Com fundamento na urgência foi dispensada, pela Administração pública, a realização de chamamento público para celebração de termo de colaboração com entidade privada, sem fins lucrativos, que receberia, para execução do objeto da avença, recursos públicos. Posteriormente, verificou-se não só a inexistência do pressuposto fático que fundamentou a dispensa como a existência de conluio entre o administrador público competente para assinar o juste e o dirigente da entidade, com a finalidade de frustrar a realização do processo seletivo exigível na hipótese. À luz da Lei de Improbidade Administrativa,
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Determinado administrador público adquiriu, sem licitação, dois veículos para uso da repartição pública que chefia. Em decorrência dessa aquisição, obteve desconto considerável na aquisição de outro veículo, com recursos próprios, para sua utilização. Em razão dessa conduta,
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No curso de determinada ação de improbidade administrativa, um dos réus vem a falecer, razão pela qual, é chamado a intervir na lide, seu único sucessor Felipe, empresário do ramo hoteleiro. Ao final da demanda, todos os réus são condenados pela prática de ato ímprobo previsto no artigo 11, da Lei nº 8.429/1992 (violação aos princípios da Administração Pública), sendo-lhes impostas as seguintes sanções: ressarcimento integral do dano, perda da função pública e suspensão dos direitos políticos por cinco anos. Nesse caso, Felipe
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De acordo com a Lei nº 8.429/92, que dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional, a medida de indisponibilidade de bens
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Os objetivos da Defensoria Pública, previstos no artigo 3-A da Lei Complementar no 80/1994, reproduzem os fundamentos do Estado Democrático de Direito e os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, trazidos nos artigos 1o e 3o da Constituição Federal, ao afirmarem:
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Ao analisar um problema trazido no atendimento, o Defensor Público informa ao assistido que não poderá ajudá-lo juridicamente, recusando a atuação. Nesse caso, em conformidade ao que dispõe a Lei complementar no 80/1994, o assistido
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Em conformidade com a Lei Complementar no 80/1994, a Defensoria Pública no Brasil abrange a Defensoria Pública:
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Em que pese a Constituição Federal assegure a inviolabilidade de domicílio, é constitucional o ingresso
I.da autoridade policial em escritório de advocacia particular, de dia, sem o consentimento do responsável, munida de
autorização judicial para realizar busca e apreensão de bens e documentos necessários à investigação de prática de
crime cometido pelo advogado titular da banca, não recaindo a busca e apreensão sobre a esfera de direito de terceiros.
II.da autoridade administrativa de fiscalização tributária na sede de empresa privada, de dia, sem o consentimento do
responsável e sem autorização judicial, para realizar apreensão de livros, documentos e equipamentos necessários à
lavratura de auto de infração e imposição de multa.
III.da autoridade policial em residência familiar, de noite, sem o consentimento do responsável e sem autorização judicial,
para realizar prisão em flagrante delito.
IV.de Oficial de Justiça em residência familiar, de noite, sem o consentimento do morador, munido de autorização judicial
para a realização de penhora e avaliação de bens.
Está correto o que consta APENAS em
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A garantia constitucional do direito de propriedade impede
que
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De acordo com o regime constitucional de proteção dos direitos fundamentais,