Sabemos que o brincar é uma importante atividade para o desenvolvimento da autonomia, da identidade e de algumas capacidades. Na brincadeira de faz de conta, a criança socializa, interage, utiliza e experimenta regras e papéis sociais. Nesse sentido, podemos dizer que
"À criança, deve-se contar e ler histórias adequadas à sua idade, para que fantasiem e sonhem com as aventuras de seu mundo imaginário. Ler e contar histórias é, por si só, uma arte, é meio de comunicação. Um bom texto nos conduz a viagens inimagináveis, de alegria, de felicidade, de amor, etc. Sendo assim, para a criança, uma boa história tem o poder de diverti-la e, ao mesmo tempo, estimular sua aprendizagem".
Assinale a alternativa que não apresenta metas do professor para o desenvolvimento da leitura na educação infantil.
Para organização, seleção e planejamento de conteúdos matemáticos a serem aplicados, o profissional da educação infantil precisa considerar os conhecimentos prévios e as possibilidades cognitivas das crianças. Para isso, deve-se considerar que, exceto:
Leia uma situação observada em uma turma com crianças de cinco anos de uma instituição de educação infantil em Belo Horizonte: "Essa é a primeira semana após as férias de julho na instituição de educação infantil. A turma com crianças de cinco anos está tranquila. Após realizarem uma pintura na oficina de artes, aconteceu o momento de brincadeiras livres no qual as crianças poderiam escolher o que fazer dentro ou fora da sala. A professora circula entre as crianças e conversa com elas. Duas meninas escrevem no quadro de giz que fica do lado de fora da sala. Marcela escreve o nome de um colega, “CARLOS”, e pede que Miriam adivinhe qual nome ela escreveu. Miriam olha para o nome, mas não responde. Marcela chama Bruno, que responde corretamente. Marcela sorri, balançando a cabeça afirmativamente. Bruno se afasta. Miriam escreve “TADE” e Marcela rapidamente lê “Tadeu”. Marcela chama Bruno novamente, que diz: “É Amanda”. Marcela balança a cabeça negativamente e diz: “Não. É Carlos e Tadeu”. Bruno volta a brincar com Lúcio. Miriam apaga os dois nomes. Antônio se aproxima do quadro de giz e escreve o próprio nome corretamente. Miriam tenta apagá-lo, ao que Antônio diz: “Não apaga o meu”. Marcela escreve novamente “CARLOS” e “TÁDE”, acrescentando um acento agudo à letra “A”. Ela olha para o quadro por alguns segundos, apaga o acento agudo e pergunta a Miriam: “Tá certo, não tá?”. Miriam balança a cabeça afirmativamente. Marcela escreve “MA”, apaga as letras e se dirige a Miriam: “Vamos fazer maior?”. Ela, logo a seguir, escreve “CARLOS”. Antônio apaga a escrita da colega. Marcela diz: “Eu não apaguei o seu”. Ela escreve novamente e Antônio apaga. Marcela escreve mais uma vez, falando: “Não apaga, tá?”. Antônio apaga e olha para ela. Miriam chama a professora, que pede para Antônio parar. Ele se afasta e começa a brincar com um carrinho. Marcela escreve o próprio nome corretamente e conta o número de letras. Outras crianças se aproximam e também escrevem no quadro. As crianças continuam escrevendo e apagando nomes, letras e números por mais algum tempo. (NEVES; GOUVÊA; CASTANHEIRA, 2011, p. 130). Com base no texto, assinale a alternativa incorreta.
Indicadores da qualidade na educação infantil constituem-se em instrumento elaborado para que se tenha qualidade na instituição de educação infantil. Não são aspectos de qualidade a serem observados na instituição: