Com relação aos sentidos do texto CB1A1BBB, em que aparecem as personagens Mafalda (presente apenas no primeiro quadrinho) e Susanita, julgue o seguinte item.O principal comportamento humano satirizado na tirinha é a indiferença para com as condições de vida a que são submetidas as pessoas pobres.

Em relação ao texto CG1A1-I, às ideias nele expressas e à sua construção, julgue o item a seguir.

A respeito das ideias veiculadas no texto CB2A2AAA, julgue os itens que se seguem.
Depreende-se do texto que o não cumprimento do dever de
cuidado por omissão poderá resultar na aplicação de sanções
ao servidor público.
Com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item.
Seriam mantidos a correção gramatical e os sentidos originais do texto, caso a forma verbal “Houve" (.25) fosse substituída por Ocorreram.

Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do
texto CB3A1AAA, julgue os seguintes itens.
A narradora utiliza a expressão “outra metade da raça
humana" (R.25) para se referir ao gênero masculino.
Em relação aos elementos linguísticos do texto CB8A1AAA, julgue os itens a seguir.

Ainda a respeito de aspectos linguísticos e dos sentidos do texto 1A1-I, julgue o item que se seguem.
A mesma regra de pontuação justifica o emprego do sinal de dois-pontos nas linhas 12 e 19.

Julgue os itens a seguir, relativos a aspectos estruturais e gramaticais do texto CB1A1.

No que se refere aos sentidos e às características tipológicas do texto, julgue os itens que se seguem.
Dada a assinatura “O amigo das letras" (l. 31), é correto
concluir que o trecho publicado no Jornal do Comércio é uma
carta.
O senso comum é acumulado ao longo da vida de cada um de nós e acaba sendo transmitido de geração em geração. É um tipo de conhecimento não científico, formado pelas nossas impressões subjetivas sobre o mundo, fruto das nossas experiências pessoais.
Embora esse seja um tipo de conhecimento popular e prático que nos orienta no dia a dia, por não ser testado, verificado ou analisado por uma metodologia científica, permanece um alto grau de incerteza sobre a sua validade, ou seja, é um conhecimento tradicionalmente bem aceito, que pode ou não estar correto ou em consonância com a realidade. Trata-se, contudo, apenas de um mito, assim como muitos outros ensinados e perpetuados pela força da tradição e da crença, tal qual afirma Tolstói em sua obra Uma confissão: “Sei que a maior parte dos homens raramente são capazes de aceitar as verdades mais simples e óbvias se essas os obrigarem a admitir a falsidade das conclusões que eles, orgulhosamente, ensinaram aos outros, e que teceram, fio por fio, trançando-as no tecido da própria vida.”.
É claro que a maioria das pessoas reconhece também que a ciência é importante e necessária, mas, ainda assim, temos dificuldade em abrir mão das nossas crenças e do nosso senso comum, mesmo quando necessário. Tendemos a nos manter fiéis àquilo que “testemunhamos com nossos próprios olhos”.
Confiar nos “nossos olhos” — na nossa percepção pessoal — é um processo natural e compreensível, uma vez que essa é a ferramenta com que somos equipados “de fábrica” e que nos ajudou a sobreviver até aqui ao longo da nossa evolução.
André Demambre Bacchi. Afinal, o que é ciência: ... E o que não é? São Paulo: Editora Contexto, 2024, p. 10-11 (com adaptações).
Julgue o item subsequente, referentes às características textuais e aos aspectos linguísticos do texto precedente, bem como às ideias nele veiculadas.
O primeiro parágrafo do texto é predominantemente expositivo, no que se refere à tipologia textual.