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Em 1945, ao final da Segunda Guerra Mundial, a Europa perdeu a posição hegemônica que, historicamente, ocupava no cenário mundial. Em seu lugar surgiram duas superpotências – os Estados Unidos e a União Soviética. Esse novo quadro internacional bipolar, gerou a chamada Guerra Fria.

Sobre este momento do pós-guerra são feitas as afirmações:

I. A Guerra Fria consistiu em uma série de atritos em várias partes do mundo, criando-se uma situação de constantes conflitos políticos, diplomáticos e geopolíticos que, no entanto, não evoluiu para a guerra direta entre as duas superpotências.

II. Sob a influência política, econômica e ideológica da União Soviética, em 1960, a China promoveu uma revolução radical e implantou o socialismo sob o comando de Mao Tsé-tung.

III. Um dos fenômenos mais importantes do período foi a rápida liquidação dos antigos impérios coloniais europeus, estabelecidos na Ásia e na África com a formação de novos países, independentes, mas com economias frágeis e dependentes.

Está correto o que se afirma APENAS em

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Sabendo que o relevo do território brasileiro foi formado por processos diferenciados de morfogênese e possui uma grande diversidade de formas e estruturas, assinale a opção correta.
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A crítica feita na figura precedente à agropecuária brasileira está relacionada
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Definido como uma persistente banda de nebulosidade, esse é o principal sistema meteorológico de grande escala responsável pelo regime de chuvas sobre as regiões Sudeste e Centro-Oeste
durante os meses de primavera e verão. O sistema meteorológico de que trata essa afirmação é o(a)
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Nos anos 90 do século passado, o Brasil era reconhecido como nova potência regional na economia do mundo. No ano de 2018, estudos do FMI apontaram o sétimo ano seguido de queda na economia internacional. Em que pese o cenário de crise mundial, pode-se destacar que o Brasil desempenha um papel geopolítico no cenário mundial. Assinale a opção correta acerca da geopolítica brasileira no século XXI.
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O trecho revela um momento importante da crise do Estado Novo associada ao retorno da FEB, que

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A “Política de Apaziguamento“ é um ponto que deve ser analisado com cuidado quando se discute a questão das origens da Segunda Guerra Mundial. Na medida em que a situação internacional tornava-se mais tensa, ao longo da década de 1930, e o militarismo fascista (japonês, italiano e alemão) se agudizava, as potências ocidentais democráticas, aparentemente para evitar um conflito de maiores proporções ou adiar uma confrontação inevitável, fecharam os olhos às agressões do nazifascismo contra regiões e países vizinhos.

(Ricardo de Moura Faria, História – volume 3, p. 304. Adaptado)

A “Política de Apaziguamento“ esteve presente

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Leia a seguir o trecho retirado do jornal O Estado de S. Paulo publicado no dia 8 de maio de 1945, à época da rendição da Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial: “Comemorando a paz que afinal foi conquistada, as nossas populações, pelo muito que fizeram, hão de sustentá-la, ao lado de outros povos, com todas as suas forças e inteligência, para que o sangue generoso da mocidade, derramado nas batalhas, tenha sempre a significação que hoje todos lhe reconhecemos: o fim da opressão e o começo da liberdade, cuja existência se deve a milhões de homens, mulheres e crianças sacrificadas.” O trecho evidencia um dos fatores que contribuiu para a crise do Estado Novo, corretamente identificado como
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Em termos econômicos, o Estado Novo (1937-45) caracterizou-se

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Os dois lados viram-se comprometidos com uma insana corrida armamentista para a mútua destruição. Os dois também se viram comprometidos com o que o presidente em fim de mandato, Eisenhower, chamou de “complexo industrial-militar”, ou seja, o crescimento cada vez maior de homens e recursos que viviam da preparação da guerra. Mais do que nunca, esse era um interesse estabelecido em tempos de paz estável entre as potências. Como era de se esperar, os dois complexos industrial-militares eram estimulados por seus governos a usar sua capacidade excedente para atrair e armar aliados e clientes, e conquistar lucrativos mercados de exportação, enquanto reservavam apenas para si os armamentos mais atualizados e, claro, suas armas nucleares.

(Eric Hobsbawm. Era dos extremos – O breve século XX – 1914-1991. São Paulo: Cia. das Letras, 1995, p. 233. Adaptado)

O historiador refere-se à situação da política internacional que resultou, em grande medida, da Segunda Guerra Mundial, e que pode ser definida como a