Na edição de hoje do programa “O que cai no Exame de Ordem”, o professor Antonio Kozikoski comenta sobre a interferência do poder judiciário na correção da OAB. O tema surgiu, depois que o professor recebeu muitas perguntas sobre se vale a pena levar a reprovação da 1ª ou 2ª fase ao judiciário. Se você também tem essa dúvida, acompanhe o post até o fim. Toda quinta-feira tem mais novidade sobre o mundo do Exame de Ordem, não perca! E descubra que com a preparação certa, passar é fácil!

 

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O professor começa lembrando que todos podemos acionar o poder judiciário, sempre que houver uma lesão ou ameaça a um direito. “Então, se você julga violado ou prejudicado de exercer a profissão por uma má correção da banca, pode entrar com uma ação”. Porém, o professor questiona se esse realmente é um caminho adequado, já que a chance de reversão no judiciário é pequena.

“Caso aconteça um erro muito gritante, como zerar a peça sem motivo, é um bom argumento para a ação. Mas se não for esse o caso, eu acredito que não vale a pena”, aconselha. Entretanto, Kozikoski fala sobre um outro recurso para o estudante: a ouvidoria da OAB. “Você pode acioná-la após uma reprovação, como se fosse uma instância recursal. Mas é importante que faça isso de forma anônima. Essa é uma maneira de entrar em contato diretamente com a AOB e não a FGV”.

Para finalizar, o professor frisa que a ouvidoria pode demorar a responder, então sua melhor alternativa é ir estudando para o próximo exame, assim terá duas chances de ser aprovado.

Interferência do poder judiciário na correção da OAB: Vale apostar? – Assista ao vídeo abaixo!

 

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Publicado em 01/11/2018

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