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Com base no texto, todas as seguintes extrapolações podem ser feitas, EXCETO:
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Texto 01:

Os buracos negros e a relatividade do tempo

            Em um dos grandes relatos de viagens fantásticas, o escritor norte-americano Edgar Allan Poe conta a história de uma expedição marítima na costa norueguesa que se depara com um redemoinho gigante, conhecido como Maelstrom. Passado o terror inicial, o narrador proclama: “Pouco depois, fiquei possuído da mais aguçada curiosidade pelo próprio turbilhão. Sentia positivamente um desejo de explorar suas profundezas, mesmo ao preço do sacrifício que ia fazer; e meu principal pesar era que jamais poderia contar a meus amigos, na praia, os mistérios que iria conhecer”.

            Se Poe tivesse escrito seu conto 150 anos depois (o original foi publicado em 1841), talvez substituísse a exploração das entranhas do vórtice pela exploração das entranhas do buraco negro. Fica difícil imaginar uma viagem fictícia mais fascinante do que a uma região em que nossas noções de espaço e tempo deixam de fazer sentido, de onde nada, nem a luz escapa, um verdadeiro Maelstrom cósmico. Os buracos negros e suas ligações com objetos exóticos, conhecidos como “buracos de minhoca” - possíveis pontes de um ponto a outro no espaço e no tempo -, desafiam até a imaginação dos físicos. (...)

Fonte: GLEISER, Marcelo. Micro macro: reflexões sobre o homem,

o tempo e o espaço. São Paulo: Publifolha, 2005. p. 20.

Sobre o Texto 01, é CORRETO afirmar: 
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Segundo o locutor do texto, a fofoca tem seu valor, pois
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O propósito do texto é

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Quem são nossos ídolos?

Claudio de Moura Castro

Eu estava na França nos idos dos anos 80. Ligando a televisão, ouvi por

acaso uma entrevista com um jovem piloto de Fórmula 1. Foi-lhe perguntado em

quem se inspirava como piloto iniciante. A resposta foi pronta: Ayrton Senna. O

curioso é que nessa época Senna não havia ganho uma só corrida importante.

Mas bastou ver o piloto brasileiro se preparando para uma corrida: era o primeiro

a chegar no treino, o único a sempre fazer a pista a pé, o que mais trocava ideias

com os mecânicos e o último a ir embora. Em outras palavras, sua dedicação,

tenacidade, atenção aos detalhes eram tão descomunais que, aliadas a seu talento,

teriam de levar ao sucesso.

Por que tal comentário teria hoje alguma importância?

Cada época tem seus ídolos, pois eles são a tradução de anseios, esperanças,

sonhos e identidade cultural daquele momento. Mas, ao mesmo tempo,

reforçam e ajudam a materializar esses modelos de pensar e agir.

Já faz muito tempo, Heleno de Freitas foi um grande ídolo do futebol. Segundo

consta, jactava-se de tomar uma cachacinha antes do jogo, para aumentar

a criatividade. Entrava em campo exibindo seu bigodinho e, após o gol, puxava o

pente e corrigia o penteado. O ídolo era a genialidade pura do futebol-arte.

Mais tarde, Garrincha era a expressão do povo, com sua alegria e ingenuidade.

Era o jogador cujo estilo brotava naturalmente. Era a espontaneidade,

como pessoa e como jogo, e era facilmente amado pelos brasileiros, pois materializava

as virtudes da criação genial.

Para o jogador "cavador", cabia não mais do que um prêmio de consola-

ção. Até que veio Pelé. Genial, sim. Mas disciplinado, dedicado e totalmente

comprometido a usar todas as energias para levar a cabo sua tarefa. E de atleta

completo e brilhante passou a ser um cidadão exemplar.

É bem adiante que vem Ayrton Senna. Tinha talento, sem dúvida. Mas tinha

mais do que isso. Tinha a obsessão da disciplina, do detalhe e da dedicação

total e completa. Era o talento a serviço do método e da premeditação, que são

muito mais críticos nesse desporto.

Há mais do que uma coincidência nessa evolução. Nossa escolha de ídolos

evoluiu porque evoluímos. Nossos ídolos do passado refletiam nossa imaturidade.

Era a época de Macunaíma. Era a apologia da genialidade pura. Só talento,

pois esforço é careta. Admirávamos quem era talentoso por graça de Deus e

desdenhávamos o sucesso originado do esforço. Amadurecemos. Cresceu o

peso da razão nos ídolos. A emoção ingênua recuou. Hoje criamos espaço para

os ídolos cujo êxito é, em grande medida, resultado da dedicação e da disciplina

– como Pelé e Senna.

Mas há o outro lado da equação, vital para nossa juventude. Necessitamos

de modelos que mostrem o caminho do sucesso por via do esforço e da

dedicação. Tais ídolos trazem um ideário mais disciplinado e produtivo.

Nossa educação ainda valoriza o aluno genial, que não estuda – ou que,

paradoxalmente, se sente na obrigação de estudar escondido e jactar-se de não

fazê-lo. O cê-dê-efe é diminuído, menosprezado, é um pobre-diabo que só obtém

bons resultados porque se mata de estudar. A vitória comemorada é a que deriva

da improvisação, do golpe de mestre. E, nos casos mais tristes, até competência

na cola é motivo de orgulho.

Parte do sucesso da educação japonesa e dos Tigres Asiáticos provém

da crença de que todos podem obter bons resultados por via do esforço e da

dedicação. Pelo ideário desses países, pobres e ricos podem ter sucesso, é só

dar duro.

O êxito em nossa educação passa por uma evolução semelhante à que

aconteceu nos desportos – da emoção para a razão. É preciso que o sucesso

escolar passe a ser visto como resultado da disciplina, do paroxismo de dedica-

ção, da premeditação e do método na consecução de objetivos.

A valorização da genialidade em estado puro é o atraso, nos desportos e

na educação. O modelo para nossos estudantes deverá ser Ayrton Senna, o

supremo cê-dê-efe de nosso esporte. Se em seu modelo se inspirarem, vejo

bons augúrios para nossa educação.

Disponível em: http://veja.abril.com.br/idade/educacao/060601/ponto_de_vista.html. Acesso em: jul. 2016.

A pergunta que inicia o segundo parágrafo: “Por que tal comentário teria hoje

alguma importância?" tem o objetivo de

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Atente para os excertos:

I. “O neoliberalismo rechaça a nossa condição de seres pensantes e cidadãos." [Substituir “rechaçar" por “remeter"].

II. “Já em 1985, Freud havia diagnosticado a síndrome de pânico sob o nome de neurose de angústia." [Substituir “diagnosticar" por “referir-se"].

III. “Submeta seu filho a um diagnóstico precoce." [Substituir “um diagnóstico" por “uma avaliação"].

IV. “[...] não somos nós os doentes, e sim a sociedade que, submissa ao paradigma do mercado..." [Substitua “paradigma" por “injunção"].

Efetuando as alterações indicadas, haverá crase obrigatória apenas em:

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Observe a regência dos verbos destacados nas frases abaixo:

1- Lembro-me das pessoas passando em volta, apressadas e felizes. 
    Lembro das pessoas passando em volta, apressadas e felizes.

2- Lembro-me da mão dele segurando a minha. 
    Lembro a mão dele segurando a minha.

3- “Lembro-me apenas das sensações e das emoções daquele dia.”
     Lembro apenas as sensações e as emoções daquele dia.

4 - Não me lembro do que aconteceu em campo. 
     Não me lembro o que aconteceu em campo.

Quanto à regência dos verbos, as frases acima poderiam ser reescritas, sem prejuízo sintático, em:

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A concordância verbal é permitida com o verbo no plural ou no singular em:

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A regência verbal está correta, EXCETO em:

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Admite-se mais de uma concordância dos verbos destacados em:

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Em: “Mamãe me punha para fora quando a história era mais pesada.", punha está flexionado no

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A respeito das disposições constitucionais inerentes à Administração Pública, é CORRETO afirmar:
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A competência para a explorar diretamente, ou mediante concessão, os serviços locais de gás canalizado é dos
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Constitui matéria de iniciativa legislativa privativa do chefe do Poder Executivo:
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As leis complementares se distinguem das leis ordinárias porque
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Para responder as questões de 74 a 76, tenha como
base a Constituição Federal.
Assinale a alternativa CORRETA:

A Constituição Federal de 1988 diz em seu art. 225, caput, que:
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Considerando disciplina constitucional e legal da participação de sociedade de economia mista na constituição de empresa privada que não seja por ela controlada, é CORRETO afirmar:

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Se as expressões x2, (x + 2)2, (x + 3)2 ão, respectivamente, os três primeiros termos de uma Progressão Aritmética crescente. Então, é CORRETO afirmar que a razão desta progressão é igual a:

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De origem asiática, elas cruzam o mar e estão invadindo – aos milhares – o Brasil. Feitas de uma espécie de silicone com imagens de super-heróis, times de futebol ou simplesmente com cores que brilham no escuro, em plena era da tecnologia, as bolinhas pula-pula são uma febre entre a meninada. Elas são fabricadas por um preço que você nem acredita. Invenção chinesa para distrair o mundo, as bolinhas custam cerca de R$ 0,07 no país asiático, já contando o lucro da indústria. No Brasil, são vendidas pelos distribuidores por preços a partir de R$ 0,22, podendo chegar a R$ 0,33. Nas chamadas vídeo machines, ou máquinas de bolinhas, a cada moeda de R$ 1, elas recheiam o lucro do comércio. Entre o preço de fabricação e o valor de venda, há uma diferença de 1.328%. E a lucratividade, depois que a bolinha chega ao Brasil, varia de pouco mais de 200% a 400%.

Considerando as máquinas que aceitam apenas moedas de 25 centavos, 50 centavos e 1 real, quantas possibilidades você tem para combinar esses valores, dispondo de n moedas, e comprar uma bolinha que custa 1 real?

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O Triângulo de Sierpinsky é um fractal criado a partir de um triângulo equilátero, da seguinte forma: divide-se cada lado do triângulo ao meio, unem-se estes pontos médios e forma-se um novo triângulo equilátero.

Se continuarmos o processo, quantos triângulos brancos haverá no Estágio 10?

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A figura a seguir se constitui de dois triângulos retângulos em A e B, sendo as medidas dos segmentos AB = 3, AE = 700 e BC = 200 unidades de comprimento. Nessas condições, é CORRETO afirmar que a medida do segmento DB, em unidades de comprimento, é igual a:

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Usando os algarismos 1, 2, 3, 4 e 5, sem repetir nenhum, quantos números de 5 algarismos maiores que 21.000 é possível formar?
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Três números inteiros positivos estão em progressão aritmética; o produto deles é 792 e a soma é 33. O maior desses números é

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Considerando os argumentos lógicos: I. Alguns uruguaios são pobres. Alguns pobres são mendigos. Logo, todos os uruguaios são mendigos. II. Todos os alemães são europeus. Nietzche foi um filósofo alemão. Logo, Nietzche era europeu. III. Todo mineiro é brasileiro e todo curvelano é mineiro. Então todo curvelano é brasileiro. É CORRETO afirmar que:
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Duas proposições compostas são equivalentes se seus valores lógicos são iguais. Considerando que p e q são proposições lógicas, então é CORRETO afirmar que a proposição (p Ʌ ~ q) é equivalente a:

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Considere os argumentos lógicos I, II e III a seguir:

I. Nenhum planeta possui luz própria. Todas as estrelas possuem luz própria. Concluímos que nenhum planeta é uma estrela.

II. Todo pensamento é um raciocínio. Todo raciocínio é lógico. Concluímos que todo pensamento é lógico.

III. Se toda criança é feliz e nenhum ser humano é infalível, concluímos que todo ser humano é feliz.

É CORRETO afirmar que

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No universo dos números naturais, consideram-se duas propriedades p e q:

p: n é um número natural múltiplo de 3
q: a soma dos algarismos de n é um número natural divisível por 3.

Nessas condições, é CORRETO afirmar que a relação de implicação lógica entre as propriedades p e q é:

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Considere os argumentos lógicos I, II e III a seguir:

I. Se todos os estudantes gostam de Matemática, e nenhum atleta é estudante, concluímos que ninguém que goste de Matemática seja um atleta.

II. Todos os engenheiros são estudiosos. Nenhum trabalhador braçal é estudioso. Concluímos que nenhum trabalhador braçal é engenheiro.

III. Se as leis são boas e seu cumprimento é rigoroso, a criminalidade diminui. Se o cumprimento rigoroso das leis diminui a criminalidade, então nosso problema atual é de ordem prática. Portanto, nosso problema atual é de ordem prática.

Diante desses argumentos, é CORRETO afirmar que

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Considere os argumentos lógicos I, II e III a seguir:

I. Se estudasse tudo, passaria no concurso. Não passei no concurso. Concluímos que não estudei tudo.

II. Todas as estrelas possuem luz própria. Nenhum planeta possui luz própria. Concluímos que nenhuma estrela é um planeta.

III. Todos os estudantes gostam de Matemática. Nenhum atleta é estudante. Concluímos que todos os atletas gostam de Matemática.

É CORRETO afirmar que

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Considerando a conjunção (p ∧ q), em que p e q são proposições lógicas, então é CORRETO afirmar que a negação dessa conjunção é dada por: