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Com relação às invasões holandesas do século XVII, e com base

na análise do frontispício, assinale V para a afirmativa verdadeira

e F para a falsa.

( ) As invasões holandesas se inserem no quadro das relações

internacionais entre os países europeus, disputando o

controle do comércio do açúcar.

( ) A capitulação holandesa, em 1654, imposta pelo poderio

português, é objeto de propaganda no frontispício mediante

a sobreposição do escudo da Restauração a um mapa que

alude aos domínios do Império ultramarino português.

( ) A especificidade do conflito em terras coloniais, marcado pelo

uso de emboscadas com pequenos grupos, em constante

movimento, está indicada na referência à “guerra brasílica"

no título da obra.

As afirmativas são, respectivamente,

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A concepção de moderno certamente causa um hiato profundo entre o discurso do professor e do aluno. Esse hiato não é acidental, pois a própria palavra moderno apresenta a ambiguidade de referir-se tanto ao que é atual como ao período imediatamente posterior à Idade Média Ocidental. Tomando o ponto de vista da classificação cronológica, entendeu-se o moderno como algo que se iniciava com a queda de Constantinopla (1453) e ia até a Revolução Francesa (1789). Sabemos das imensas limitações desses marcos (...). KARNAL, Leandro. "A História Moderna e a sala de aula" in KARNAL, L. (Org.) História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas: Contexto, 2015, p. 127 A respeito da problematização do conceito de moderno, referida pelo autor, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) A periodização da Época Moderna é uma operação historiográfica que identifica, no passado, o nascimento de nossa própria modernidade, qualificando-a com base em variáveis diversas como civilização, nacionalidade ou luta de classes.
( ) A periodização tem sempre um caráter convencional e o estudo das periodizações da Época Moderna, próprio do campo da história da historiografia, indica o que significou, em diferentes contextos, a passagem para a modernidade.
( ) A periodização oferece uma interpretação do processo histórico, na medida em que seleciona e ordena fatos e processos considerados constitutivos de uma época, e a da Época Moderna lida com um adjetivo (moderno) que a priori a qualifica positivamente.
As afirmativas são, respectivamente,
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Leia os fragmentos a seguir. I. (...) Fazemos saber a todos os Nossos Subditos, que a Assemblea Geral Decretou, e Nós Queremos a Lei seguinte. Art. 1º As embarcações brasileiras encontradas em qualquer parte, e as estrangeiras encontradas nos portos, enseadas, ancoradouros, ou mares territoriaes do Brasil, tendo a seu bordo escravos (...), ou havendo-os desembarcado, serão apprehendidas pelas Autoridades, ou pelos Navios de guerra brasileiros, e consideradas importadoras de escravos. Aquellas que não tiverem escravos a bordo, nem os houverem proximamente desembarcado, porêm que se encontrarem com os signaes de se empregarem no trafico de escravos, serão igualmente apprehendidas, e consideradas em tentativa de importação de escravos.
Coleção das leis do Império do Brasil, Rio de Janeiro, v. 1, parte 1, p. 267
II. (...) Faz saber a todos os Subditos do Imperio, que a Assembléa Geral Decretou, e Ella Sanccionou a Lei seguinte: Art. 1º Todos os escravos, que entrarem no territorio ou portos do Brazil, vindos de fóra, ficam livres. Exceptuam-se:
1º Os escravos matriculados no serviço de embarcações pertencentes a paiz, onde a escravidão é permittida, emquanto empregados no serviço das mesmas embarcações.
2º Os que fugirem do territorio, ou embarcação estrangeira, os quaes serão entregues aos senhores que os reclamarem, e reexportados para fóra do Brazil.
Para os casos da excepção nº 1º, na visita da entrada se lavrará termo do numero dos escravos, com as declarações necessarias para verificar a identidade dos mesmos, e fiscalisar-se na visita da sahida se a embarcação leva aquelles, com que entrou. Os escravos, que forem achados depois da sahida da embarcação, serão apprehendidos, e retidos até serem reexportados.
(Coleção de Leis do Império do Brasil, Rio de janeiro, vol. 1 pt 1, p. 182)
Os fragmentos I e II correspondem, respectivamente,
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Tendo feito a independência, José Bonifácio considerou-a questão de tempo. Nem por isso deixou de tomar as providências necessárias para formalizá-la. Por meio de seus emissários enviados a Londres, Paris, Buenos Aires e aos Estados Unidos, ou em conversações diretas com os representantes de potências estrangeiras no Rio de Janeiro, conduziu as tratativas iniciais sobre o reconhecimento. Sendo a independência um fato consumado, entendia que os próprios interesses comerciais externos se encarregariam de promover-lhe a aceitação formal.

RICUPERO, Rubens. José Bonifácio e a criação da Política Exterior do Brasil. IBGH. 2013. Adaptado.

Sobre o reconhecimento diplomático do Império do Brasil, na primeira década após a independência, assinale a afirmativa correta.

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Leia o texto a seguir:

Assinale a opção que indica corretamente a que acordo diplomático o texto se refere.

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“A viagem iniciou em Cuzco, passando por Quito, de onde partiu com cerca de 220 espanhóis a cavalo e quase 4.000 índios, rumo ao desconhecido, com base em informações sobre as riquezas do chamado Pais de la Canela e do El Dorado. Lá chegando, comprovou que a esperança da riqueza não passava de uma escassa quantidade de pequenas árvores de canela e de algumas montanhas ásperas e inabitáveis. A falta de alimentação para os expedicionários obrigou que um grupo prosseguisse em um bergantim e algumas canoas, à procura de mantimentos. Foi quando começou uma expedição de oito meses em 6.000 km de navegação, por todo o Solimões-Amazonas, atingindo o Atlântico.”

(Adaptado de SANTOS, Francisco Jorge dos. História Geral da Amazônia. Editora MemVavMem, 2007, p. 36-37) 

Imagem associada para resolução da questão

(Fonte: https://chdetrujillo.com)

 O texto e a imagem se referem à expedição de

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Com relação ao contexto intelectual próprio da passagem do

Império para a República, com base na imagem, analise as

afirmativas a seguir.

I. Os republicanos brasileiros, de orientação francesa, se

inspiraram no uso de alegorias femininas para veicular ideais

liberais, como a Marianne, vestida à romana, com túnica,

sandálias e barrete frígio jacobino.

II. A figura feminina possuía um aspecto belicoso, indicado pelas

armas que empunha e pelos louros da vitória encimados na

bandeira do novo regime, em homenagem aos vitoriosos do

15 de novembro.

III. O visconde de Ouro Preto foi representado ajoelhado no ato

de entrega do poder à República (a coroa), sustentada pelos

militares, indicando que a nação brasileira alcançará o

progresso sem guerra, em sintonia com a ideologia

positivista.

Está correto o que se afirma em:

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A respeito da política indigenista da Coroa portuguesa no período colonial, estabeleça a correspondência entre as normativas listadas a seguir e sua respectiva caracterização.

 

1. Regimento das Missões (1686)

2. Diretório dos Índios (1757) 

 

( ) Proíbe a escravidão indígena e cria o ofício de Procurador dos Índios nas capitanias do Pará e Maranhão.

( ) Manifesta a convicção de que a convivência, o trabalho e a educação europeias poderiam civilizar os indígenas.

( ) Concede aos missionários portugueses o direito de tutela dos nativos capturados.

( ) Institui um diretor para o governo das aldeias, a ser nomeado pelo governador-geral.

 

Assinale a opção que indica a sequência correta, de cima para baixo

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“A complexidade dos problemas morais e materiais inerentes à vida moderna alargou o poder de ação do Estado, obrigando-o a intervir mais diretamente, como órgão de coordenação e direção, nos diversos setores da atividade econômica e social.” VARGAS, Getúlio, Discurso, 1938, vol.3, p.135-136
As opções a seguir apresentam exemplos desse alargamento do poder do Estado, durante o governo Vargas (1930-1945), à exceção de uma. Assinale-a.
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As opções a seguir apresentam aspectos sociopolíticos estabelecidos pela Constituição de 1824, à exceção de uma. Assinale-a.