1
Renato, advogado em início de carreira, é contactado para defender os interesses de Rodrigo que está detido em cadeia pública. Dirige- se ao local onde seu cliente está retido e busca informações sobre sua situação, recebendo como resposta do servidor público que estava de plantão que os autos do inquérito estariam conclusos com a autoridade policial e, por isso, indisponíveis para consulta e que deveria o advogado retornar quando a autoridade tivesse liberado os autos para realização de diligências.

À luz das normas aplicáveis,
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Mévio, advogado de longa data, pretendendo despachar uma petição em processo judicial em curso perante a Comarca Y, é surpreendido com aviso afixado na porta do cartório de que o magistrado somente receberia para despacho petições que reputasse urgentes, devendo o advogado dirigir-se ao assessor principal do juiz para uma prévia triagem quanto ao assunto em debate. À luz das normas estatutárias, é correto afirmar que
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Conceição promove ação possessória em face de vários réus que ocuparam imóvel sem construção, de sua propriedade, em área urbana. Houve a designação de audiência de conciliação, com a presença dos réus e dos seus advogados. Na audiência, visando organizar o ato, o magistrado proibiu que os advogados se mantivessem de pé, bem como saíssem do local durante a sua realização.
Com base no que dispõe o Estatuto da Advocacia e as leis regentes, é correto afirmar que
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Gabriela é sócia de uma sociedade de advogados, tendo, no

exercício de suas atividades profissionais, representado

judicialmente Júlia. Entretanto, Gabriela, agindo com culpa,

deixou de praticar ato imprescindível à defesa de Júlia em

processo judicial, acarretando-lhe danos materiais e morais.

Em uma eventual demanda proposta por Júlia, a fim de ver

ressarcidos os danos sofridos, deve-se considerar que

5

Aparecida, advogada da autora no âmbito de determinada ação indenizatória, bastante irritada com o conteúdo de sentença que julgou improcedente o pedido formulado, apresenta recurso de apelação em cujas razões afirma que o magistrado é burro e ignora as leis aplicáveis ao caso em exame. Disse ainda que tal sentença não poderia ter outra explicação, senão o fato de o magistrado ter recebido vantagem pecuniária da outra parte. A respeito da conduta de Aparecida, é correto afirmar:

6

A advogada Ana integrou o departamento jurídico da empresa XYZ Ltda. e, portanto, participava de reuniões internas, com sócios e diretores, e externas, com clientes e fornecedores, tendo acesso a todos os documentos da sociedade, inclusive aos de natureza contábil, conhecendo assim, diversos fatos e informações relevantes sobre a empresa. Alguns anos após ter deixado os quadros da XYZ Ltda., Ana recebeu intimação para comparecer a determinada audiência e a prestar depoimento, como testemunha arrolada pela defesa, no âmbito de ação penal em que um dos sócios da empresa figurava como acusado do crime de sonegação fiscal. Ao comparecer à audiência, Ana afirmou que não prestaria depoimento sobre os fatos dos quais tomou conhecimento enquanto integrava o jurídico da XYZ Ltda. O magistrado que presidia o ato ressaltou que seu depoimento havia sido solicitado pelo próprio sócio da empresa, que a estaria, portanto, desobrigando do dever de guardar sigilo.
Sobre a questão apresentada, observadas as regras do Estatuto da OAB e do Código de Ética e Disciplina da OAB, assinale a opção correta.

7
Determinado advogado, valendo-se dos poderes para receber, que  lhe  foram  outorgados  pelo  autor  de  certa  demanda, promove  o  levantamento  da  quantia  depositada  pelo  réu  e não presta  contas ao  seu  cliente, apropriando-se dos  valores recebidos.  Por  tal  infração  disciplinar, qual  a  sanção  prevista no Estatuto da Advocacia e da OAB? 
8

O advogado F recebe do seu cliente WW determinada soma

em dinheiro para aplicação em instrumentos necessários à

exploração de jogo não autorizado por lei.

Nos termos do Estatuto da Advocacia, a infração disciplinar

9

João é advogado da sociedade empresária X Ltda., atuando

em diversas causas do interesse da companhia. Ocorre que o

controle da sociedade foi alienado para uma sociedade

estrangeira, que resolveu contratar novos profissionais em

várias áreas, inclusive a jurídica. Por força dessa circunstância,

rompeu–se a avença entre o advogado e o seu cliente. Assim,

João renunciou ao mandato em todos os processos,

comunicando formalmente o ato à cliente. Após a renúncia,

houve novo contrato com renomado escritório de advocacia,

que, em todos os processos, apresentou o instrumento

mandato antes do término do prazo legal à retirada do

advogado anterior.

Na renúncia focalizada no enunciado, conso

Advocacia, deve o advogado

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Fred, jovem advogado, é contratado para prestar serviços na empresa BBO Ltda, que possui uma assessoria jurídica composta por cinco profissionais do Direito, orientados

por uma gerência jurídica. Após cinco meses de intensa atividade, é concitado a formular parecer sobre determinado tema jurídico de interesse da empresa, tarefa que realiza,

sendo seu entendimento subscrito pela gerência.


Após dez meses do referido evento, o tema é reapresentado por um dos diretores da empresa, que, em viagem realizada para outro estado, havia consultado um outro advogado.

Diante dos novos argumentos, o gerente determina que Fred, o advogado parecerista, mesmo sem ter mudado de opinião, apresente petição inicial em confronto com o entendimento

anteriormente preconizado.



No caso, nos termos do Código de Ética da Advogacia, o advogado.