1

Assinale a alternativa redigida de acordo com a norma-padrão de concordância e de colocação de pronomes átonos.

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Leia o texto para responder à questão.

Em conformidade com a norma-padrão e com os sentidos do texto no segundo parágrafo, assinale a alternativa que dá correta sequência ao trecho:

A “Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad)" leva em consideração

3
Leia o texto, para responder à questão.
 
Especialistas deveriam se impor pela competência,
não pelo lobby*
 
    Nesta semana eu quase recobrei minha fé na humanidade.
   Com a retomada das aulas presenciais, perguntei a meu filho David, que cursa duas faculdades, como ele faria com a educação física. O menino me olhou como se eu viesse de Saturno e me explicou, para minha surpresa, que a educação física não é mais disciplina obrigatória no ensino superior. Ao contrário do que acontecia no meu tempo, a molecada não precisa mais submeter-se às aulas de Educação Física para obter seu diploma.
   Não me entendam mal. Sou um entusiasta da atividade física. Há mais de 20 anos corro quase que diariamente. E recomendo a todos que se mexam, se possível sob a orientação de um profissional. Mas sou veementemente contrário ao hábito corporativista, tão disseminado por aqui, de sequestrar o poder do Estado para criar reservas de mercado.
   Acredito em ciência e estudo. Vale a pena procurar um especialista. Mas fazê-lo deve ser uma escolha, não uma obrigatoriedade. Numa sociedade funcional, você recorre aos serviços de um profissional, seja o educador físico, o advogado ou qualquer outro, porque ele oferece um saber e uma experiência que lhe interessam, não porque a lei o obriga a fazê-lo. Em outras palavras, os especialistas deveriam se impor por sua competência, não por seus lobbies.
   O leitor atento deve ter percebido que enfiei um “quase” ali no começo do texto. Embora tenha ficado feliz ao descobrir que a educação física não é mais requisito para um diploma universitário, ao investigar melhor como isso aconteceu, fiquei com a impressão de que a desobrigatoriedade não veio porque legisladores e conselheiros ficaram mais sábios, mas porque o lobby dos donos de faculdade é mais forte que o dos professores de educação física.
 
 
*Lobby: atividade de pressão de um grupo organizado sobre políticos e poderes públicos, que visa exercer sobre estes qualquer influência ao seu alcance.
 
 
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2022/03/especialistas-deveriam-se-impor-pelacompetencia-nao-pelo-lobby.shtml. 18.03.2022. Adaptado)
Considere as passagens do texto:

•  O menino me olhou como se eu viesse de Saturno... (2º parágrafo)
•  ... submeter-se às aulas de Educação física para obter seu diploma. (2º parágrafo)
•  Em outras palavras, os especialistas deveriam se impor por sua competência... (4º parágrafo)

No contexto em que estão inseridos, os termos destacados expressam, respectivamente, sentidos de 
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Assinale a alternativa correta quanto à colocação pronominal, de acordo com a norma-padrão.
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Assinale a alternativa em que o enunciado, reescrito a partir das informações do texto, atende à norma-padrão de colocação pronominal.
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Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, sinônimos para os termos em destaque no trecho – Tenho encontrado defensores e detratores
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Leia o texto.

Quando você se refere __________ alguém dizendo “maria vai com as outras” significa que a pessoa não tem opinião própria. Mas quem foi essa primeira Maria?
Para o pesquisador Brasil Gerson, a expressão tem origem no século 19 com a chegada da família real portuguesa.
A mãe de Dom João VI, a rainha Maria I, __________ quem muitos atribuíam o nome de “A Louca”, costumava passear __________ margens do rio Carioca, acompanhada de suas damas de companhia, e o povo, vendo essa cena, comentava: “Maria vai com as outras”.

(Ernani Fagundes. Aventuras na História, novembro de 2005. Adaptado)

De acordo com a norma-padrão, as lacunas desse texto devem ser preenchidas, respectivamente, por:

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Número de armas

 Em boa hora uma pesquisa realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pelo instituto Sou da Paz vem solapar ao menos dois argumentos tão incorretos quanto frequentes
nas discussões relativas à área da segurança pública.
 Primeiro, a maior parte das armas com as quais se praticam crimes em território paulista não tem sua origem no exterior, mas na própria indústria brasileira.
 De acordo com o levantamento, consideradas 10 666 armas de fogo apreendidas em 2011 e 2012, nada menos que 78% delas tinham fabricação nacional – proporção que sobe para 82% quando se levam em conta somente artefatos confiscados vinculados a roubos e 87% no caso de homicídios.
 O segundo argumento atingido pelo relatório costuma ser usado por quem apregoa a facilitação do comércio de armas sustentando que as restrições afetam só o “cidadão de bem”, deixando-o  indefeso diante de bandidos armados.
 Ocorre que, se os artefatos utilizados nos crimes são nacionais, isso significa que um dia eles foram vendidos legalmente no país.
 Ou seja, se há muitos criminosos armados, isso se deve, em larga medida, ao comércio legal de armas, que abastece o mercado ilegal; obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário.
 Daí a importância de campanhas como a “DNA das Armas”, promovida pelo Ministério Público e pelo Sou da Paz a fim de implantar, no Brasil, um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo.

(Folha de S.Paulo, 05.06.2015. Adaptado)

Nas passagens “... vem solapar ao menos dois argumentos...” (primeiro parágrafo) e “... um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo.” (último parágrafo), os termos em destaque significam, respectivamente,
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   Motivação é a energia que nos leva __ agir - e não sou a única pessoa que acha difícil encontrar essa motivação. Alguns de nós sofreram um burnout total depois de mais de um ano de perdas, dor e problemas relacionados __ pandemia. Outros se sentem mais como estou me sentindo - nada está terrivelmente errado, mas não conseguimos encontrar inspiração. Seja qual for a situação em que nos encontramos, um exame mais profundo da motivação pode nos dar mais incentivo para avançar, não só no dia __ dia, mas num futuro incerto.
 
(Cameron Walker, The New York Times.
Em: https://economia.estadao.com.br. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com
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Na passagem do 4 parágrafo – Causa consternação conhecer a principal razão citada pelos consumidores... –, o termo em destaque é sinônimo de
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A imagem de Capitu ia comigo, e a minha imaginação, assim como lhe atribuíra lágrimas, há pouco, assim lhe encheu a boca de riso agora: vi-a escrever no muro, falar-me, andar à volta, com os braços no ar; ouvi distintamente o meu nome, de uma doçura que me embriagou, e a voz era dela.

(Obra completa. Vol. 1. Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 1992, p. 840)

Nesse trecho, o narrador chama a atenção para o fascínio que Capitu exercia sobre ele por meio do emprego da palavra:
12

Leia o texto para responder à questão.

A frase do filósofo Immanuel Kant, logo no título, chama a atenção para o fato de que o autor, Mario Sergio Cortella,

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Assinale a afirmação correta a respeito do conteúdo do texto.

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Leia o texto, para responder à questão. 

   O filho de um amigo é negro. Outro dia, na escola, a professora chamou sua atenção e disse: “Você está na minha lista negra”. Meu amigo fez uma reclamação à coordenadora da escola, por entender que a expressão é racista. Por que a lista é “negra”?
   

   Palavras e expressões racistas fazem parte do repertório cotidiano sem que, muitas vezes, a gente tenha consciência do que realmente está dizendo. Eu mesmo me surpreendo dizendo coisas que não quero, por força do hábito. Ainda se ouve “amanhã é dia de branco”, “a coisa tá preta”. Nos anúncios de emprego, pedia-se “boa aparência”. Uma forma de dizer que negros não seriam aceitos?

   Continuamos a usar termos racistas. A linguagem forma as pessoas, molda o modo de pensar. Não aceito mais essas palavras e expressões, policio meu vocabulário. É preciso reaprender a falar.

(Walcyr Carrasco, “Uma linguagem racista”. Veja, 31.07.2019. Adaptado)

É correto afirmar que, na frase final do 1° parágrafo “Por que a lista é “negra?”, a escolha da forma interrogativa tem o objetivo de

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In the fragment from the first paragraph “A number of authors have challenged longstanding cognitivist orientations of SLA”, the underlined term refers to cognitivist orientations which
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No trecho do quarto parágrafo – democracy and the rule of law may be convergent and mutually reinforcing processes whenever the rule of law is defined in broad, ends-based terms – o termo em destaque tem sentido equivalente, em português, a

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How cities can better prevent fires

August 29, 2018

America’s deadliest building fire for more than a decade struck Oakland, California, on December 2nd 2016, killing 36 people attending a dance party in a warehouse that had become a cluttered artist collective. The disaster highlights an open secret: many cities lack resources to inspect for fire risk all the structures that they should. Even though the Oakland building had no fire sprinklers and at least ten people lived there illegally, no inspector had visited in about 30 years. How might cities make better use of the inspectors they do have?

A handful of American cities have begun to seek help from a new type of analytics software. By crunching diverse data collected by government bodies and utilities, the software works out which buildings are most likely to catch fire and should therefore be inspected first. Plenty of factors play a role. Older, wooden buildings, unsurprisingly, pose more risk, as do those close to past fires and leaks of gas or oil. Poverty also pushes up fire risk, especially if lots of children, who may be attracted to mischief, live nearby. More telling are unpaid taxes, foreclosure proceedings and recorded complaints of mould, rats, crumbling plaster, accumulating rubbish, and domestic fights, all of which hint at property neglect. A building’s fire risk also increases the further it is from its owner’s residence.

