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Analise as afirmativas, quanto à capacidade polissêmica da linguagem nas ideias do texto.

I. A crônica se desenrola, através do uso da linguagem literária, sobre o ritmo de vida contemporâneo, característica marcante do tempo na sociedade.
II. O texto aponta ideia de velocidade (e mais ainda a de aceleração), quando se refere à memória de acontecimentos que se desfazem rapidamente, indicando fugacidade do tempo.
III. O que espanta o autor não é a velocidade, mas sim os acontecimentos não esquecidos, o tempo demarcando acontecimentos que deveriam pertencer à memória recente da sociedade, típica da ficção.

Está correto o que se afirma apenas em:

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Texto para responder à questão.

A reciclagem de lixo e o uso inteligente de água e energia são exemplos de iniciativa sustentável, que, segundo o texto, podem ser adotados por:
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Texto para responder à questão.

A reciclagem de lixo e o uso inteligente de água e energia são exemplos de iniciativa sustentável, que, segundo o texto, podem ser adotados por:
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Texto para responder à questão.

Em: “O estudo, conduzido por um professor da Universidade de Toronto, concluiu que ter uma memória perfeita”, identifica-se uma figura de linguagem:
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No período “A conduta cortês do advogado agradou-lhe bastante.”, a alternativa que apresenta frase com o mesmo tipo de regência verbal é:
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Texto para responder à questão.

Compare, em cada opção, a redação original e a modificada. A seguir, assinale aquela em que as duas seguem a norma culta da língua no que diz respeito à regência verbal.

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Em relação à regência verbal do verbo "preferir", é correto o seu emprego no sentido de "dar primazia a" em qual das frases abaixo? 
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Selfies

Muita gente se irrita, e tem razão, com o uso

indiscriminado dos celulares. Fossem só para falar, já

seria ruim. Mas servem também para tirar fotografias,

e com isso somos invadidos no Facebook com

imagens de gatos subindo na cortina, focinhos de

cachorro farejando a câmera, pratos de torresmo,

brownie e feijoada. Se depender do que vejo com

meus filhos - dez e 12 anos -, o tempo dos "selfies"

está de todo modo chegando ao fim. Eles já começam

a achar ridícula a mania de tirar retratos de si mesmos

em qualquer ocasião. Torna-se até um motivo de

preconceito para com os colegas.

"'Fulaninha? Tira foto na frente do espelho."

Hábito que pode ser compreensível, contudo.

Imagino alguém dedicado a melhorar sua forma

física, registrando seus progressos semanais. Ou

apenas entregue, no início da adolescência, à

descoberta de si mesmo.

A bobeira se revela em outras situações: é o

caso de quem tira um "selfie" tendo ao fundo a torre

Eiffel, ou (pior) ao lado de, sei lá, Tony Ramos ou

Cauã Reymond.

Seria apenas o registro de algo importante

que nos acontece - e tudo bem. O problema fica mais

complicado se pensarmos no caso das fotos de

comida. Em primeiro lugar, vejo em tudo isso uma

espécie de degradação da experiência.

Ou seja, é como se aquilo que vivemos de

fato - uma estada em Paris, o jantar num restaurante

- não pudesse ser vivido e sentido como aquilo que é.

Se me entrego a tirar fotos de mim mesmo na

viagem, em vez de simplesmente viajar, posso estar

fugindo das minhas próprias sensações. [...]

Pode ser narcisismo, é claro. Mas o narcisismo

não precisa viajar para lugar nenhum. A complicação

não surge do sujeito, surge do objeto. O que me

incomoda é a torre Eiffel: o que fazer com ela? O que

fazer de minha relação com a torre Eiffel?

Poderia unir-me a paisagem, sentir como

respiro diante daquela triunfal elevação de ferro e

nuvem, deixar que meu olhar atravesse o seu duro

rendilhado que fosforesce ao sol, fazer-me diminuir

entre as quatro vigas curvas daquela catedral sem

clero e sem paredes.

Perco tempo no centro imóvel desse

mecanismo, que é como o ponteiro único de um

relógio que tem seu mostrador na circunferência do

horizonte. Grupos de turistas se fazem e desfazem,

há ruídos e crianças.

Pego, entretanto, o meu celular: tiro uma foto

de mim mesmo na torre Eiffel. O mundo se fechou no

visor do aparelho. Não por acaso eu brinco, fazendo

uma careta idiota: dou de costas para o monumento,

mas estou na verdade dando as costas para a vida.

[...]

T a lv e z as c o is a s não se ja m tão

desesperadoras. Imagine-se que daqui a cem anos,

depois de uma guerra atômica e de uma catástrofe

climática que destruam o mundo civilizado, um

pesquisador recupere os "selfies" e as fotos de batata

frita.

"Como as pessoas eram felizes naquela

época!" A alternativa seria dizer: "Como eram tontas!

Dependerá, por certo, dos humores do pesquisador.

C O E L H O , Ma r c e l o . D i s p o n í v e l em:

http://www1 .foi ha. uol.co m.b r/fsp/ilu str ad a / 162525-

selfies.shtml>. Acesso em 19 mar. 2017

A figura de linguagem, no trecho destacado em: “entre as quatro vigas curvas daquela CATEDRAL SEM CLERO E SEM PAREDES”, é:
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A inclusão de vírgula(s) alterará o sentido da(s) seguinte(s) frase(s):

I. “Na roda, havia um homem muito inteligente que falava muito."
II. “Mas, senti que seu olhar já estudava aquele homem com uma severa e fascinada atenção"
III. “O homem inteligente, que falava muito, tentou chamar-lhe a atenção com uma coisa engraçada"

Está(ão) correta(s) apenas a(s):

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Texto para responder à questão.

Sobre os elementos "Minha irmã Barbara tinha três anos de idade quando chegou em casa da escola e começou a fazer as malas", leia as afirmativas. 1- O autor deveria ter colocado vírgulas antes e depois de "quando chegou em casa da escola". 2- MINHA é um pronome substantivo possessivo. 3- Há uma impropriedade no uso da sintaxe de regência no segmento CHEGOU EM CASA. Está correto o que se afirma apenas em: