imperfeito do indicativo, no contexto em que está inserida, DENOTA:

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Q789789

Em qual alternativa a lacuna não pode ser preenchida com o verbo indicado nos parênteses no modo subjuntivo?

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Q788899

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão.

 

Sobre o uso dos verbos no imperativo no primeiro quadrinho do texto, é CORRETO afirmar:

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Q797977

 

 

 

 

(Will Tirando. Disponível em:http://www.willtirando.com.br/tirando-da-cabeca-do-leitor-44/)

Diálogo da tirinha:
Quadro 1: Mãe, traga mais bolo!
Quadro 2: Moleque! Se você comer mais bolo você vai explodir!
Quadro 3: Então traga e saia de perto.

Considerando o contexto, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o modo verbal dos verbos presentes na fala do menino no primeiro e terceiro quadro da tirinha.

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Q791549

Assinale a alternativa em que a grafia e uso de homônimos, a pontuação e o emprego de tempos e modos verbais estão corretos:

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Q790083

Inclusão não é favor, é dever

A inclusão de alunos com deficiência é um desafio enorme para professores e gestores. Tirando as exceções aqui e ali, a maior parte dos docentes concorda que todos os meninos e meninas têm direito à Educação. A divisão só começa quando o assunto vai para o “como fazer”. Nesse momento, até os corações mais generosos travam. É difícil fazer algo para o qual você não foi preparado. Diante da falta de conhecimento e da diversidade de características físicas e mentais, a questão viaja do polo das boas intenções para o do pragmatismo duro. Como avaliar? Pode reprovar? Está tudo bem mandar para a sala de recursos?
Eu queria dar uns passos atrás. Não quero discutir o “como fazer”, mas falar de algo anterior: qual deve ser o papel da escola para um aluno com deficiência? A resposta é simples e vale, no final das contas, para todos os estudantes. A escola deve garantir que uma pessoa, por meio do conhecimento organizado, tenha um lugar no mundo. Por isso, inclusão não é um favor feito a um aluno coitadinho. É direito do estudante e dever da instituição. Quando o Estado assume uma responsabilidade, ele se compromete tanto com os beneficiários da medida quanto com quem permite que ela seja possível. No caso da Educação, ele se compromete com o aluno e com você. Sem educadores preparados, a inclusão vira um direito vazio. Portanto, cobre formação e boas condições de trabalho. Coloque seus alunos com deficiência nos projetos da escola. Dê visibilidade aos desafios nas redes sociais. Faça barulho. Afinal, professores não são apenas as pessoas que transmitem conhecimento, mas que criam condições para que o aprendizado aconteça. E nenhuma tecnologia será capaz de oferecer isso a seres humanos.
Essa é a razão pela qual propus a pergunta sobre o papel da escola. Muitas vezes, com as tarefas da rotina, nos esquecemos de pensar sobre o que fazemos. Sem pensar nos porquês da inclusão, nunca chegaremos em “como fazer”. Estou convencido que, mais do que nunca, lutar por formação e boas condições de trabalho são tarefas essenciais dos Educadores com E maiúsculo. No Brasil de hoje, lutar pelo básico é revolucionário.
(...)

Leandro Beguoci é diretor editorial e de conteúdo de NOVA ESCOLA leandro@novaescola.org.br. FONTE: https://novaescola.org.br/conteudo/15166/inclusao-nao-e-favor-e-dever

O enunciado “No Brasil de hoje, lutar pelo básico é revolucionário”, que encerra o texto, é uma afirmação em que o autor se posiciona de maneira objetiva. Se o autor tivesse, por intenção, fazer um chamamento coletivo, usando a 1ª. pessoa do plural nos dois verbos em destaque e adaptando-se a pontuação, teríamos:

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Q778990

Assinale a única opção em que o verbo foi corretamente flexionado no subjuntivo, como em “como se FOSSE um TCC do Ensino Médio”.

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Q774955

Leia o texto para responder à questão.

Ao substituir-se a forma verbal destacada na frase “Tudo o que não puder contar como faz, não faça!" pela forma do verbo ir flexionada no modo e no tempo correspondentes, tem-se:

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Q767909

Está plenamente adequada a correlação entre os tempos e os modos verbais na frase:

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Q796744

Instrução: Leia o poema a seguir e responda à questão.

Os verbos empregados no poema encontram-se no presente do indicativo e expressam

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Q787192

Leia o texto para responder à questão.

Vacina na marra

   Uma das piores coisas que pais podem fazer a seus filhos é privá-los de vacinas. Ainda assim, devo dizer que fiquei chocado com o artigo de uma promotora do Ministério Público, no qual ela defende não só multa para genitores que deixem de imunizar seus rebentos, mas também a busca e apreensão das crianças para vaciná-las.

   Imagino até que a adoção de medidas extremas como propõe a promotora possa fazer sentido em determinados contextos, como o de uma epidemia fatal que avança rapi - damente e pais que, induzidos por vilões internacionais, se recusam a imunizar seus filhos.

   Há motivos para acreditar que as sucessivas quedas na cobertura vacinal registradas por aqui se devam mais a uma combinação de desleixo paterno com inadequações da rede do que a uma maciça militância antivacinal. Há até quem afirme que a queda é menor do que a anunciada pelo Ministério da Saúde, que, por problemas técnicos, não estaria recebendo informações atualizadas de alguns municípios.

   Seja como for , tenho a convicção de que, se a fórmula mais draconiana propugnada por ela fosse adotada, acaba ríamos produzindo mais mal do que bem.

   O ponto central é que o sistema de saúdep recisa ser visto pelo cidadão como um aliado e não como um adversário. Se a percepção que as pessoas têm do posto de saúde for a de que ele é uma entidade que pode colocar a polícia atrás de famílias para subtrair-lhes os filhos, elas terão bons moti - vos para nunca mais pôr os pés numa unidade.

   A ideia de que o sistema de saúde precisa ser protegido de ações que possam minar a confiança que o público lhe deposita não é estranha ao mundo do direito. Não é por outra razão que a legislação penal e códigos de ética proíbem o profissional de saúde de divulgar segredos de pacientes e até de denunciar crimes que tenham cometido.

(Hélio Schwartsman. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2018/08/ vacina-na-marra.shtml.Acesso em 11.11.2018. Adaptado)

A forma verbal destacada na frase “Não me parece, entretanto, que tenhamos chegado a uma situação dessas.” – expressa a ideia de possibilidade de que algo possa se realizar, assim como ocorre em:

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Q791561

Esta questão avalia a compreensão do texto, com destaque aos sentidos produzidos pelo emprego de tempos e modos verbais. Assinale a alternativa que apresenta comentário verdadeiro a esse respeito:

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GABARITO:

  • 1) B
  • 2) A
  • 3) D
  • 4) A
  • 5) D
  • 6) C
  • 7) B
  • 8) A
  • 9) B
  • 10) D
  • 11) B
  • 12) D
  • 13) B
  • 14) A
  • 15) E
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