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Assinale a alternativa que indica o termo que exerce a função de objeto direto no trecho a seguir: “outra coisa (1) que me (2) encantava (3) nas publicações (4) da minha infância (5)”.

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Na oração, alguns termos vêm necessariamente regidos de preposição, a exemplo de adjuntos adnominal/adverbial, complemento nominal, agente da passiva e objeto indireto. Feita a leitura dos fragmentos textuais abaixo expostos, todos extraídos de uma mesma matéria – BOLSONARISTAS x LAVAJATISTAS – (Veja, 23/09/2019), analise o comportamento sintático dos constituintes em destaque, e responda ao que se pede.

  1. A história começou sob o signo da parceria. Aproveitando-se dos estragos provocados pela Lava-jato nos maiores partidos políticos do país, Jair Bolsonaro empunhou a bandeira do combate à corrupção.
  2. Vencedor da eleição, (Jair Bolsonaro) convidou o então juiz Sérgio Moro, símbolo da operação, para comandar o Ministério da Justiça e da Segurança Pública. Com o gesto, o presidente agradou a uma fatia importante do eleitorado e investiu pesado na popularidade.
  3. Nos casamentos em crise, o comportamento em público muitas vezes busca esconder os problemas sérios que ocorrem na intimidade. Na política, admitem-se também essas relações de conveniência. [...] O presidente levou o ministro para assistir a um jogo do flamengo em Brasília e ainda fez o subordinado, torcedor do Athético Paranaense, vestir uma camisa do rubronegro carioca.
  4. No último dia 15, foi a vez de Moro forçar a barra ao visitar Bolsonaro no hospital em que ele se recuperava de uma cirurgia de hérnia.
  5. O presidente havia proibido visitas de auxiliares. Moro insistiu. Foi então que a esposa do ministro, a advogada Rosângela Moro, entrou em contato com a primeira-dama Michele Bolsonaro, que derrubou a resistência à cortesia.

Dentre as proposições acima citadas, ocorre OBJETO INDIRETO em:

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“Em meio ao tumulto, todos eram favoráveis à aprovação das mudanças propostas para o futuro.”

Sobre a análise sintática do período, assinale a alternativa correta:

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O GRILO PROFESSOR

Em tempos muito remotos, num dos mais quentes dias do Inverno, o Diretor da Escola entrou inesperadamente na sala onde o Grilo dava aos grilinhos a sua aula sobre a arte de cantar, precisamente no momento da exposição em que lhes explicava que a voz do Grilo era a melhor e a mais bela de todas as vozes, uma vez que se produzia mediante a adequada fricção das asas contra as costas, enquanto os Pássaros cantavam tão mal porque se empenhavam em fazê-lo com a garganta, evidentemente, o órgão do corpo humano menos indicado para emitir sons doces e harmoniosos. Ao ouvir aquilo, o Diretor, que era um Grilo muito sábio, assentiu várias vezes com a
cabeça e retirou-se, satisfeito de que na Escola tudo continuasse como nos velhos tempos.

(MONTERROSO, Augusto) – Disponível - (http://daedaluspt. blogspot.com/2008_04_01_archive.html)

Analise o fragmento seguinte. Após análise, marque a alternativa correta.

“Ao ouvir aquilo, o Diretor, que era um Grilo muito sábio, assentiu várias vezes com a cabeça e retirou-se, satisfeito de que na Escola tudo continuasse como nos velhos tempos”.

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Analise as afirmativas abaixo em relação ao texto 

1. O termo “Homo sapiens” aparece em itálico por ser um termo científico latino.
2. Em “Eles violam as leis da seleção natural impunemente” (2º parágrafo), o pronome sublinhado faz referência a “seres vivos”.
3. Em “Hoje, o regime de seleção natural está enfrentando um desafio completamente diferente.” (2º parágrafo), o termo sublinhado é adjunto adverbial e pode ser eslocado para o final da frase sem prejuízo na significação.
4. Em “Kac contatou um laboratório francês e ofereceu um pagamento para que eles fabricassem uma coelha radiante de acordo com suas especificações.” (2º parágrafo), os termos sublinhados expressam ideia de finalidade e de concessividade, respectivamente.
5. Em “Está começando a violar as leis da seleção natural, substituindo-as pelas leis do design inteligente.” (1º parágrafo), os termos sublinhados funcionam como objeto direto, e o pronome “as” refere-se a “as leis da seleção natural”.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

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Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos e estruturais do texto, julgue o item.

No primeiro período do texto, a oração introduzida por “que" (linha 2) funciona como complemento direto de “têm apontado" (linha 1).

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Nas linhas 43-44, tem-se o seguinte trecho: “João (1) lhe (2) teria pedido que passasse carta por carta (3) pelo vão (4) embaixo da jamais (5) aberta porta”. Assinale a alternativa cuja numeração corresponde ao termo que exerce a função sintática de objeto indireto no período.

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Sobre os aspectos sintáticos analisados nas seguintes frases, assinale a alternativa INCORRETA.

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Leia o texto abaixo e assinale a alternativa que preenche adequadamente as lacunas, na ordem em que aparecem.

Amansam-se as plantas pela cultura e os homens pela educação. Se o homem nascesse grande e forte, seu porte e sua força seriam inúteis até que ele tivesse aprendido a deles servir-se. Ser-____ -iam prejudiciais, impedindo os outros de pensar em assisti-____ e, abandonado a si mesmo, ele morreria de miséria antes de ter conhecido suas necessidades.

Emílio, ou Da Educação; JEAN-JACQUES ROUSSEAU

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A morte virou lugar-comum
(crônica de Arnaldo Jabor)

Só se fala em morte, hoje em dia. Quantos morreram hoje na Síria? Só 130? Ontem foram 200. E na periferia de São Paulo, quantas chacinas? Só duas, com alguns feridos? Quando Hannah Arendt cunhou a expressão “banalidade do mal”, ela não imaginava como a morte se tornou um fato corriqueiro no mundo atual, sem os trágicos acordes do Holocausto. Talvez haja nas matanças banais um desejo de desvendar o mistério da morte, bem lá no fundo do inconsciente. Para além de vinganças, busca de poder ou dinheiro, ódio puro, prazer, há a vontade de ‘naturalizar’ a morte, de modo que ela deixe de ser a implacável ceifadora.

Tenho certeza de que os assassinos que passam de moto e metralham inocentes não têm consciência da gravidade de seus feitos – apenas mais um dia divertido de violências. Os filmes americanos buscam o tempo todo essa banalidade: tiros súbitos sem piedade, jorros de sangue ornamentais, a beleza fálica das superarmas automáticas. Nos brutos filmes de ação, nos videogames, nas notícias bombásticas de tragédias há um claro desejo de esquecer a morte, mostrando-a sem parar. Um desejo de matar a morte. Um desejo de entendê-la pela repetição compulsiva. Mas, nunca conseguiremos exorcizá-la, porque quando ela chega não estamos mais aqui. Gilberto Gil fez uma música genial sobre a morte, onde ele canta, numa toada fúnebre:

“A morte já é depois/ já não haverá ninguém/ como eu aqui agora/ pensando sobre o além. / Já não haverá o além/ o além já será então/ não terei pé nem cabeça/ nem fígado, nem pulmão/ como poderei ter medo/ se não terei coração?” É isso. Só se pode falar da morte pela ausência. Nós apenas saímos do ar. Desaparecemos.

Ela é tão banal que inventamos solenes rituais para dar-lhe consistência, religiões ou crenças materialistas para nos consolar: “O universo é a eternidade. Deus é o universo, a substância. Ele está nas galáxias e no orgasmo, nos buracos negros e no coração batendo…” “Grandes merdas” – penso hoje -, pois quando ela chega acaba a literatura. Aliás, falar sobre a morte também é um lugar-comum – mas agora, é tarde demais para mim -, tenho de ir em frente. Até o grande Guimarães Rosa caiu nessa: “Morremos para provar que vivemos”. O Nelson Rodrigues me perguntava sempre: “Pelo amor de Deus, me explica essa frase! E qual a profundidade de “Viver é muito perigoso?”

A morte só tem “antes”, não tem “depois” – no Ivan Ilitch, do Tolstoi, quando ela chega, acaba o conto. Ele diz no instante final: “A morte acabou”. Dizem que o Muhammad Atta, o terrorista que comandou o ataque às torres de NY, era ateu, mas queria conhecer aquele instante que separava o avião da torre erguida. A morte não está nem aí para nós; ela tem “vida própria”. A gente vai para um lado, o corpo para o outro. Ela nos ignora, nossos méritos, nossas obras. Mais um lugarzinho comum: “Só nos resta viver da melhor maneira possível até o fim. Tem mais é que curtir, gente boa…” Pois é; há muitos anos, pegou fogo no edifício Joelma em São Paulo, torrando dezenas de infelizes. Do prédio em frente, as teleobjetivas fotografaram todas as agonias. Até hoje, lembro-me da foto em cores de um homem de terno, pastinha 007, agachado numa janela do 20.º andar, com o fogo às costas. Seu rosto mostrava a dúvida: “O que é melhor para mim? Morrer queimado ou me jogar?” Ele curtiu até o fim – e se jogou.

O que me chateia é ficar desatualizado. As notícias vão rolar e eu nada saberei. Haverá crises mundiais, filmes que estreiam, músicas novas, e eu ficarei lá embaixo, sem saber das novidades. É insuportável a desinformação dos falecidos. Meu avô me disse uma vez: “Acho triste morrer, seu Arnaldinho, porque nunca mais vou ver a Av. Rio Branco…” Isso me emocionou, pois ele ia diariamente ao centro da cidade, onde tomava um refresco de coco na Casa Simpatia. Por isso, quando me penso morto, eu, que não irei ao meu enterro, de que terei saudades? Ou melhor, que saudades teria se as pudesse ter?

Não terei saudades de grandes amores, de megashows da vida de hoje, excessiva e incessante. Não. Debaixo da terra, terei saudades de irrelevâncias essenciais, terei saudades de algumas tardes nubladas de domingo que só o carioca percebe, tudo parado, com os urubus dormindo na perna do vento, como dizia o sempre presente Tom, do radinho do porteiro ouvindo o jogo, terei saudades do cafezinho nas beiras dos botequins, de certos tons de roxo e rosa em Ipanema antes da noite cair, saudades do cafajestismo poético dos cariocas, saudades dos raros instantes sem medo ou culpa, de alguns momentos de felicidade profunda, sem motivo, apenas pela gratidão de respirar. Não terei saudades dos fatos e notícias, nada do mundo febril; só a quietude, o silêncio entre amigos na paz de um bar, papos de cinéfilo, risos proletários e camaradagem de subúrbio, do samba que nos envolve nas rodas pobres com a alegre sabedoria da desesperança, da Lapa, da Av. Paulista de noite, do jazz, pernas cruzadas de mulheres inatingíveis, terrenos baldios de minha infância, saudades da literatura, do prazer da arte, Fellini, Shakespeare, de Cantando na Chuva – o maior hino da alegria americana, saudades de Fred Astaire dançando Begin the Beguine com Eleanor Powell, felizes para sempre dentro do universo estrelado.

Há várias mortes. Há brutas tragédias, fomes e bombas, horrendos desastres, mas, na morte óbvia, comum, caseira, só temos duas escolhas: súbita ou lenta. Você, frágil leitor, qual delas prefere? O rápido apagar do “abajur lilás” de um ataque cardíaco ou o lento esvair da vida, sumindo com morfina? Se eu pudesse escolher, queria morrer como o velho Zorba, o grego, em pé, na janela, olhando a paisagem iluminada pelo sol da manhã. E, como ele, dando um berro de despedida.

Nos brutos filmes de ação, nos videogames, nas notícias bombásticas de tragédias há um claro desejo de esquecer a morte, mostrando-a sem parar. O termo em destaque é classificado como:

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Nos versos “Sou eu que vou seguir você / Do primeiro rabisco até o be-a-bá", os termos em negrito são, respectivamente:

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GABARITO:

  • 1) B
  • 2) B
  • 3) B
  • 4) E
  • 5) D
  • 6) Certo
  • 7) B
  • 8) D
  • 9) B
  • 10) A
  • 11) D
  • 12) B
  • 13) B
  • 14) B
  • 15) D
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