Um grupo de 63 goianos com idade superior a 50 anos participou de um estudo que comprava: praticar exercícios ajuda (e muito) a manter uma boa memória, além de auxiliar em outras funções ligadas ao cérebro. A pesquisa foi realizada pela Universidade Estadual de Goiás e pelo Centro Universitário UniEvangélica, os dois situados na cidade de Anápolis.

O grupo foi dividido em praticantes e não praticantes de exercícios físicos, e todos responderam a um questionário contendo dados como frequência de lapsos verbais e esquecimentos. Quando comparado, as falhas apareceram em maior número nos resultados de mulheres e homens sedentários.

De acordo com Henrique Lima Ribeiro, educador físico do UniEvangélica: “Exercícios físicos fazem com que as vias cognitivas fiquem mais eficientes. Até porque, antes mesmo de começar a atividade, a pessoa precisa pensar nas estratégias para realizá-la”.

Ele ainda pontua que, quanto mais cedo as pessoas aderem aos treinos, mais lentas se tornam as perdas neurológicas associadas à idade. “Nossos estudos prosseguem agora com o objetivo de avaliar quais atividades físicas são mais impactantes do ponto de vista dos ganhos cognitivos”, conclui.

 

Saiba de que forma os exercícios impactam na memória, no aprendizado e no humor

1. Oxigenação da massa cinzenta: Sob esforço, aumentam o fluxo sanguíneo e os ritmos cardíaco e respiratório. Esse mecanismo turbina o transporte de oxigênio e glicose a todas as áreas do corpo. O cérebro também tira vantagem: com mais combustível, seu funcionamento melhora.

2. Renovação de neurônios: A atividade física eleva a disponibilidade do fator neurotrófico derivado do cérebro (conhecido pela sigla em inglês BNDF). Trata-se de uma proteína que estimula o desenvolvimento de novos neurônios, processo chamado de neurogênese. O BNDF atua no hipocampo, a área do cérebro relacionada à memória e ao raciocínio espacial e que tende a encolher com o avançar dos anos.

3. Liberação de neurotransmissores: Os treinos ampliam a produção desses mensageiros químicos, que levam instruções de uma célula a outra. Em níveis adequados, neurotransmissores como endorfina, serotonina e dopamina ativam circuitos neuronais ligados ao bem-estar, à atenção e à aprendizagem.

Fonte: Saúde

 

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