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Q761314

De acordo com o texto, os filhos recorreram ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) porque:

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Q485034

Leia o cartoon.

Disponível em: https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/Images/AOCartoon2.jpg. Acesso em 05 de mar. de 2016

O efeito de humor no cartoon é produzido devido a uma mudança na grafia da palavra “microondas" de acordo

com o Novo Acordo Ortográfico. Segundo esse documento

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Q475237

Leia o TEXTO 02 para responder às questões 6 e 7.

TEXTO 02

A CRISE E SUAS INTERPRETAÇÕES

Quanto mal uma mídia partidarizada pode causar a um País? Que prejuízos a

irresponsabilidade dos veículos de comunicação traz à sociedade?

No Brasil, essas não são perguntas acadêmicas. Ao contrário. Em nossa história, sobram

exemplos de períodos em que a “grande imprensa", movida por suas opções políticas, jogou

contra os interesses da maioria da população. Apoiou ditaduras, avalizou políticas

antipopulares, fingiu não ver os desmandos de aliados.

O instituto Vox Populi acaba de realizar uma pesquisa nacional sobre sentimentos e

expectativas a respeito da economia. O levantamento deixa claro o preço que pagamos por ter a

mídia que temos.

A pesquisa tratou principalmente de inflação e desemprego e mostra que a opinião pública

vive um pesadelo. Olha com desconfiança o futuro, teme a perda de renda e emprego, prefere

não consumir e não tem disposição de investir. Está com medo da “crise".

Todos sabem quão importante é o papel das expectativas na vida econômica. Quando a

maioria das pessoas se convence de que as coisas não vão bem, seu comportamento tende a

produzir aquilo que teme: a desaceleração da economia e a diminuição do investimento

público. A “crise" é, em grande parte, provocada pelas expectativas.

Estampada em manchetes e com tratamento de luxo nos noticiários de tevê, a “crise

econômica" estava na pauta dos meios de comunicação muito antes de se tornar uma

preocupação real da sociedade. Há ao menos dois anos, é o principal assunto.

A nova pesquisa mostra que a quase totalidade dos brasileiros, depois de ser bombardeada

durante tanto tempo com a noção de “crise", perdeu a capacidade de enxergar com realismo a

situação da economia.

A respeito da quantia imaginada para comprar, daqui a um mês, o que compram

atualmente com 100 reais, apenas 2% dos entrevistados estimaram um valor próximo àquele.

Os demais 98% desconfiam de que vão precisar de mais ou de muito mais. Desse total, 73%

temem uma alta dos preços superior a 10%. Quase a metade, 47%, estima uma inflação acima

de 20%. E não menos de 35% receiam que os preços subirão mais de 30% em um mês.

Os números são semelhantes nas análises do desemprego. Apenas 7% dos entrevistados

sabem que hoje menos de dez indivíduos em cada cem estão desempregados. Cerca de um

quarto acredita que o desemprego varie de 10% a 30% da força de trabalho e 38% imaginam

que a proporção de brasileiros sem emprego ultrapassa os 40%.

Por esse raciocínio, o cenário até o fim do ano seria dantesco: quase 40% acreditam que o

desemprego em dezembro punirá mais da metade da população ativa.

Para tanta desinformação e medo do futuro, muitos fatores contribuem. Nossa cultura

explica parte desses temores. Os erros do governo, especialmente de comunicação, são

responsáveis por outra. Mas a maior responsável é a mídia hegemônica.

Ninguém defende que a população seja mantida na ignorância em relação aos problemas

reais enfrentados pela economia. Mas vemos outra coisa. A mídia deseduca ao deformar a

realidade e por nada fazer para seus leitores e espectadores desenvolverem uma visão realista e

informada do País. Fabrica assustados para produzir insatisfeitos.

Com isso, torna-se agente do agravamento de uma crise que estimulou e continua a

estimular, apesar de seu custo para as famílias e para o Brasil.

(COIMBRA, Marcos. Revista Carta Capital. Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/revista/852/acrise-e-suas-interpretacoes-4986.html.

Acesso em: 26/01/2016. Adaptado.)

De acordo com a Nova Ortografia da Língua Portuguesa, no trecho “Apoiou ditaduras, avalizou

políticas antipopulares, fingiu não ver os desmandos de aliados (...)" o termo destacado

I.deveria ter sido grafado com hífen, como em anti-higiênico e anti-inflacionário.

II.está adequadamente grafado, obedecendo à regra em que prefixo terminado em vogal se

junta com a palavra iniciada por consoante.

III.está adequadamente grafado, assim como em antiaéreo e antiprofissional.

IV.tem como facultativo o emprego do hífen, visto que o Novo Acordo Ortográfico ainda é

recente.

V.obedece à mesma regra que palavras formadas por prefixos como super-, ultra- e sub-.

Estão CORRETAS as proposições

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Q523834

Leia o texto a seguir: Foi na minha última viagem ao Perú que entrei em uma baiúca muito agradável. Apesar de simples, era bem frequentada. Isso podia ser constatado pelas assinaturas (ou simples rúbricas) dispostas em quadros afixados nas paredes do estabelecimento, algumas delas de pessoas famosas. Insisti com o garçom para também colocar a minha assinatura, registrando ali a minha presença. No final, o ônus foi pesado: a conta veio muito salgada. Tudo seria perfeito se o tempo ali passado, por algum milagre, tivesse sido gratuíto. Assinale a alternativa que apresenta palavra em que a acentuação está CORRETA, de acordo com a Reforma Ortográfica em vigor:

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Q548419

Assinale a locução que não deve ser grafada com hífen

de acordo com o Novo Acordo Ortográfico.

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Q524014

Leia o texto a seguir: Foi na minha última viagem ao Perú que entrei em uma baiúca muito agradável. Apesar de simples, era bem frequentada. Isso podia ser constatado pelas assinaturas (ou simples rúbricas) dispostas em quadros afixados nas paredes do estabelecimento, algumas delas de pessoas famosas. Insisti com o garçom para também colocar a minha assinatura, registrando ali a minha presença. No final, o ônus foi pesado: a conta veio muito salgada. Tudo seria perfeito se o tempo ali passado, por algum milagre, tivesse sido gratuíto. a acentuação está CORRETA, de acordo com a Reforma Ortográfica em vigor:

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Q548418

Analise as afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V ) ou Falso (F ) quanto ao emprego do acento circunflexo estabelecido pelo Novo Acordo Ortográfico.
( ) O acento permanece na grafia de 'pôde' (o verbo conjugado no passado) para diferenciá-la de 'pode' (o verbo conjugado no presente).
( ) O acento circunflexo de 'pôr' (verbo) cai e a palavra terá a mesma grafia de 'por' (preposição), diferenciando-se pelo contexto de uso.
( ) a queda do acento na conjugação da terceira pessoa do plural do presente do indicativo dos verbos crer, dar, ler, ter, vir e seus derivados.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

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Q548556

O novo acordo ortográfico nos apresentou algumas alterações de acentuação de palavras em Língua Portuguesa. Leia as alternativas abaixo e assinale a que apresenta somente palavras acentuadas corretamente.

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Q468615

Assinale o trecho sem problemas de ortografia.

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Q484832

De acordo com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (AOLP 1990), o único dispositivo legal que regula a ortografia oficial

no Brasil, por meio do Decreto nº 6583, de 29/09/2008, é correto afirmar que:

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Q556591

Assinale a alternativa que contenha todas as palavras acentuadas corretamente.

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Q654402

As palavras foram grafadas corretamente de acordo com o novo acordo ortográfico em:

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Q489823

Em se tratando das palavras que devem omitir o hífen, segundo o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinale a única opção em que todas deixam de receber corretamente este sinal.

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GABARITO:

  • 31) B
  • 32) C
  • 33) C
  • 34) E
  • 35) D
  • 36) C
  • 37) A
  • 38) A
  • 39) C
  • 40) D
  • 41) B
  • 42) E
  • 43) E
  • 44) B
  • 45) A
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