José pediu o valor de R$ 1.000,00 para consertar um equipamento. Para isso terá as seguintes despesas: 1/10 do custo do serviço será gasto com peças e 1/5 com impostos. Deduzidos estes custos, José terá que pagar 1/10 deste lucro ao consultor que negociou este serviço. Qual o lucro, em reais, que restou ao José?
Maria foi a uma loja comprar um fogão no valor de R$ 300,00 e o vendedor fez a seguinte proposta à Maria: o preço poderia ser dividido em entrada e mais 2 parcelas a vencer em 30 e 60 dias. Cada uma das parcelas seria no valor de R$ 100,00 mais uma taxa de juros de 10% a cada 30 dias. Qual será o valor total pago pela Maria, em reais, se aceitar a proposta do vendedor?
Três amigos, João, Pedro e Rafael, após a aula de matemática, decidiram verificar seus conhecimentos do que aprenderam na aula por meio de uma brincadeira. João e Pedro combinaram a forma de obter uma sequência de números e Rafael tinha que determinar o próximo termo e somar todos eles. Assim, João disse 2. Pedro disse 4/3. João disse 8/9. Pedro disse16/27. Daí pediram ao Rafael que seguindo esta sequência, determinasse o quinto termo e somasse todos os cinco termos. Qual a soma obtida por Rafael?
Embora não haja menção na estrutura organizacional do Almoxarifado, o controle deve fazer parte do conjunto de atribuições de cada setor funcional envolvido sendo: recebimento, armazenagem e distribuição. Assim, é correto afirmar que:
I - Recebimento é a atividade intermediária entre as tarefas de compra e pagamento ao fornecedor, sendo de responsabilidade do recebedor a conferência dos materiais destinados ao Órgão.
II - A armazenagem dos materiais no Almoxarifado obedece a cuidados especiais, que devem ser definidos no sistema de instalação e no layout adotado, proporcionando condições físicas que preservem a qualidade dos materiais, objetivando a ocupação plena do edifício e a ordenação da arrumação.
III - A distribuição dos materiais estocados deve ser realizada mediante programação ou necessidade dos demais departamentos do Órgão, a qual normalmente se faz por meio de requisição específica.
Curiosamente, viver abaixo do nível do mar explica o etos igualitarista dos holandeses. As tempestades e enchentes que se abateram sobre a Holanda nos séculos XV e XVI incutiram no povo o senso do propósito comum. O menino que tapou com o dedo o furo no dique nunca existiu. Cada cidadão tinha de contribuir para manter o país seco, carregando pesados sacos de
argila no meio da noite se um dique estivesse prestes a ruir. Uma cidade podia ser totalmente engolida pelas águas num átimo. Quem pusesse o status acima do dever era malvisto. Mesmo hoje em dia, a monarquia holandesa é ambivalente na questão da pompa e circunstância. Uma
vez por ano, a rainha anda de bicicleta e serve chocolate quente a seus criados para mostrar que é do povo.
A natureza das hierarquias é culturalmente variável. Abrange toda a gama que vai da formalidade militar germânica e as nítidas divisões de classe britânicas às atitudes desencontradas e apreço pela igualdade dos americanos. No entanto, por mais informais que sejam algumas culturas, nada se compara à negação de status naqueles que os antropólogos
chamam de “verdadeiros igualitaristas”. Estes vão muito além de ter uma rainha ciclista ou um presidente chamado Bill. A própria ideia de monarquia os deixa indignados. Refiro-me aos índios navajos, aos hotentotes, pigmeus mbuti, !kung san, inuítes e outros. Afirma-se que essas sociedades em pequena escala, povos caçadores-coletores, horticultores ou dedicados a outras ocupações, eliminam completamente as distinções de riqueza, poder e status, mantendo apenas as de gênero e as entre pais e filhos. A ênfase é na igualdade e no compartilhamento. Acredita-se que nossos ancestrais imediatos viveram desse modo por milhões de anos. Nesse caso, seriam
as hierarquias menos arraigadas do que supomos?
Houve um tempo em que os antropólogos viam o igualitarismo como um arranjo pacífico no qual as pessoas mostravam o que tinham de melhor, amando e valorizando umas às outras. Era um estado utópico em que leão e cordeiro, dizia-se, dormiam lado a lado. Não estou afirmando que tais estados estão fora de questão. De fato, noticiou-se que uma leoa nas planícies quenianas demonstrou afeição maternal por um filhote de antílope. Mas da perspectiva biológica eles são insustentáveis. Em algum momento, o auto-interesse erguerá sua hedionda cabeça: os predadores sentirão o estômago vazio e as pessoas brigarão pelos recursos. O igualitarismo não
se baseia em amor mútuo, e muito menos em passividade. É uma condição ativamente mantida que reconhece o universal desejo humano de controlar e dominar. Em vez de negarem o desejo de poder, os igualitaristas o conhecem bem demais. Lidam com ele todos os dias.
(DE WAAL, F. Eu, primata. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 96-97)
O primeiro período do texto é composto. O trecho “viver abaixo do nível do mar” é uma: