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“Não existem marcas que mostrem a mudança do discurso. Por isso, as falas dos personagens e do narrador - que sabe tudo o que se passa no pensamento dos personagens - podem ser confundidas.”

Marque a alternativa que contém o tipo de discurso CORRETO utilizado no excerto apresentado:

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Transpondo-se para o discurso direto a fala atribuída a Felipe Gonzalez, obtêm-se as seguintes formas verbais:

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Considerando a importância do discurso ao operador do direito e o que se espera da linguagem jurídica de qualidade, acessível a quem recorre à justiça, assinale a opção correta.

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Texto

Uma Vela para Dario

(Dalton Trevisan)

Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo

e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar,

encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando,

sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na

pedra o cachimbo.

Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não

se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se

ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia

sofrer de ataque.

Ele reclina-se mais um pouco, estendido agora na calçada,

e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos

outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abre-lhe o

paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os

sapatos, Dario rouqueja feio, bolhas de espuma surgiram no

canto da boca.

Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não

o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta à

outra, as crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo

repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do

cachimbo, encostava o guarda-chuva na parede. Mas não se

vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.

A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo.

Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a

metade do corpo, protesta o motorista: quem pagaria a corrida?

Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e

recostado à parede - não tem os sapatos nem o alfinete de

pérola na gravata.

Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam

Dario além da esquina; a farmácia é no fim do quarteirão e,

além do mais, muito peso. É largado na porta de uma peixaria.

Enxame de moscas lhe cobre o rosto, sem que faça um gesto

para espantá-las.

Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o

incidente e, agora, comendo e bebendo, gozam as delícias da

noite. Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o

relógio de pulso.

Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados -

com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa

branca. Ficam sabendo do nome, idade; sinal de nascença. O

endereço na carteira é de outra cidade.

Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa

hora, ocupam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro

negro investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo

de Dario, pisoteado dezessete vezes.

O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-

lo — os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de

ouro, que ele próprio quando vivo - só destacava molhando no

sabonete. A polícia decide chamar o rabecão.

A última boca repete — Ele morreu, ele morreu. A gente

começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer,

ninguém acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam

vê-lo, todo o ar de um defunto.

Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar

a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho

nem boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto

e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na

janela alguns moradores com almofadas para descansar os

cotovelos.

Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que

acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos,

quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.

Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá

está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra,

sem o paletó. E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se

às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.

No 11° parágrafo, tem -se “A última boca repete — Ele morreu, ele morreu”. Nessa passagem, pode-se perceber um exemplo de discurso:

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“De acordo com a estrutura textual apresentada em 'Visão comunicativa', é correto afirmar que se trata de um exemplo de texto _______________ em que ocorre a apresentação de uma ____________________." Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

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“Perguntaram ao vigia-salvador: Por que foi abrir a porta da câmara, se isso não fazia parte de sua rotina de trabalho?” A forma de discurso indireto que substitui convenientemente o segmento sublinhado é:

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O terceiro e quarto parágrafos do texto contêm, respectivamente,

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PART 1: READING COMPREHENSION

Based on the text below, answer questions 21, 22 and 23.

MOVIES ON THE JOB
Yesterday I watched a movie in which Joan Allen's character had a job which seemed to consist entirely of standing around while other people do the actual work of restoring historic artwork in old buildings (the. movie was "Hachiko: A Dog's Story") . This seemed like a nice, lucrative job –– she certainly dressed well, and lived in an enormous, stately home with her music–professor husband –– and one that left her plenty of energy and free time. And it got me thinking about the idea of work in the movies; how so often jobs (which take up a huge amount of our waking time in real life) are treated by movies as a dismissible fantasy thing, sometimes to unintentionally comic effect.
Ever notice how young women in the movies, who usually have some sort of underling office job, live in adorably decorated apartments that an administrative assistant couldn't possibly afford –– and are never shown doing anything at work other than taking personal calls and having lunch? Or the way writers in the movies, like the hero of "Marley & Me" or Carrie Bradshaw in "Sex and the City, " seem to effortlessly make a fortune while doing very little actual writing? Or the way attractive female executives (see Renee Zellweger in "New in Town, " and quite possibly Sandra Bullock in the upcoming "The Proposal") prance around on their high heels and tight skirts and do ... well, nothing? Or how people in the movies routinely have the kind of careers, like Allen' s in "Hachiko, " that seem a tad difficult to pull off in real life? I remember a Hilary Swank movie from a couple of years back in which she effortlessly transitioned from real estate agent to . . . wait for it. . . . shoe designer, and lived happily ever after.
(Adapted from http://seattletimesaiwsource.com/litol) PROVA AZUL 12 de 22 PSAEN – 2011

What was the author's motivation to write this text?

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GABARITO:

  • 16) B
  • 17) B
  • 18) A
  • 19) B
  • 20) B
  • 21) A
  • 22) C
  • 23) B
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