Predictive software designed at Harvard that Portland, Oregon, will soon begin using will do that. Perhaps more importantly, the city’s fire chief noticed that buildings marked as being the biggest risks are clustered in areas lacking good schools, public transport, health care and food options. Healthier, happier people start fewer fires, he concluded. He now lobbies officials to reduce Portland’s pockets of deteriorated areas.

(The Economist. www.economist.com/the-economist-explains /2018/08/29/how-cities-can-better-prevent-fires. Adaptado)

According to the last paragraph, Portland’s fire chief believes that
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How cities can better prevent fires

August 29, 2018

America’s deadliest building fire for more than a decade struck Oakland, California, on December 2nd 2016, killing 36 people attending a dance party in a warehouse that had become a cluttered artist collective. The disaster highlights an open secret: many cities lack resources to inspect for fire risk all the structures that they should. Even though the Oakland building had no fire sprinklers and at least ten people lived there illegally, no inspector had visited in about 30 years. How might cities make better use of the inspectors they do have?

A handful of American cities have begun to seek help from a new type of analytics software. By crunching diverse data collected by government bodies and utilities, the software works out which buildings are most likely to catch fire and should therefore be inspected first. Plenty of factors play a role. Older, wooden buildings, unsurprisingly, pose more risk, as do those close to past fires and leaks of gas or oil. Poverty also pushes up fire risk, especially if lots of children, who may be attracted to mischief, live nearby. More telling are unpaid taxes, foreclosure proceedings and recorded complaints of mould, rats, crumbling plaster, accumulating rubbish, and domestic fights, all of which hint at property neglect. A building’s fire risk also increases the further it is from its owner’s residence.

Predictive software designed at Harvard that Portland, Oregon, will soon begin using will do that. Perhaps more importantly, the city’s fire chief noticed that buildings marked as being the biggest risks are clustered in areas lacking good schools, public transport, health care and food options. Healthier, happier people start fewer fires, he concluded. He now lobbies officials to reduce Portland’s pockets of deteriorated areas.

(The Economist. www.economist.com/the-economist-explains /2018/08/29/how-cities-can-better-prevent-fires. Adaptado)

De acordo com o segundo parágrafo, algumas cidades estadunidenses
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According to the last paragraph, Portland’s fire chief believes that
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Segundo a doutrina, os direitos políticos negativos consistem nas previsões constitucionais que restringem o acesso do cidadão à participação nos órgãos governamentais, por meio de impedimento à candidatura. Sobre o tema, é correto afirmar que
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Considerando o disposto na Constituição Federal, assinale a alternativa correta a respeito dos direitos políticos.
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Nossa ordem constitucional estabelece institutos de democracia semidireta, dentre os quais:

I. a iniciativa popular, exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto de lei subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles;
II. o referendo, podendo ser utilizado pelo Congresso Nacional nos casos em que este decidir ser conveniente, indicado em casos específicos como para a formação de novos Estados e de novos Municípios;
III. o plebiscito, espécie de consulta popular semelhante ao referendo, mas o único apto a permitir que forças estrangeiras transitem pelo território nacional.

Está correto apenas o contido em
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Ao analisar decisões do Supremo Tribunal Federal na aplicação do princípio da igualdade, por exemplo na ADPF 186/DF (sistema de cotas para ingresso nas universidades públicas), é correto afirmar que
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No que diz respeito aos direitos e garantias fundamentais

previstos na Constituição da República, é correto afirmar

que

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Suponha que João cometeu um crime e após o trâmite regular do processo foi considerado culpado e, consequentemente, condenado a cumprir pena. De acordo com o disposto no art. 5º da Constituição Federal, é correto afirmar que a pena imputada a João poderá ser de 

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A Constituição da República adotou o federalismo como forma de Estado. Considerando os aspectos relevantes sobre o tema, assinale a alternativa que se coaduna com o regramento constitucional da matéria.
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A respeito da concessão de título de propriedade ou de direito real de uso de imóvel por parte da Administração Pública, qualquer que seja a localização do imóvel, a Lei
n° 8.666/1993 estabelece que
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A respeito das disposições processuais (administrativa e judicial) constantes da Lei n° 8.666/93, é correto afirmar que
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Considerando o disposto na Lei nº 8.666/1993, assinale a alternativa correta sobre os contratos administrativos.
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Ressalvada hipótese prevista na própria Lei n° 8.666/1993, a modalidade de licitação cabível, qualquer que seja o valor de seu objeto, na compra ou alienação de bens imóveis, é