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Q553257

Analise o prefixo IN da palavra intolerante e assinale a alternativa correta quanto ao seu significado.

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Q485094

Na palavra cafezinho temos os seguintes elementos mórficos

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Q518926

Após a leitura dos textos, responda às questões

que se seguem.

Texto 1

1 No Brasil de hoje, talvez no mundo, parece

haver um duplo fenômeno de proliferação dos

poetas e de diminuição da circulação da poesia (por

exemplo, no debate público e no mercado). Uma

das possíveis explicações para isso é a resistência

que a poesia tem de se tornar um produto mercantil,

ou seja, de se tornar objeto da cultura de massas.

Ao mesmo tempo, numa sociedade de consumo e

laica, parece não haver mais uma função social

para o poeta, substituído por outros personagens. A

poesia, compreendida como a arte de criar poemas,

se tornou anacrônica?

2 Parece-me que a poesia escrita sempre será

– pelo menos em tempo previsível – coisa para

poucas pessoas. É que ela exige muito do seu

leitor. Para ser plenamente apreciado, cada poema

deve ser lido lentamente, em voz baixa ou alta, ou

ainda “aural", como diz o poeta Jacques Roubaud.

Alguns de seus trechos, ou ele inteiro, devem ser

relidos, às vezes mais de uma vez. Há muitas

coisas a serem descobertas num poema, e tudo

nele é sugestivo: os sentidos, as alusões, a

sonoridade, o ritmo, as relações paronomásicas, as

aliterações, as rimas, os assíndetos, as

associações icônicas etc. Todos os componentes

de um poema escrito podem (e devem) ser levados

em conta. Muitos deles são inter-relacionados. Tudo

isso deve ser comparado a outros poemas que o

leitor conheça. E, de preferência, o leitor deve ser

familiarizado com os poemas canônicos. (...) O

leitor deve convocar e deixar que interajam uns com

os outros, até onde não puder mais, todos os

recursos de que dispõe: razão, intelecto,

experiência, cultura, emoção, sensibilidade,

sensualidade, intuição, senso de humor, etc.

3 Sem isso tudo, a leitura do poema não

compensa: é uma chatice. Um quadro pode ser

olhado en passant; um romance, lido à maneira

dinâmica; uma música, ouvida distraidamente; um

filme, uma peça de teatro, um ballet, idem. Um

poema, não. Nada mais entediante do que a leitura

desatenta de um poema. Quanto melhor ele for,

mais faculdades nossas, e em mais alto grau, são

por ele solicitadas e atualizadas. É por isso que

muita gente tem preguiça de ler um poema, e muita

gente jamais o faz. Os que o fazem, porém, sabem

que é precisamente a exigência do poema – a

interação e a atualização das nossas faculdades –

que constitui a recompensa (incomparável) que ele

oferece ao seu leitor. Mas os bons poemas são

raridades. A função do poeta é fazer essas

raridades. Felizmente, elas são anacrônicas, porque

nos fazem experimentar uma temporalidade

inteiramente diferente da temporalidade utilitária em

que passamos a maior parte das nossas vidas.

(CÍCERO, Antônio. In: antoniocicero. Hogspot.com.br/

2008_09_01archive.html (adaptado de uma entrevista).

A palavra em destaque que deriva – como “temporalidade” (§ 3) – de um radical secundário é:

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Q519214

INSTRUÇÃO: As questões de 01 a 09 devem ser respondidas com

base no texto 1. Leia-o atentamente, antes de responder a todas

essas questões.


Texto 1

A arte de envelhecer

Dráuzio Varella

[1º§]Achei que estava bem na foto. Magro, olhar vivo, rindo

com os amigos na praia. Quase não havia cabelos brancos entre

os poucos que sobreviviam. Comparada ao homem de hoje, era a

fotografia de um jovem. Tinha 50 anos naquela época, entretanto,

idade em que me considerava bem distante da juventude. Se

me for dado o privilégio de chegar aos 90 em pleno domínio da

razão, é possível que uma imagem de agora me cause impressão

semelhante.

