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Q373854

O Museu Oscar Niemeyer - inicialmente batizado de Novo Museu - localiza-se em Curitiba, PR, e teve início em 2002, quando o

prédio principal deixou de ser sede de secretarias de Estado para se transformar em museu. O prédio, antes chamado de

Edifício Presidente Humberto Castelo Branco, passou por adaptações e ganhou um anexo, popularmente chamado de “Olho".

Analise os projetos, ambos de Niemeyer.

Considere as seguintes características desta arquitetura:

I.De formas completamente opostas - enquanto em um predomina o ângulo reto, no outro se destaca a sinuosidade -, é

evidente que o “Olho" nega e não dialoga com o edifício Castelo Branco.

II.O complexo é formado por dois edifícios independentes, conectados pelas sinuosas rampas que conduzem ao seu

interior - e que, ao longo da carreira de Niemeyer, tornaram-se sua assinatura - e por um túnel no subsolo.

III.Enquanto o olho tem quase o caráter de uma escultura - é ao mesmo tempo local de exposições e obra a ser apreciada

-, o retângulo é mais a forma a serviço da função. Ambos apresentam, porém, caráter monumental.

É correto o que consta em

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Q373859

Analise as imagens da Biblioteca Pública de Estocolmo (1918-27), Suécia, obra do arquiteto Erik Gunnar Asplund.

É correto o que consta em:

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Q373861

Nos climas temperados, as decisões do partido arquitetônico buscando o adequado conforto ambiental das edificações devem considerar: I.O grau de umidade relativa do ar e da variação da temperatura anual diária. II.Proteção das aberturas da radiação solar direta, sem que estas proteções sejam obstáculos aos ventos. III.A quantidade de radiação solar recebida, notadamente nas duas estações do ano mais importantes: o inverno e o verão. IV.Aberturas pequenas e vedadas já que não há conveniência de ventilação. V.Aberturas que ora permitam a ventilação cruzada e intensa, ora a possibilidade de fechamento hermético. É correto o que consta APENAS em

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Q373866

Ao elaborar o projeto de reforma para uma edificação de uso público, o arquiteto deparou-se com exigências sobre acessibilidade. Para tornar o edifício acessível, segundo a NBR 9050, Norma Técnica Brasileira de “Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos”, o máximo desnível aceitável entre dois pisos para que não seja necessário tratamento especial é de

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Q373873

Ao definir a rede de distribuição predial de água fria de um edifício, abastecida por distribuidor público, verificou-se que esse sistema de abastecimento público possui pressão suficiente para atender a todos os pavimentos, mas sem garantia de continuidade. Podemos concluir que o sistema de abastecimento correto e mais econômico a ser adotado será:

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Q373878

Analise as afirmações abaixo, relativas às recomendações e medidas de proteção e segurança do trabalho em obras: I.Em carpintaria a serra circular deverá ter a carcaça do motor aterrada eletricamente. II.As escadas provisórias de uso coletivo têm de ser dimensionadas em função do fluxo de trabalhadores, respeitando a largura mínima de 90 cm, devendo ter pelo menos um patamar intermediário a cada 4,00 m de altura. III.É obrigatória a instalação de proteção coletiva onde houver risco de queda de trabalhadores ou de projeção de materiais; a proteção contra quedas, quando constituída de anteparos rígidos, terá rodapé com altura de 20 cm. IV.As torres de elevador devem ser dimensionadas em função das cargas a que estarão sujeitas; na utilização de torres de madeira, essas não poderão ter altura superior a 30 m. V.A construtora é obrigada a fornecer aos trabalhadores, gratuitamente, EPI – equipamento de proteção individual – adequado ao risco do serviço; o cinto de segurança tipo pára-quedista, será utilizado em atividades a mais de 5 m de altura do piso, nas quais haja risco de queda do operário. É correto o que consta APENAS em

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Q373880

Em todas as áreas técnico-científicas do saber humano, sobre as quais o conhecimento jurídico do magistrado não é suficiente para emitir opinião técnica a respeito, faz-se necessária uma perícia para apurar circunstâncias e/ou causas relativas a fatos físicos reais, com vistas ao esclarecimento da verdade. As Perícias podem versar principalmente, sobre:

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Q129732

No que diz respeito ao direito de petição, é correto afirmar que

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Q373241

Instruções: As questões de números 1 a 12 referem-se ao texto

seguinte.

As crônicas de Rubem Braga

Décadas atrás, afortunados leitores de jornal podiam

contar com uma coluna em que sobravam talento, reflexão,

observação atenta das cenas da vida, tudo numa linguagem

límpida, impecável, densamente poética e reflexiva. Era uma

crônica de Rubem Braga. Os chamados “assuntos menores",

que nem notícia costumam ser, ganhavam na pena do cronista

uma grandeza insuspeitada. Falasse ele de um leiteiro, de um

passarinho, de um pé de milho, de um casal na praia, de uma

empregada doméstica esperando alguém num portão de

subúrbio − tudo de repente se tornava essencial e vivo, mais

importante que a escandalosa manchete do dia. É o que

costumam fazer os grandes artistas: revelam toda a carga de

humanidade oculta que há na matéria cotidiana pela qual

costumamos passar desatentos.

Rubem Braga praticamente só escreveu crônicas, como

profissional. À primeira vista, espanta que seja considerado um

dos grandes escritores brasileiros dedicando-se tão-somente a

um gênero considerado “menor": a crônica sempre esteve longe

de ter o prestígio dos romances ou dos contos, da poesia ou do

teatro. Mas o nosso cronista acabou por elevá-la a um posto de

dignidade tal que ninguém se atreverá de chamar seus textos

de “páginas circunstanciais". Tanto não o foram que estão todas

recolhidas em livros, driblando o destino comum do papel de

jornal. Recusaram-se a ser um entretenimento passageiro:

resistem a tantas leituras quantas se façam delas, reeditam-se,

são lidas, comentadas, não importando o dia em que foram

escritas ou publicadas.

Conheci Rubem Braga já velho, cansado, algo

impaciente e melancólico, falando laconicamente a estudantes

de faculdade. Parecia desinteressado da opinião alheia,

naquele evento organizado por uma grande empresa, a que

comparecera apenas por força de contrato profissional.

Respondia monossilabicamente às perguntas, com um olhar

distante, às vezes consultando o relógio. Não sabíamos, mas já

estava gravemente doente. Fosse como fosse, a admiração que

os jovens mostravam pelo velho urso pouco lhe dizia, era

evidente que preferiria estar em outro lugar, talvez sozinho,

talvez numa janela, ou na rede do quintal de seu apartamento

(sim, seu apartamento de cobertura tinha um quintal aéreo,

povoado de pássaros e plantas), recolhendo suas últimas

observações, remoendo seus antigos segredos. Era como se

nos dissesse: “Não me perguntem mais nada, estou cansado,

tudo o que me importou na vida já escrevi, me deixem em paz,

meninos."

E teria razão. O leitor que percorrer crônicas do velho

Braga saberá que ele não precisaria mesmo dizer nada além do

que já disse e continua dizendo em suas páginas mágicas,

meditadas, incapazes de passar por cima da poesia da vida.

(Manuel Régio Assunção)

Está clara e correta a redação do seguinte comentário sobre o texto:

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Q373304

Instruções: As questões de números 1 a 12 referem-se ao texto

seguinte.

As crônicas de Rubem Braga

Décadas atrás, afortunados leitores de jornal podiam

contar com uma coluna em que sobravam talento, reflexão,

observação atenta das cenas da vida, tudo numa linguagem

límpida, impecável, densamente poética e reflexiva. Era uma

crônica de Rubem Braga. Os chamados “assuntos menores",

que nem notícia costumam ser, ganhavam na pena do cronista

uma grandeza insuspeitada. Falasse ele de um leiteiro, de um

passarinho, de um pé de milho, de um casal na praia, de uma

empregada doméstica esperando alguém num portão de

subúrbio − tudo de repente se tornava essencial e vivo, mais

importante que a escandalosa manchete do dia. É o que

costumam fazer os grandes artistas: revelam toda a carga de

humanidade oculta que há na matéria cotidiana pela qual

costumamos passar desatentos.

Rubem Braga praticamente só escreveu crônicas, como

profissional. À primeira vista, espanta que seja considerado um

dos grandes escritores brasileiros dedicando-se tão-somente a

um gênero considerado “menor": a crônica sempre esteve longe

de ter o prestígio dos romances ou dos contos, da poesia ou do

teatro. Mas o nosso cronista acabou por elevá-la a um posto de

dignidade tal que ninguém se atreverá de chamar seus textos

de “páginas circunstanciais". Tanto não o foram que estão todas

recolhidas em livros, driblando o destino comum do papel de

jornal. Recusaram-se a ser um entretenimento passageiro:

resistem a tantas leituras quantas se façam delas, reeditam-se,

são lidas, comentadas, não importando o dia em que foram

escritas ou publicadas.

Conheci Rubem Braga já velho, cansado, algo

impaciente e melancólico, falando laconicamente a estudantes

de faculdade. Parecia desinteressado da opinião alheia,

naquele evento organizado por uma grande empresa, a que

comparecera apenas por força de contrato profissional.

Respondia monossilabicamente às perguntas, com um olhar

distante, às vezes consultando o relógio. Não sabíamos, mas já

estava gravemente doente. Fosse como fosse, a admiração que

os jovens mostravam pelo velho urso pouco lhe dizia, era

evidente que preferiria estar em outro lugar, talvez sozinho,

talvez numa janela, ou na rede do quintal de seu apartamento

(sim, seu apartamento de cobertura tinha um quintal aéreo,

povoado de pássaros e plantas), recolhendo suas últimas

observações, remoendo seus antigos segredos. Era como se

nos dissesse: “Não me perguntem mais nada, estou cansado,

tudo o que me importou na vida já escrevi, me deixem em paz,

meninos."

E teria razão. O leitor que percorrer crônicas do velho

Braga saberá que ele não precisaria mesmo dizer nada além do

que já disse e continua dizendo em suas páginas mágicas,

meditadas, incapazes de passar por cima da poesia da vida.

(Manuel Régio Assunção)

Rubem Braga escreveu muitas crônicas, <>nutriu as crônicas com a matéria do cotidiano, fez as crônicas atingir um patamar que parecia interditado às crônicas, e notabilizouse empregando todo o seu talento nas crônicas. Evitam-se as viciosas repetições e mantém-se a correção do período acima, substituindo-se os elementos sublinhados, respectivamente, por:

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Q373234

Instruções: As questões de números 1 a 12 referem-se ao texto

seguinte.

As crônicas de Rubem Braga

Décadas atrás, afortunados leitores de jornal podiam

contar com uma coluna em que sobravam talento, reflexão,

observação atenta das cenas da vida, tudo numa linguagem

límpida, impecável, densamente poética e reflexiva. Era uma

crônica de Rubem Braga. Os chamados “assuntos menores",

que nem notícia costumam ser, ganhavam na pena do cronista

uma grandeza insuspeitada. Falasse ele de um leiteiro, de um

passarinho, de um pé de milho, de um casal na praia, de uma

empregada doméstica esperando alguém num portão de

subúrbio − tudo de repente se tornava essencial e vivo, mais

importante que a escandalosa manchete do dia. É o que

costumam fazer os grandes artistas: revelam toda a carga de

humanidade oculta que há na matéria cotidiana pela qual

costumamos passar desatentos.

Rubem Braga praticamente só escreveu crônicas, como

profissional. À primeira vista, espanta que seja considerado um

dos grandes escritores brasileiros dedicando-se tão-somente a

um gênero considerado “menor": a crônica sempre esteve longe

de ter o prestígio dos romances ou dos contos, da poesia ou do

teatro. Mas o nosso cronista acabou por elevá-la a um posto de

dignidade tal que ninguém se atreverá de chamar seus textos

de “páginas circunstanciais". Tanto não o foram que estão todas

recolhidas em livros, driblando o destino comum do papel de

jornal. Recusaram-se a ser um entretenimento passageiro:

resistem a tantas leituras quantas se façam delas, reeditam-se,

são lidas, comentadas, não importando o dia em que foram

escritas ou publicadas.

Conheci Rubem Braga já velho, cansado, algo

impaciente e melancólico, falando laconicamente a estudantes

de faculdade. Parecia desinteressado da opinião alheia,

naquele evento organizado por uma grande empresa, a que

comparecera apenas por força de contrato profissional.

Respondia monossilabicamente às perguntas, com um olhar

distante, às vezes consultando o relógio. Não sabíamos, mas já

estava gravemente doente. Fosse como fosse, a admiração que

os jovens mostravam pelo velho urso pouco lhe dizia, era

evidente que preferiria estar em outro lugar, talvez sozinho,

talvez numa janela, ou na rede do quintal de seu apartamento

(sim, seu apartamento de cobertura tinha um quintal aéreo,

povoado de pássaros e plantas), recolhendo suas últimas

observações, remoendo seus antigos segredos. Era como se

nos dissesse: “Não me perguntem mais nada, estou cansado,

tudo o que me importou na vida já escrevi, me deixem em paz,

meninos."

E teria razão. O leitor que percorrer crônicas do velho

Braga saberá que ele não precisaria mesmo dizer nada além do

que já disse e continua dizendo em suas páginas mágicas,

meditadas, incapazes de passar por cima da poesia da vida.

(Manuel Régio Assunção)

Em relação ao gênero que adotou ao escrever seus textos, a principal contribuição de Rubem Braga foi

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Q373239

Instruções: As questões de números 1 a 12 referem-se ao texto

seguinte.

As crônicas de Rubem Braga

Décadas atrás, afortunados leitores de jornal podiam

contar com uma coluna em que sobravam talento, reflexão,

observação atenta das cenas da vida, tudo numa linguagem

límpida, impecável, densamente poética e reflexiva. Era uma

crônica de Rubem Braga. Os chamados “assuntos menores",

que nem notícia costumam ser, ganhavam na pena do cronista

uma grandeza insuspeitada. Falasse ele de um leiteiro, de um

passarinho, de um pé de milho, de um casal na praia, de uma

empregada doméstica esperando alguém num portão de

subúrbio − tudo de repente se tornava essencial e vivo, mais

importante que a escandalosa manchete do dia. É o que

costumam fazer os grandes artistas: revelam toda a carga de

humanidade oculta que há na matéria cotidiana pela qual

costumamos passar desatentos.

Rubem Braga praticamente só escreveu crônicas, como

profissional. À primeira vista, espanta que seja considerado um

dos grandes escritores brasileiros dedicando-se tão-somente a

um gênero considerado “menor": a crônica sempre esteve longe

de ter o prestígio dos romances ou dos contos, da poesia ou do

teatro. Mas o nosso cronista acabou por elevá-la a um posto de

dignidade tal que ninguém se atreverá de chamar seus textos

de “páginas circunstanciais". Tanto não o foram que estão todas

recolhidas em livros, driblando o destino comum do papel de

jornal. Recusaram-se a ser um entretenimento passageiro:

resistem a tantas leituras quantas se façam delas, reeditam-se,

são lidas, comentadas, não importando o dia em que foram

escritas ou publicadas.

Conheci Rubem Braga já velho, cansado, algo

impaciente e melancólico, falando laconicamente a estudantes

de faculdade. Parecia desinteressado da opinião alheia,

naquele evento organizado por uma grande empresa, a que

comparecera apenas por força de contrato profissional.

Respondia monossilabicamente às perguntas, com um olhar

distante, às vezes consultando o relógio. Não sabíamos, mas já

estava gravemente doente. Fosse como fosse, a admiração que

os jovens mostravam pelo velho urso pouco lhe dizia, era

evidente que preferiria estar em outro lugar, talvez sozinho,

talvez numa janela, ou na rede do quintal de seu apartamento

(sim, seu apartamento de cobertura tinha um quintal aéreo,

povoado de pássaros e plantas), recolhendo suas últimas

observações, remoendo seus antigos segredos. Era como se

nos dissesse: “Não me perguntem mais nada, estou cansado,

tudo o que me importou na vida já escrevi, me deixem em paz,

meninos."

E teria razão. O leitor que percorrer crônicas do velho

Braga saberá que ele não precisaria mesmo dizer nada além do

que já disse e continua dizendo em suas páginas mágicas,

meditadas, incapazes de passar por cima da poesia da vida.

(Manuel Régio Assunção)

(...) revelam toda a carga de humanidade oculta que há na matéria cotidiana pela qual costumamos passar desatentos. O segmento sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo para a correção e a coerência da frase acima, por

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Q373258

No que tange à atividade de instrução no processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, é INCORRETO afirmar que

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Q96362

Cristiane Vasconcelos, analista judiciário, está em débito com o erário e teve sua disponibilidade cassada. Nesse caso, a servidora deverá quitar o débito no prazo legal de

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