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Questões de concursos

Confira várias questões de diferentes concursos públicos e responda as perguntas para testar o seu conhecimento.


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Considere o trecho: “Há infinitas definições. Mas vamos partir da seguinte: felicidade é um estilo de vida, ou seja,
está muito mais ligada à forma como se vive o dia a dia.” (Linhas 4-5)
Sobre a organização sintática do trecho, é CORRETO afirmar que

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Analise os itens abaixo e assinale a alternativa INCORRETA

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No período “Seja pelo cruzamento, seja pela diversidade de fatores, a questão se toma mais complexa.”, está expressa uma relação de

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Assinale a alternativa em que o(s) termo(s) destacado(s) exerce(m) a mesma função sintática que o pronome relativo em “As imagens de síntese formam uma nova escrita que modificará profundamente nossos métodos de representação, nossos hábitos visuais, nossos modos de trabalhar e de criar.” (linhas de 1 a 4).

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Leia este texto para responder à questão.

Entreabri somente o bastante para que meu esguio corpo de menina pudesse passar.

Esse período contém uma Oração Subordinada Adverbial:

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Leia o texto abaixo para responder à questão

O título “ÓBITO DO AUTOR" possui locução (do autor) ligada ao substantivo (óbito). Caso tal relação fosse analisada sob a ótica da sintaxe, ter-se-ia que a locução (do autor) exerceria a mesma função sintática que o termo sublinhado exerce na sentença abaixo:

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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Escreva V ou F, conforme sejam Verdadeiras ou Falsas as proposições sobre alguns aspectos linguísticos do texto.

( ) “Levanto cedo, faço minhas abluções...” (linha 1). A palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
“orações”.
( ) No excerto “[...] o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.” (Linhas 19-20), “como” é uma conjunção
coordenativa.
( ) Em: “[...] eu era rapaz naquele tempo!” (Linha 21), a palavra destacada exerce a função sintática de predicativo.
( ) “Então você não é ninguém? Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido.” (Linhas 11-12). Para
esclarecer a forma como aprendera a expressão “não é ninguém!”, o autor empregou uma oração subordinada substantiva.

A sequência CORRETA é:

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Texto para responder à questão.

Do ponto de vista das relações sintáticas estabelecidas no texto, assinale a alternativa correta.

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Analise as frases abaixo, retiradas do último parágrafo do texto:

1 - [As minhocas] convertem matéria orgânica em alimento e adubam o caminho por onde passam.

2 - A diferença é que a minhoca faz isso por instinto e nós profissionais o fazemos por vontade, por arbítrio.

3 - Para fazermos exatamente aquilo que fazemos, porém bem feito e para o bem de alguém.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras (V) e as falsas (F) com relação às frases.

( ) Em 1, “em alimento" funciona como objeto indireto do verbo converter.

( ) Em 1, “por onde" pode ser substituído por “pelo qual" sem prejuízo de significado e sem desvio da norma culta da língua escrita.

( ) Em 1 e 2, a conjunção “e" liga orações sintaticamente coordenadas e, em ambos os casos, o valor semântico é de contraste de informações.

( ) Em 3, a palavra “bem" funciona como adjunto adverbial de modo nas duas ocorrências.

( ) Em 3, “que fazemos" é uma oração subordinada adjetiva explicativa. Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo. a.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

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A frase abaixo que NÃO se estrutura com base numa oposição é:

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Leia o texto I e responda à questão.


Em “O que há em Sua Excelência, é o que há em todos de sua categoria: Sua Excelência nunca conheceu necessidades e afere a vida dos outros pela sua, feliz e rica.", o termo destacado desempenha a função sintática de:

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Leia este texto para responder à questão.

Eu queria poder pegar nela.

Atendendo ao critério sintático, para preservar a regência verbal, e ao semântico, para preservar o sentido, é possível ALTERAR essa frase para:

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A morte virou lugar-comum
(crônica de Arnaldo Jabor)

Só se fala em morte, hoje em dia. Quantos morreram hoje na Síria? Só 130? Ontem foram 200. E na periferia de São Paulo, quantas chacinas? Só duas, com alguns feridos? Quando Hannah Arendt cunhou a expressão “banalidade do mal”, ela não imaginava como a morte se tornou um fato corriqueiro no mundo atual, sem os trágicos acordes do Holocausto. Talvez haja nas matanças banais um desejo de desvendar o mistério da morte, bem lá no fundo do inconsciente. Para além de vinganças, busca de poder ou dinheiro, ódio puro, prazer, há a vontade de ‘naturalizar’ a morte, de modo que ela deixe de ser a implacável ceifadora.

