Agora é oficial: a Prova Nacional Docente (PND) passa a ser anual. A mudança foi instituída pela Lei nº 15.344/2026, que cria a Política Nacional Mais Professores para o Brasil e transforma a PND em um instrumento permanente para apoiar concursos da educação básica em todo o país.
Na prática, a PND entra como uma solução para deixar as seleções mais previsíveis, modernas e frequentes, ajudando União, estados, DF e municípios a planejarem melhor a contratação de professores — com possibilidade de concursos menores e mais recorrentes.
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ToggleA lei institui a Política Nacional Mais Professores para o Brasil e determina, como medida prioritária, a realização anual da Prova Nacional Docente (PND). A ideia é usar a prova como base para subsidiar processos de seleção e ingresso no magistério público da educação básica em todo o Brasil.
Além disso, a lei estabelece que os entes federativos:
devem aderir à PND junto ao Ministério da Educação;
devem planejar a força de trabalho docente para concursos menores e mais frequentes, garantindo previsibilidade;
podem modernizar concursos, priorizando a PND e incluindo, preferencialmente, uma etapa de prova prática.
Com a PND anual, estados e municípios poderão usar a prova como referência nos concursos, o que tende a trazer três impactos bem diretos para quem estuda:
mais previsibilidade nos editais e seleções;
padronização de critérios de avaliação;
fortalecimento da carreira e valorização docente, com foco em qualidade e equidade.
Isso também pode reduzir aquele “apagão” de editais: a proposta é ter concursos menores e mais frequentes, em vez de longos períodos sem seleção.
A lei define objetivos prioritários claros e bem alinhados com o cenário real da educação básica. Entre os principais, estão:
fomentar o ingresso e a permanência em cursos de licenciatura, incentivando a conclusão;
atrair estudantes de licenciatura para atuar nas escolas públicas;
promover o ingresso e a retenção de licenciados nas redes públicas, especialmente em áreas com carência de profissionais, garantindo equidade no acesso à educação de qualidade no país.
A política é guiada por princípios que deixam o foco bem evidente: valorização do professor e qualidade educacional. A lei cita:
valorização dos docentes da educação básica;
incentivo à escolha da carreira docente por estudantes do ensino superior;
melhoria da qualidade da educação básica;
superação das desigualdades educacionais;
equidade na formação de docentes nas diferentes regiões do Brasil.
A implementação é responsabilidade compartilhada: União, estados, municípios e Distrito Federal, cada um dentro da sua competência. A lei também prevê monitoramento por mecanismos de controle social em cada rede de ensino, com participação de: especialistas, fóruns de formação, instituições formadoras, entidades representativas de docentes e estudantes, sociedade civil e gestores das redes.
A lei lista um conjunto de medidas prioritárias bem práticas, com foco em atrair, formar e manter professores:
oferta anual de bolsas para estudantes com alto desempenho no ensino médio que ingressem em licenciatura presencial, para apoiar dedicação a atividades acadêmicas, estágio supervisionado e extensão;
definição, por ato do Poder Executivo, do que será “alto desempenho” com base em dados do Enem/Inep e critérios de elegibilidade das instituições de ensino superior;
priorização de bolsas para áreas com carência de docentes, baseada em pesquisas e estudos oficiais;
exigência de que o bolsista ingresse em rede pública em até 5 anos após concluir a licenciatura e permaneça por pelo menos 2 anos;
colaboração das secretarias de educação na supervisão dos bolsistas, com professores formadores selecionados e capacitados;
transparência obrigatória dos dados das bolsas concedidas;
oferta de bolsas para licenciados ou bacharéis com formação pedagógica que atuem em localidades e áreas com carência, com obrigação de cursar pós-graduação focada em docência durante o período da bolsa;
e, como ponto central para concursos, a realização anual da PND, com incentivo à modernização e inclusão de prova prática.
Além das medidas prioritárias, a lei prevê ações complementares voltadas a fortalecer a escolha da carreira e apoiar a formação:
campanhas públicas, especialmente em instituições de ensino superior, para divulgar benefícios da carreira docente;
envolvimento de estudantes do ensino superior em pesquisa e extensão nas escolas de educação básica;
ações intersetoriais para cuidados de saúde mental de estudantes de licenciatura participantes das atividades previstas.
A lei prevê o cumprimento do piso salarial nacional do magistério e a substituição progressiva de professores temporários por efetivos, com instituição de planos de carreira e remuneração que estimulem formação continuada em pós-graduação (lato e stricto sensu). Esse ponto reforça a lógica de valorização e estabilidade na carreira docente.
Se a PND passa a ser anual, a melhor vantagem competitiva é simples: não esperar edital. Quem começa antes constrói base sólida e chega com folga quando o cronograma apertar. Para ser objetivo e eficiente, o caminho mais seguro é:
estudar com foco em conteúdos estruturantes de docência e educação básica, evitando dispersão;
treinar questões e revisar de forma constante, priorizando recorrência;
organizar um plano com metas semanais e simulados curtos, para ganhar ritmo;
se preparar também para a tendência de prova prática, que a lei recomenda incluir preferencialmente.
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