No sábado, 25 de janeiro (2020), o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, anunciaram 15 acordos. A maioria deles não terá efeito prático a curto e médio prazo, mas contribui para o estabelecimento de uma relação mais próxima entre os dois países.
Os repórteres que cobriram a viagem do presidente brasileiro à Índia destacam, entre outras, a intenção
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, em 27.04.2018, indicadores referentes ao desemprego no Brasil, levantados por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).
(https://exame.abril.com.br. 27.04.2018, acessado em 17.05.2018)
Dentre os resultados apresentados, destaca-se:
Leia a reportagem, da Carta Capital de 19.jan.2018.
A campanha #MeToo que ganhou impulso, em dezembro de 2017, a partir dos escândalos de assédios sexuais, desencadeou nos últimos dias uma cascata de discussões que orbitou em dois polos.
De um lado, mulheres de várias partes do mundo se perfilaram à campanha, partidárias da ideia de que abusos devem ser denunciados; de outro, em janeiro de 2018, mulheres enxergando nas campanhas uma caça às bruxas sem precedentes.
(Carta Capital – https://bit.ly/2jeeqMZ.
Acesso em 15.abr.2018. Adaptado)
O movimento #Me Too teve início por iniciativa de mulheres
Leia a notícia de O Globo de 14.set.2017.
Este povo é conhecido como “a minoria mais perseguida do mundo". Os muçulmanos rohingya, que desde agosto de 2017 protagonizam uma fuga em massa do país onde vivem, são vítimas de múltiplas discriminações: trabalho forçado, extorsão, restrições à liberdade de circulação, regras de casamento injustas e confisco de terras. Há séculos vivendo no mesmo território, são
considerados um povo sem Estado e não são reconhecidos como um dos 135 grupos do país.
(Globo – https://glo.bo/2HyTvmx.
Acesso em 12.abr.2018. Adaptado)
Os rohingya fogem
Essa possível suspensão ou expulsão deve-se
Dado como certo até o final do ano passado (2017), o Ministério da Defesa divulgou nota na noite desta terça-feira (10.abr.2018) afirmando que o governo brasileiro recusou o pedido da ONU para o envio de tropas para as missões de paz na República Centro-Africana e na República Democrática do Congo, ambos na África.
(https://noticias.uol.com.br.
Acesso em 12.abr.2018. Adaptado)
A recusa brasileira teve como um dos principais motivos