[2º§]O envelhecimento é sombra que nos acompanha desde a

concepção: o feto de seis meses é muito mais velho do que o embrião

de cinco dias. Lidar com a inexorabilidade desse processo

exige uma habilidade na qual nós somos inigualáveis: a adapta-

ção. Não há animal capaz de criar soluções diante da adversidade

como nós, de sobreviver em nichos ecológicos que vão do calor

tropical às geleiras do Ártico.

[3º§]Da mesma forma como ensaiamos os primeiros passos

por imitação, temos de aprender a ser adolescentes, adultos e a

ficar cada vez mais velhos. A adolescência é um fenômeno moderno.

Nossos ancestrais passavam da infância à vida adulta sem

estágios intermediários. Nas comunidades agrárias, o menino de

sete anos trabalhava na roça e as meninas cuidavam dos afazeres

domésticos antes de chegar a essa idade.

[4º§]A figura do adolescente que mora com os pais até os 30

anos, sem abrir mão do direito de reclamar da comida à mesa e

da camisa mal passada, surgiu nas sociedades industrializadas

depois da Segunda Guerra Mundial. Bem mais cedo, nossos avós

tinham filhos para criar.

[5º§]A exaltação da juventude como o período áureo da existência

humana é um mito das sociedades ocidentais. Confinar

aos jovens a publicidade dos bens de consumo, exaltar a estética,

os costumes e os padrões de comportamento característicos

dessa faixa etária tem o efeito perverso de insinuar que o declínio

começa assim que essa fase se aproxima do fim.

[6º§]A ideia de envelhecer aflige mulheres e homens modernos,

muito mais do que afligia nossos antepassados. Sócrates

tomou cicuta aos 70 anos, Cícero foi assassinado aos 63, Matusalém

sabe-se lá quantos anos teve, mas seus contemporâneos

gregos, romanos ou judeus viviam em média 30 anos. No início

do século 20, a expectativa de vida ao nascer nos países da Europa

mais desenvolvida não passava dos 40 anos.

[7º§]A mortalidade infantil era altíssima; epidemias de peste

negra, varíola, malária, febre amarela, gripe e tuberculose dizimavam

populações inteiras. Nossos ancestrais viveram num

mundo devastado por guerras, enfermidades infecciosas, escravidão,

dores sem analgesia e a onipresença da mais temível das

criaturas. Que sentido haveria em pensar na velhice quando a

probabilidade de morrer jovem era tão alta? Seria como hoje preocupar-nos

com a vida aos cem anos de idade, que pouquíssimos conhecerão.

[8º§]Os que estão vivos agora têm boa chance de passar dos

80. Se assim for, é preciso sabedoria para aceitar que nossos atributos

se modificam com o passar dos anos. Que nenhuma cirurgia

devolverá aos 60 o rosto que tínhamos aos 18, mas que

envelhecer não é sinônimo de decadência física para aqueles que

se movimentam, não fumam, comem com parcimônia, exercitam

a cognição e continuam atentos às transformações do mundo.

[9º§]Considerar a vida um vale de lágrimas no qual submergimos

de corpo e alma ao deixar a juventude é torná-la experiência

medíocre. Julgar, aos 80 anos, que os melhores foram aqueles

dos 15 aos 25 é não levar em conta que a memória é editora

autoritária, capaz de suprimir por conta própria as experiências

traumáticas e relegar ao esquecimento inseguranças, medos, desilusões

afetivas, riscos desnecessários e as burradas que fizemos

nessa época. Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que

ele tem "cabeça de jovem". É considerá-lo mais inadequado do

que o rapaz de 20 anos que se comporta como criança de dez.

[10º§]Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos

traz a aceitação das ambiguidades, das diferenças, do contraditório

e abre espaço para uma diversidade de experiências com as

quais nem sonhávamos anteriormente.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 23/01/2016. Texto adaptado.

Houve emprego de sujeito desinencial em:

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Q556590

Leia o texto abaixo.


Sobre a palavra “desequilíbrio", assinale a alternativa correta.

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Q548600

Considerado a estrutura das palavras abaixo, percebese que em todas elas os prefixos aproximam-se quanto ao valor semântico, EXCETO em uma. Assinale-a.

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Q698500

O tema da mostra deste ano é “Moda, Estilo e Tecnologia". Qual das opções abaixo tem palavras que mantêm, na mesma ordem, relação morfossemântica com cada uma delas?

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Q786087

Gente-casa

 
        Existe gente-casa e gente-apartamento. Não tem nada a ver com tamanho: há pessoas pequenas que você sabe, só de olhar, que dentro têm dois pisos e escadaria, e pessoas grandes com um interior apertado, sala e quitinete. Também não tem nada a ver com caráter. Gente-casa não é necessariamente melhor do que gente-apartamento. A casa que alguns têm por dentro pode estar abandonada, a pessoa pode ser apenas uma fachada para uma armadilha ou um bordel. Já uma pessoa- apartamento pode ter um interior simples mas bem ajeitado e agradável. É muito melhor conviver com um dois quartos, sala, cozinha e dependências do que com um labirinto.
        Algumas pessoas não são apenas casas. São mansões. Com sótão e porão e tudo que eles, comportam, inclusive baús antigos, fantasmas e alguns ratos. É fascinante quando alguém que você não imaginava ser mais do que um apartamento com, vá lá, uma suíte, de repente se revela um sobrado com pátio interno, adega e solário. É sempre arriscado prejulgar: você pode começar um relacionamento com alguém pensando que é um quarto-e-sala conjugado e se descobrir perdido em corredores escuros, e quando abre a porta, dá no quarto de uma tia louca. Pensando bem, todo mundo tem uma casa por dentro, ou no mínimo, bem lá no fundo, um porão. Ninguém é simples. Tudo, afinal, é só a ponta de um iceberg (salvo ponta de iceberg, que pode ser outra coisa) e muitas vezes quem aparenta ser apenas uma cobertura funcional com qrt. sal. avab. e coz. só está escondendo suas masmorras.
 
(VERlSSIMO, Luís Fernando.O Melhor das Comédias da Vida Privada. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004)
 
Na construção do termo “gente-casa”, o autor explora possibilidades de arranjos morfológicos e o potencial de formação de palavras na Língua. Observe as afirmações abaixo:

I. “gente” é o termo determinado do composto.
II. “casa” é o termo determinante do composto.
III. O hífen foi utilizado para marcar uma unidade morfológica e semântica.
IV. O processo que originou tal construção foi a derivação.

São corretas as seguintes afirmações:

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Q760995

Leia o texto abaixo e responda à questão.


Das opções abaixo, aquela em que os dois vocábulos foram formados, respectivamente, por sufixos semanticamente semelhantes aos sufixos formadores de “sensualidade” (§ 3) e “pregação” (§ 7) é:

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Q760994

Leia o texto abaixo e responda à questão.


A respeito da formação da palavra “descompromissadamente” (§ 5), podem ser feitas as análises abaixo, EXCETO:

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Q773085

“Agora ele emerge em nós na forma da consciência reflexa e da amorização." – 3º parágrafo. A palavra destacada é criação do autor. É, porém, neologismo de fácil compreensão, pois ao radical – de significado amplamente conhecido – acrescentaram-se dois sufixos bem usuais. Quanto ao significado dos elementos mórficos em destaque, há INCORREÇÃO em:

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Q141010

A opção por uma linguagem informal, em algumas passagens do texto, permite jogos de palavras como o que se verifica no emprego de Se nas seguintes frases:

“Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.” (L. 48-49)

“Se acostuma para evitar feridas, sangramentos.” (L. 55-56)

Nos trechos acima, as palavras em destaque classificam-se, respectivamente, como

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Q161812

Releia: “Uma pesquisa publicada pelo Iuperj (Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro) em 2009 mostra como um vereador construiu sua fama a partir da manutenção de “centros sociais” privados(...).”

Neste trecho há:

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Q134371

O advérbio “assim” (L.14) resume e retoma a ideia expressa na oração anterior àquela em que se insere

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GABARITO:

  • 46) E
  • 47) B
  • 48) E
  • 49) E
  • 50) A
  • 51) C
  • 52) C
  • 53) A
  • 54) A
  • 55) D
  • 56) A
  • 57) B
  • 58) A
  • 59) C
  • 60) Certo
  •  
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