Silvana, estudante de direito, está muito interessada nas modificações introduzidas na Consolidação das Leis do Trabalho através da Lei nº 13.467/2017, lendo diariamente todas as notícias de jornais e revistas para debatê-las com o seu pai, grande empresário do ramo alimentício. Assim, ela verificou importantes mudanças relativas ao tempo de deslocamento do empregado até o seu local de trabalho, afirmando ao seu pai que, após a mudança legislativa, o tempo despendido pelo empregado desde a sua residência até a efetiva ocupação do posto de trabalho e para o seu retorno,
Cândida, Felícia e Gilberto são empregados da empresa “AL”. Todos os dias, Cândida, Felícia e Gilberto chegam na empresa aproximadamente quinze minutos antes do início da jornada de trabalho. Durante esse período, Cândida alimenta-se com o seu café da manhã; Felícia estuda para o curso de alemão que está fazendo e Gilberto utiliza o tempo para colocar o uniforme, mesmo não sendo obrigatória a realização da troca na empresa, uma vez que não se sente confortável em usar o uniforme em seu trajeto. De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho, NÃO se considera tempo à disposição do empregador, não computando, portanto, como período extraordinário, o mencionado tempo gasto por
“A modernização da agricultura não ocorreu de forma isolada no Brasil, mas sim como um fenômeno mundial. Esse processo, entendido como uma mudança da base técnica da produção agrícola, inicia-se no pós-guerra, mas se intensifica a partir de meados dos anos 60, com a introdução de máquinas, equipamentos, fertilizantes, defensivos agrícolas, ferramentas gerenciais e também da base genética, a partir de novas variedades e de raças animais. Com isso, a relação entre a agricultura e a indústria apresentou grandes transformações. Houve o desenvolvimento das agroindústrias, estimulado pelo crescimento da demanda para os produtos da agropecuária."
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Dentro da trajetória histórica da produtividade agrícola no Brasil, têm-se:
I. 1947-1965: as práticas agrícolas eram realizadas com baixo nível de uso de fertilizantes; o Brasil teria de avançar no desenvolvimento de variedades de plantas.
II. 1970 a 1990: vigoroso processo de acumulação na agricultura brasileira; tendência de elevação do índice de quantidade de capital (máquinas, fertilizantes e defensivos).
III. 1980-2010: aumento nas pesquisas agrícolas; investimentos em energia elétrica, rodovias e portos têm grande impacto sobre a produtividade agropecuária.
É correto o que se apresenta em
"O Brasil é o oitavo país do mundo em produção de energia eólica, ranking anual com dados mundiais produzido pelo Global Wind Energy Council (GWEC-2017). O país já conta com 10,74 GW de capacidade de energia eólica instalada em 430 parques. Beneficiada por temporadas de ventos fortes, a região Nordeste continua a ser o maior polo brasileiro de geração de energia eólica."
https://www.aecweb.com.br/cont/n/brasil-alcanca-posicao-dedestaque-em-producao-de-energia-eolica_16956
O Estado que atualmente é o principal gerador de energia eólica no Brasil é

Após seis anos de seca, o sertão nordestino comemora a volta da chuva. O nordestino sofreu com desequilíbrio hidrológico trazendo pobreza e fome para a região, mas como diz a letra de música “O sertanejo esquece logo o tempo ruim finca o pé na dança sem sentir cansaço e no outro dia cuida da obrigação."
As principais causas da seca do Nordeste são naturais. Dentre as causas da seca na região estão, exceto: