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Exibindo questões de 127 encontradas. Imprimir página Salvar em Meus Filtros

No enunciado: “Se há uma coisa sobre a qual analistas concordam no Brasil, é ...", a preposição que rege o pronome relativo poderia ser substituída, promovendo uma melhor estruturação da oração adjetiva.

Relacionamos abaixo algumas paráfrases correspondentes:

I- “Se há uma coisa em que analistas concordam no Brasil, é ..."

II- “Se há uma coisa cujos analistas concordam no Brasil, é ..."

III- “Se há uma coisa que na qual analistas concordam no Brasil, é ..."

IV- “Se há uma coisa com a qual analistas concordam no Brasil, é ..."

V- “Se há uma coisa onde analistas concordam no Brasil, é ..."

 

Está (ao) CORRETA(s) apenas a(s) paráfrase(s)

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Todos os enunciados seguintes estão incorretos de acordo com a norma-padrão no que diz respeito ao uso de pronomes relativos e das preposições, exceto:

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Para que os benefícios cheguem a todas as camadas sociais, o relatório recomenda investimento em educação" (3º parágrafo). Na locução em destaque, para introduzir a noção de finalidade. Essa preposição assume o mesmo valor semântico em:

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Em “o acesso à internet abrange 77% dos jovens brasileiros de 10 a 17 anos, dos quais 83% usam a rede" (2º parágrafo), o termo em destaque é um pronome relativo (os quais) precedido de preposição (de). De forma idêntica, preenche corretamente a lacuna de:

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Releia o trecho a seguir.

“[...] eles têm se desdobrado para oferecer às crianças e adolescentes o mínimo do que precisam." Analise as afirmativas a seguir a respeito do acento indicativo de crase desse trecho.

I. É regido pelo verbo “oferecer".

II. Indica a fusão de um artigo com uma preposição.

III. É facultativo.

De acordo com a norma padrão da língua portuguesa, estão corretas as afirmativas:

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Selfies

Muita gente se irrita, e tem razão, com o uso

indiscriminado dos celulares. Fossem só para falar, já

seria ruim. Mas servem também para tirar fotografias,

e com isso somos invadidos no Facebook com

imagens de gatos subindo na cortina, focinhos de

cachorro farejando a câmera, pratos de torresmo,

brownie e feijoada. Se depender do que vejo com

meus filhos - dez e 12 anos -, o tempo dos "selfies"

está de todo modo chegando ao fim. Eles já começam

a achar ridícula a mania de tirar retratos de si mesmos

em qualquer ocasião. Torna-se até um motivo de

preconceito para com os colegas.

"'Fulaninha? Tira foto na frente do espelho."

Hábito que pode ser compreensível, contudo.

Imagino alguém dedicado a melhorar sua forma

física, registrando seus progressos semanais. Ou

apenas entregue, no início da adolescência, à

descoberta de si mesmo.

A bobeira se revela em outras situações: é o

caso de quem tira um "selfie" tendo ao fundo a torre

Eiffel, ou (pior) ao lado de, sei lá, Tony Ramos ou

Cauã Reymond.

Seria apenas o registro de algo importante

que nos acontece - e tudo bem. O problema fica mais

complicado se pensarmos no caso das fotos de

comida. Em primeiro lugar, vejo em tudo isso uma

espécie de degradação da experiência.

Ou seja, é como se aquilo que vivemos de

fato - uma estada em Paris, o jantar num restaurante

- não pudesse ser vivido e sentido como aquilo que é.

Se me entrego a tirar fotos de mim mesmo na

viagem, em vez de simplesmente viajar, posso estar

fugindo das minhas próprias sensações. [...]

Pode ser narcisismo, é claro. Mas o narcisismo

não precisa viajar para lugar nenhum. A complicação

não surge do sujeito, surge do objeto. O que me

incomoda é a torre Eiffel: o que fazer com ela? O que

fazer de minha relação com a torre Eiffel?

Poderia unir-me a paisagem, sentir como

respiro diante daquela triunfal elevação de ferro e

nuvem, deixar que meu olhar atravesse o seu duro

rendilhado que fosforesce ao sol, fazer-me diminuir

entre as quatro vigas curvas daquela catedral sem

clero e sem paredes.

Perco tempo no centro imóvel desse

mecanismo, que é como o ponteiro único de um

relógio que tem seu mostrador na circunferência do

horizonte. Grupos de turistas se fazem e desfazem,

há ruídos e crianças.

Pego, entretanto, o meu celular: tiro uma foto

de mim mesmo na torre Eiffel. O mundo se fechou no

visor do aparelho. Não por acaso eu brinco, fazendo

uma careta idiota: dou de costas para o monumento,

mas estou na verdade dando as costas para a vida.

[...]

T a lv e z as c o is a s não se ja m tão

desesperadoras. Imagine-se que daqui a cem anos,

depois de uma guerra atômica e de uma catástrofe

climática que destruam o mundo civilizado, um

pesquisador recupere os "selfies" e as fotos de batata

frita.

"Como as pessoas eram felizes naquela

época!" A alternativa seria dizer: "Como eram tontas!

Dependerá, por certo, dos humores do pesquisador.

C O E L H O , Ma r c e l o . D i s p o n í v e l em:

http://www1 .foi ha. uol.co m.b r/fsp/ilu str ad a / 162525-

selfies.shtml>. Acesso em 19 mar. 2017

De acordo com a norma culta, em apenas uma das

frases a seguir o verbo foi corretamente empregado

com a preposição A, como em: “de todo modo

chegando ao fim.". Aponte-a.

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A primeira frase do texto 1 “Com todos os problemas que temos em nosso Estado”, poderia ter a preposição inicial substituída adequadamente ao sentido do texto por:

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Considere o período abaixo e as afirmativas feitas a respeito das orações e termos que o constituem.

“Sete bilhões de irritações, sistemas digestivos, músicas chicletentas que não desgrudam da cabeça e a esperança quase tangível de que, mês que vem, ganharemos na loteria." (6º§)

I. A oração “que não desgrudam da cabeça", por seu caráter acessório, pode ser deslocada para outras posições no período sem prejuízo ao sentido inicial.

II. Todos os verbos do período possuem o mesmo sujeito.

III. O trecho “Sete bilhões de irritações, sistemas digestivos, músicas chicletenta" ilustra um exemplo de paralelismo sintático, apesar de se notar a omissão da preposição “de" em parte dele.

Estão corretas as afirmativas:

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Julgue o item acerca dos sentidos e aspectos linguísticos do texto.

O emprego da preposição 'de' em “da incapacidade" (linha 7) deve-se à regência do termo substantivo “falta" (linha 6).

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Analise o emprego de “para" nas seguintes frases do texto:

I. Para que serve ele, afinal?

II. Calma, não jogue o coração para escanteio.

III. ... bombear sangue para todas as células de nosso corpo...

IV. ... ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias.

A preposição “para" tem o mesmo valor em

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A história do Minimundo começa com a vontade de um pai e um avô de agradar a duas crianças com um pequeno mundo de miniaturas, no jardim diante do seu hotel. (4º parágrafo)

Nesse trecho, o verbo agradar é transitivo indireto, regendo um complemento iniciado pela preposição a. Outro exemplo de verbo do texto que é usado com a mesma preposição antes de seu complemento é

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Uma frase escrita em conformidade com a norma-padrão da língua é:

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Assinale a alternativa em que a inclusão do pronome com a preposição redunda em versão correta da frase, de acordo com a modalidade padrão.

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GABARITO:

  • 76) B
  • 77) D
  • 78) Errado
  • 79) D
  • 80) B
  • 81) A
  • 82) A
  • 83) A
  • 84) D
  • 85) Errado
  • 86) B
  • 87) B
  • 88) B
  • 89) B
  • 90) B
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