Você pode escrever melhor se evitar certas atitudes diante da folha em branco. Saiba como!

A sobrecarga mental e a pouca familiaridade com os livros fazem com que muita gente tenha dificuldade para escrever de forma clara, correta e agradável — ainda mais dentro do exíguo limite de tempo imposto pela rotina. Artigos, e-mails, relatórios, apresentações e até exames de redação em concursos públicos acabam povoados de erros gramaticais, ambiguidades, contradições, redundâncias e frases longas demais.

Quem apresenta textos de baixa qualidade perde oportunidades profissionais, independentemente da sua área de atuação. Mas não é preciso ser nenhum escritor famoso para ser capaz de produzir redações bem avaliadas.

Saiba como é possível melhorar suas habilidades evitando três armadilhas:

 

Iniciar sem um plano

Se você não arquitetar previamente o que vai escrever, há grandes chances de o resultado não parar de pé. Faça um projeto do seu texto, com palavras-chave ou pequenas frases que indiquem o conteúdo de cada parágrafo.

Esboçar esse projeto também ajuda quem costuma demorar muito para começar o texto, em busca de uma introdução “perfeita”. Com o seu plano em mãos, você já pode começar a escrita, pois com algo concreto no papel, pode ir apurando e melhorando as frases.

 

Esquecer o leitor

Escrever é um ato solitário, mas sua finalidade é atingir outra pessoa. Nesse sentido, é preciso tomar cuidado para não se perder na sua própria vaidade e usar palavras muito rebuscadas, termos técnicos ou construções complicadas só para se exibir. O ideal é simplificar e usar frases curtas, na ordem direta e com vocabulário acessível a qualquer público.

Um exercício interessante, quando possível, é submeter o seu texto à avaliação de uma outra pessoa. Ouvir esse feedback ajuda a enxergar facetas surpreendentes sobre o seu estilo de escrita.

Além de guiar a estrutura formal do texto, a preocupação com o leitor também deve ditar seu conteúdo. Conhecer as características do destinatário — seja o chefe que lerá seu relatório, seja a banca avaliadora que julgará sua redação — ajuda na busca por argumentos.

 

Não revisar

Muita gente pula uma etapa básica e decisiva da construção de um texto: a revisão. É fundamental reler atentamente o que você escreveu para garantir que tudo está de acordo com a norma culta da língua.

Essa análise também serve para avaliar a clareza e a fluidez das ideias, a concatenação entre os argumentos e o ritmo geral do texto. Há ambiguidade em alguma frase? As ideias se harmonizam até o fim ou se contradizem em algum ponto? A redação está monótona ou tem uma cadência agradável para quem lê? Procure responder a essas perguntas antes de dar seu texto como concluído.

Nessa hora, concentração é fundamental. Tanto a escrita quanto a revisão são atos introspectivos, que exigem foco total. Busque um ambiente silencioso, desligue o celular e evite interrupções até acabar.

 

Com informações da Exame

 

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Publicado em 18/06/2018

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