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Q786836

Texto 3

Os velhos estão sempre aconselhando os jovens a guardar dinheiro. Digo que este é um mau conselho. Não guardem um centavo; invistam em si mesmo apenas. Eu nunca economizei um dólar sequer antes dos 40 anos de idade. (Henry Ford)

A frase de Henry Ford (texto 3) foi traduzida com um erro gramatical, que é:

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Q798261

Leia o texto para responder à questão.

O poema de Oswald de Andrade, ao ilustrar a maneira como determinadas palavras são pronunciadas,

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Q791550

Observando a grafia, o uso de homônimos ou parônimos, a regência, o emprego (presença ou ausência) do “acento” indicativo de crase, a coesão e a concordância, assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto a seguir: _______ de se evitar uma invasão desenfreada de palavras estrangeiras em uma língua, é preciso que se _______ critérios, ________ o primeiro deve ser _____: __ adoção de estrangeirismos deve corresponder __ falta, no vocabulário dessa língua, de termos perfeitamente adequados __ expressão de conceitos novos. _______, corre-se o risco de _______ da identidade linguística.

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Q796699

Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.

No trecho Por quê? Porque não se fazem, só por isso, a palavra porque foi grafada corretamente nas duas situações, segundo as regras da escrita culta. Analise as frases.

  1. A secretária não sabe porque sua empresa jamais contratou pessoas com deficiência.
  2. Não me parece difícil entender o porquê da falta de preparo dos candidatos a cargos eletivos na política.
  3. Os passageiros de voos noturnos quase sempre carregam travesseiro, por quê?
  4. Não se deve fazer intrigas por que pode prejudicar quem as fez.
  5. As razões por que desisti daquele emprego são puramente pessoais.

Segundo as regras da escrita culta, está correta a grafia da palavra porque em

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Q783051

Cada uma das opções a seguir apresenta uma proposta de reescrita que altera a pontuação do seguinte trecho do texto 1A2-I: “Não existe ética individual, existe ética de um grupo, de uma sociedade, de uma nação.” (l. 11 e 12). Assinale a opção em que a proposta apresentada mantém a correção e os sentidos originais do texto.

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Q789737

A análise adequada desse poema ocorre em:

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Q789732

Em relação aos fenômenos que constituem características irredutíveis da língua concebida como meio discursivo e social de interação verbal é CORRETO afirmar que:

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Q776936

Revisores de textos reuniram-se para discutir erros mais comuns cometidos por repórteres em entrevistas, exemplificando esses erros com frases; entre as frases abaixo, aquela que se mostra inteiramente correta e adequada é:

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Q770348

Abaixo estão aspectos do aprendizado da língua, mais aceitos atualmente, que nortearam a elaboração dessa atividade, exceto:

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Q789781

Assinale a alternativa em que o pronome eu não está empregado de acordo com a norma culta.

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Q789729

Em relação à linguagem que predomina no texto, é CORRETO concluir que:

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Q789723

Leia o texto e responda à questão.

Dois casinhos

   O tema da variação linguística, especialmente quando não se trata de casos marcados — bons para preconceitos — é ocasião para interessantes reflexões. É que nela há um cruzamento de fatores de natureza diversa — gramaticais e de posição social dos falantes, pelo menos. Seja pelo cruzamento, seja pela diversidade de fatores, a questão se toma mais complexa. Vale a pena tentar esclarecê-la.
   Vejam o que se pôde ler no sisudo Estadão (25 nov. 1999): “Causou constrangimento entre os parlamentares as perguntas da deputada Maria Laura Carneiro à ex-namorada de Fernandinho Beira-Mar, Alda Inês, na CPI do Narcotráfico”.
   Se essa construção (com concordância verbal “errada”) ocorresse em conversa ou entrevista, por mais formal que fosse, não causaria espanto. Talvez nem fosse percebida. Aparecendo em texto escrito, e no Estadão, um jornal de linguagem conservadora, fornece elementos para reflexões.
   A frase começa com o verbo, eis a questão. Esta estrutura é o fator mais importante para explicar a ausência de concordância (o sujeito é “as perguntas da deputada”). Quem escreveu este texto não escreveria “As perguntas da deputada causou constrangimento”. Mas, invertida a ordem sujeito-verbo, a relação sujeitopredicado se perde para o falante. Para efeito de concordância, importa que não haja nada antes do verbo, ou seja, é como se “causou” fosse um verbo impessoal. Que esteja na dita terceira pessoa do singular não é nem banal nem casual.
   Este fenômeno é, de certa forma, o avesso de outro. Ocorrem cada vez mais construções do tipo “A política dessas duas cidades são melhores do que...”, em que o verbo concorda com o nome que está mais próximo (aqui, “duas cidades") e não com seu sujeito (aqui, "a política”). Esta construção é o avesso da outra porque naquela também o verbo concorda com o que está mais próximo: não concorda com nada, já que antes dele não há nada.
   Alguns poderiam imaginar que assim se produz confusão de “pensamento”. Pode-se ver facilmente que não. O “pensamento” é claro, ninguém deixa de entender a frase. Há casos em que a forma (a sintaxe) não resolve tudo. Se às vezes a sintaxe não é suficiente para a clareza do que se diz, em outras ela não interfere de forma alguma na compreensão do enunciado, que parece funcionar independentemente da sintaxe.

   Talvez o mais importante nessas construções seja a falta de consciência de que se está cometendo um “erro”. É como se esta sintaxe fosse padrão, como se fosse correta, segundo as exigências daquele jornal. Os sociolinguistas ensinam que, quando um “erro” não é mais percebido, então não há mais um “erro”, mas uma nova norma.
   Comento brevemente um segundo caso, colhido em coluna do ótimo Tostão (FSP, 28 nov. 1999): “Se o Atlético-MG se iludir de que tem um excepcional time, por causa da vitória sobre o Cruzeiro, e não ter garra e humildade, dança como o Vasco". Para horror de muitos, Tostão não escreveu “tiver”.
   Definitivamente, cada vez mais há menos pessoas percebendo que certos verbos deveriam ter um futuro do subjuntivo irregular. O que dizer de sua abolição em penas como as de Tostão? Pode ser que seja apenas a língua mudando, sem
que os falantes percebam.

(POSSENTI, Sírio. Dois casinhos. In :_______portadas línguas. 2. ed.Curitiba: Criar, 2002. p. 51*53.)

Na perspectiva da variação linguística presente no texto, infere-se que:

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Q666386

“A indústria do livro era muito elitista naquela época, havia um certo elitismo”. A estruturação desse período do texto mostra um problema, que é:

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Q732327

Atenção: A questão de número refere-se ao texto que segue.

Afirma-se com correção:

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Q675286

Abaixo se apresentam problemas formais do texto que deveriam ser apontados pela professora, visando à sua reescrita, EXCETO:

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GABARITO:

  • 1) B
  • 2) B
  • 3) E
  • 4) D
  • 5) B
  • 6) A
  • 7) A
  • 8) E
  • 9) D
  • 10) B
  • 11) E
  • 12) D
  • 13) D
  • 14) C
  • 15) A
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