Tenho certeza de que os assassinos que passam de moto e metralham inocentes não têm consciência da gravidade de seus feitos – apenas mais um dia divertido de violências. Os filmes americanos buscam o tempo todo essa banalidade: tiros súbitos sem piedade, jorros de sangue ornamentais, a beleza fálica das superarmas automáticas. Nos brutos filmes de ação, nos videogames, nas notícias bombásticas de tragédias há um claro desejo de esquecer a morte, mostrando-a sem parar. Um desejo de matar a morte. Um desejo de entendê-la pela repetição compulsiva. Mas, nunca conseguiremos exorcizá-la, porque quando ela chega não estamos mais aqui. Gilberto Gil fez uma música genial sobre a morte, onde ele canta, numa toada fúnebre:

“A morte já é depois/ já não haverá ninguém/ como eu aqui agora/ pensando sobre o além. / Já não haverá o além/ o além já será então/ não terei pé nem cabeça/ nem fígado, nem pulmão/ como poderei ter medo/ se não terei coração?” É isso. Só se pode falar da morte pela ausência. Nós apenas saímos do ar. Desaparecemos.

Ela é tão banal que inventamos solenes rituais para dar-lhe consistência, religiões ou crenças materialistas para nos consolar: “O universo é a eternidade. Deus é o universo, a substância. Ele está nas galáxias e no orgasmo, nos buracos negros e no coração batendo…” “Grandes merdas” – penso hoje -, pois quando ela chega acaba a literatura. Aliás, falar sobre a morte também é um lugar-comum – mas agora, é tarde demais para mim -, tenho de ir em frente. Até o grande Guimarães Rosa caiu nessa: “Morremos para provar que vivemos”. O Nelson Rodrigues me perguntava sempre: “Pelo amor de Deus, me explica essa frase! E qual a profundidade de “Viver é muito perigoso?”

A morte só tem “antes”, não tem “depois” – no Ivan Ilitch, do Tolstoi, quando ela chega, acaba o conto. Ele diz no instante final: “A morte acabou”. Dizem que o Muhammad Atta, o terrorista que comandou o ataque às torres de NY, era ateu, mas queria conhecer aquele instante que separava o avião da torre erguida. A morte não está nem aí para nós; ela tem “vida própria”. A gente vai para um lado, o corpo para o outro. Ela nos ignora, nossos méritos, nossas obras. Mais um lugarzinho comum: “Só nos resta viver da melhor maneira possível até o fim. Tem mais é que curtir, gente boa…” Pois é; há muitos anos, pegou fogo no edifício Joelma em São Paulo, torrando dezenas de infelizes. Do prédio em frente, as teleobjetivas fotografaram todas as agonias. Até hoje, lembro-me da foto em cores de um homem de terno, pastinha 007, agachado numa janela do 20.º andar, com o fogo às costas. Seu rosto mostrava a dúvida: “O que é melhor para mim? Morrer queimado ou me jogar?” Ele curtiu até o fim – e se jogou.

O que me chateia é ficar desatualizado. As notícias vão rolar e eu nada saberei. Haverá crises mundiais, filmes que estreiam, músicas novas, e eu ficarei lá embaixo, sem saber das novidades. É insuportável a desinformação dos falecidos. Meu avô me disse uma vez: “Acho triste morrer, seu Arnaldinho, porque nunca mais vou ver a Av. Rio Branco…” Isso me emocionou, pois ele ia diariamente ao centro da cidade, onde tomava um refresco de coco na Casa Simpatia. Por isso, quando me penso morto, eu, que não irei ao meu enterro, de que terei saudades? Ou melhor, que saudades teria se as pudesse ter?

Não terei saudades de grandes amores, de megashows da vida de hoje, excessiva e incessante. Não. Debaixo da terra, terei saudades de irrelevâncias essenciais, terei saudades de algumas tardes nubladas de domingo que só o carioca percebe, tudo parado, com os urubus dormindo na perna do vento, como dizia o sempre presente Tom, do radinho do porteiro ouvindo o jogo, terei saudades do cafezinho nas beiras dos botequins, de certos tons de roxo e rosa em Ipanema antes da noite cair, saudades do cafajestismo poético dos cariocas, saudades dos raros instantes sem medo ou culpa, de alguns momentos de felicidade profunda, sem motivo, apenas pela gratidão de respirar. Não terei saudades dos fatos e notícias, nada do mundo febril; só a quietude, o silêncio entre amigos na paz de um bar, papos de cinéfilo, risos proletários e camaradagem de subúrbio, do samba que nos envolve nas rodas pobres com a alegre sabedoria da desesperança, da Lapa, da Av. Paulista de noite, do jazz, pernas cruzadas de mulheres inatingíveis, terrenos baldios de minha infância, saudades da literatura, do prazer da arte, Fellini, Shakespeare, de Cantando na Chuva – o maior hino da alegria americana, saudades de Fred Astaire dançando Begin the Beguine com Eleanor Powell, felizes para sempre dentro do universo estrelado.

Há várias mortes. Há brutas tragédias, fomes e bombas, horrendos desastres, mas, na morte óbvia, comum, caseira, só temos duas escolhas: súbita ou lenta. Você, frágil leitor, qual delas prefere? O rápido apagar do “abajur lilás” de um ataque cardíaco ou o lento esvair da vida, sumindo com morfina? Se eu pudesse escolher, queria morrer como o velho Zorba, o grego, em pé, na janela, olhando a paisagem iluminada pelo sol da manhã. E, como ele, dando um berro de despedida.

Não terei saudades de grandes amores. O termo destacado é classificado como:

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Utilize o Texto I para responder a questão.

Em “Apesar de essas experiências terem diferentes características [...]", o termo em destaque, sintaticamente, funciona como

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GABARITO:

  • 46) A
  • 47) A
  • 48) A
  • 49) A
  • 50) D
  • 51) A
  • 52) C
  • 53) C
  • 54) E
  • 55) A
  • 56) D
  • 57) A
  • 58) C
  • 59) E
  • 60) B
  •  

Questões de concurso

Nesse texto você vai saber tudo sobre nosso site de questões de concurso, verá também questões de concurso por assunto, questões de concurso público com gabarito e muito mais! Com toda a certeza se você utilizar uma plataforma online, como a do aprova questões para responder questões de concurso, sua preparação ficará ainda melhor.

Responder questões de concurso

Em resumo é muito importante que ao se preparar para concursos, você comece pela leitura do edital para identificar dentro da bibliografia recomendada quais são os assuntos e temas que deverá estudar para conquistar sua vaga no serviço público. Feito isto, você pode optar por estudar com um curso online, de preferência que possua videoaulas e não apostilas, que expliquem e exemplifiquem todo o conteúdo. Optando por aprender o conteúdo de maneira online e com videoaulas, você poderá se preparar em qualquer lugar, e no horário que achar melhor conforme a sua rotina de trabalho ou de atividades que precisa realizar no dia a dia.

E depois que você já tiver lido e revisado todo o conteúdo, a melhor maneira de fixar tudo, testar e saber quais pontos você precisará dar mais atenção, é responder questões de concurso. Busque por concurso, assunto ou disciplina ou até mesmo pela última prova aplicada pelo órgão que você deseja ingressar. É possível também utilizar o filtro para selecionar tudo que já foi aplicado para o cargo que você deseja conquistar, selecionando ainda pelas bancas, também chamadas de organizadoras dos concursos públicos ou ainda pelo ano de aplicação das provas.

Da mesma maneira, você pode selecionar questões por instituição ou órgão público (por exemplo: Prefeituras, Secretarias Estaduais, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal, Tribunal de Justiça, Tribunal Regional Eleitoral, entre outros); ano de aplicação (desde 1996 até o ano atual); disciplina (Administração, Língua Portuguesa, Matemática, Economia, Antropologia, Artes, Direito do Trabalho, Filosofia, Biologia, e muitas outras); nível de escolaridade (fundamental, médio ou superior); modalidade (múltipla escolha, discursiva e certo/errado) e ainda área de formação (Agronomia, Engenharia Civil, Jornalismo, Ciência da Computação, Direito, Educação Física, Enfermagem, Medicina e muitas outras opções).

E ainda, se você deseja ver questões de concursos públicos com vídeo resposta fique sabendo que isso também é possível. Além de você ter acesso ao texto das questões, poderá ver uma explicação sobre o tema tratado, gravada especialmente para a nossa plataforma, por um professor especialista no assunto, tema ou disciplina descrito na pergunta que você selecionou para responder. Com certeza essa ferramenta auxiliará muito no entendimento do tema e contribuirá para você conquistar a tão sonhada vaga de servidor público em qualquer órgão, seja na esfera municipal, estadual ou até mesmo federal.

Questões de concurso por assunto

Primeiramente, é importante ressaltar que nosso banco de dados possui milhares de questões de concurso público com gabarito, perguntas dos mais diversos assuntos, a fermenta é atualizada diariamente! Isso mesmo, todos os dias nossos colaboradores inserem as questões dos últimos concursos públicos realizados. E, além das questões de concurso, você também pode visualizar as questões de todas as edições do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), Exame da Ordem dos Advogados (OAB) e Exame de Suficiência do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).

Por exemplo, se você estuda para concursos de nível fundamental poderá filtrar apenas questões de concurso por assunto que tratem sobre equações de primeiro grau, regra três, conjuntos numéricos e operações, regras de acentuação, pontuação, entre outros temas de matemática e língua portuguesa. Por outro lado, se o seu objetivo são os certames de nível médio, poderá selecionar questões sobre conhecimentos gerais, atualidades, sistemas operacionais, planilhas de cálculos, hardware e software, probabilidade, porcentagem, regência verbal, gêneros textuais, entre outros. E se o seu sonho é uma vaga de nível superior é importante treinar com questões de direito constitucional e administrativo, segurança da informação e da internet, política, economia, estatística, geometria, sintaxe, semântica e muitos outros assuntos.

Por fim, existe ainda a possibilidade de você inserir uma anotação, referente a questão de concurso público que você está respondendo. Isso facilita muito seu aprendizado, você conseguirá gravar com mais facilidade aquele assunto complicado que precisa de atenção. Essa ferramenta foi criada para que você consiga destacar e comentar tudo o que acha importante referente ao tema estudado. E não se preocupe, a anotação é pessoal e sigilosa, somente você terá acesso e poderá visualizar o que escreveu.

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