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No trecho “Existia toda uma vida cultural que se desenvolvia em torno da vida portuária carioca”, a partícula “se” classifica-se como

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No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 2A1-II, julgue o item que segue:

No segundo período do texto, a partícula "se" classifica-se como partícula apassivadora.

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Considerando a tipologia do texto, as ideias nele expressas e seus aspectos linguísticos, julgue:

Na linha 8, o emprego da partícula “se”, em “prezando‐se”, indica que o sujeito da oração é indeterminado.

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Considerando os usos do “se” no seguinte excerto, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
“Por exemplo, se pessoas sentem que não são merecedoras de bondade ou suspeitam que há algum motivo por trás da bondade, os benefícios da gratidão não se realizarão.”

  1. Nas duas ocorrências, o “se” é um pronome que integra o sentido do verbo.
  2. Na primeira ocorrência, o “se” tem valor condicional.
  3. Na segunda ocorrência, o “se” indica que a oração está na voz passiva.
  4. Nas duas ocorrências, servem para indeterminar os sujeitos verbais.

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A partícula “se” pode desempenhar diversas funções morfológicas. Nesse caso, analisando-se o trecho a seguir, é correto afirmar que:

Falava-se de um ataque nas proximidades do aeroporto da capital iraquiana (...)” (linhas 2 e 3).

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Se não chamo de volta, até se ofendem.”. É correto afirmar sobre as palavras sublinhadas nessa frase:

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Assinale a alternativa em que o SE, no TEXTO I, não apresente classificação como pronome reflexivo ou parte integrante do verbo.

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Saúde – desafios de integração e convergência

   A despeito dos imensos desafios, nas últimas décadas, o Brasil constituiu uma realidade de promoção e atenção à saúde ímpar no mundo e inédita em nossa História. A Constituição de 1988 estabeleceu a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) e concomitantemente os setores privados, com e sem fins lucrativos, se expandiram.
   Os 30 anos do SUS, recém-completados, sugerem uma reflexão. Obviamente, há muito que avançar na atenção à saúde, mas pode-se concluir que o SUS se tornou um patrimônio nacional. Citando o professor Eugenio Vilaça, “o SUS não é um problema sem solução, é uma solução com problemas”.
   O SUS atende 207 milhões de brasileiros. Os serviços vão desde vigilância epidemiológica, sanitária e ambiental, passando por vacinação, transplantes, assistência farmacêutica de alto custo, até programas de combate à Aids e à Hepatite C, entre outros.
   Integrado ao sistema filantrópico, o SUS avançou e fez história, apesar de todas as questões que enfrentamos. Seja por sua jornada ainda curta, seja por problemas organizacionais crônicos – especialmente o subfinanciamento da União, além das ineficiências pela estrutura e pela governança fragmentadas,
indicadas em estudo do Banco Mundial –, o SUS apresenta muitos desafios a superar, como o excesso de judicialização, que mina orçamentos e desorganiza planejamentos. Mas não consigo vislumbrar o futuro do Brasil sem esse sistema de saúde.
   Também não consigo enxergar o horizonte sem o incremento da integração com os setores privados, tanto os sem fins lucrativos (filantrópicos) quanto os com fins lucrativos (hospitais, clínicas, serviços de diagnóstico, médicos e outros profissionais da saúde). [...]
   Como dissemos, a parceria filantrópica foi essencial à consolidação do SUS, conexão que se incrementou com a possibilidade de contratos de gestão com organizações sociais (OSs), a partir de 1998. Em 1999 criou-se a alternativa de ação com as organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips). Em 2004 foram regulamentadas as parcerias público-privadas (PPPs), que permitem buscar financiamento particular para projetos de interesse público, incluindo a saúde.
   [...]
   Integração, cooperação, diálogo e intercâmbio entre os mundos público, privado e não governamental são caminhos já comprovadamente bem-sucedidos. Tendo como foco o cidadão e como norte o fortalecimento do SUS e o estímulo à integração desses universos, é preciso pautar discussões e ações acerca do financiamento e regulação do setor; políticas públicas; marco produtivo de desenvolvimento econômico; modelos de gestão, remuneração, organização e assistência; além de recursos humanos, infraestrutura, equipamentos e tecnologias.
   Considerando a mudança no quadro epidemiológico, com a predominância de doenças crônicas, que demandam atenção permanente, sobre doenças agudas, e se quisermos avançar para um sistema brasileiro de saúde inclusivo e qualificado, ético e economicamente sustentável, não há que se desviar
dessa rota colaborativa, mas, sim, investir talento e esforço político para incrementar o intercâmbio de experiências de excelência que o Brasil construiu nos últimos 30 anos, como as inovações em gestão nos setores não governamentais e a estruturação da atenção primária no sistema público. Desafio é
o que não falta, mas caminhos já temos. É só avançar na caminhada da cooperação.

(Paulo Hartung. O Estado de S. Paulo, 07/05/2019. Adaptado.)

Obviamente, há muito que avançar na atenção à saúde, mas pode-se concluir que o SUS se tornou um patrimônio nacional.” (2º§) O trecho anteriormente destacado apresenta duas ocorrências da partícula “se” acerca das quais está correto o seguinte comentário:

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No trecho “Seus filhos devem informar sempre [...] se vão se atrasar [...]", os termos em destaque classificam-se, respectivamente, como

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INSTRUÇÃO: Leia o excerto a seguir, retirado da obra Norma culta brasileira: desatando alguns nós, de Carlos Alberto Faraco, para responder à questão.

Ensinar gramática?

A crítica à gramatiquice e ao normativismo não significa, como pensam alguns desavisados, o abandono da reflexão gramatical e do ensino da norma culta / comum / standard. Refletir sobre a estrutura da língua e sobre seu funcionamento social é atividade auxiliar indispensável para o domínio fluente da fala e da escrita. E conhecer a norma culta / comum / standard é parte integrante do amadurecimento das nossas competências linguísticoculturais, em especial as que estão relacionadas à cultura escrita. O lema aqui pode ser: reflexão gramatical sem gramatiquice e estudo da norma culta / comum / standard sem normativismo.

Não cabe, no ensino de português, apenas agir no sentido de os alunos ampliarem seu domínio das atividades de fala e escrita. Junto com esse trabalho (que é, digamos com todas as letras, a parte central do ensino), é necessário realizar sempre uma ação reflexiva
sobre a própria língua, integrando as atividades verbais e o pensar sobre elas.
Esse pensar visa a compreensão do funcionamento interno da língua e deve caminhar de uma percepção intuitiva dos fatos a uma progressiva sistematização, acompanhada da introdução do vocabulário gramatical básico (aquele que é indispensável, por exemplo, para
se entender as informações contidas nos dicionários).
No fundo, trata-se de desenvolver uma atitude científica de observar e descrever a organização estrutural da língua, com destaque para a imensa variedade de formas expressivas alternativas à disposição dos falantes.

(FARACO, 2008, p. 157-158.)

Com base em uma perspectiva alinhada à de Faraco, Marcos Bagno, na obra Gramática pedagógica do português brasileiro, discute tópicos gramaticais que devem, ou não, ser ensinados pelo professor de português.

Nessa direção, o autor assevera que um ensino desapegado do normativismo deve abrir mão do estudo

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Texto para a questão

Ao final, suados, todos se cumprimentaram dizendo namastê – saudação de agradecimento em sânscrito usada na ioga – e sentaram-se no chão, formando um círculo. Começou, então, a sessão de terapia, que a piauí foi autorizada a acompanhar. (linhas 36 a 38)

Em relação ao trecho acima, analise as afirmativas a seguir:

I. A primeira ocorrência do SE no trecho tem valor reflexivo recíproco.
II. Os termos “a sessão de terapia" e “que" desempenham função sintática idêntica.
III. Retirando-se o trecho entre travessões, o período se classifica como composto por quatro orações.

Assinale

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Leia o texto abaixo, retirado de uma sentença, e responda à questão.

Oficie-se à Ouvidoria Judiciária, encaminhando-se cópia da
presente sentença.

Sem prejuízo, cumpra o cartório o determinado à fl. 480, 4º
parágrafo, procedendo-se o traslado e desapensamento
necessários.

Publique-se. Registre-se. Intime-se.
X
Juiz de Direito

No gênero textual sentença, apresentado acima, a utilização das partículas “se” possui função textual de indicar 

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Texto para a questão

A terapeuta então indagou se, com tantas compras, as pessoas não estariam querendo preencher mais o vazio dentro delas que o vazio do guarda-roupa. (linhas 45 e 46)

O vocábulo SE, sublinhado no período acima, classifica-se morfologicamente como

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GABARITO:

  • 1) B
  • 2) Errado
  • 3) Errado
  • 4) D
  • 5) B
  • 6) C
  • 7) C
  • 8) A
  • 9) D
  • 10) E
  • 11) E
  • 12) B
  • 13) B
  • 14) B
  • 15) D
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