Aprova Concursos - Blog

Inscreva-se

Receba as notícias por e-mail

A importância de exercitar a mente

Publicado em 4 de setembro de 2017 por - Comentar

exercitar a menteTão importante quanto exercitar o corpo, exercitar a mente é fundamental e, em alguns casos, muito mais fácil.

Uma das formas de se exercitar a mente consiste em incluir pequenas mudanças no dia a dia, o que também diz respeito a pensar diferente.

Edward De Bono, professor da Universidade de Oxford, é criador de diversas obras, dentre elas o livro “Os Seis Chapéus do Pensamento”, na qual propõe um conceito facilmente aplicável: experimentar formas de pensar diferentes das que se está habituado, tendo como objetivo novas ideias e modos de realizar ações.

Hoje a ciência já sabe que a criatividade é uma competência treinável. Assim, usando as possibilidades trazidas pelos seis chapéus – ou seis formas de ver o mundo – De Bono nos mostra que podemos “alongar” e “fortalecer” nossas ideias para outros estilos, ampliando a capacidade criativa. Fica clara a importância de resgatar e criar espaços para a brincadeira, tão deixada de lado pelos adultos, pois o ato de brincar exercita conexões cerebrais que desenvolvem e enriquecem os pensamentos.

Para exercitar a mente – Os seis chapéus do pensamento

O convite é para que, ao ler as descrições dos seis estilos, você reflita sobre qual (is) do(s) chapéu(s) se identifica mais ou menos e sobre quais poderia começar a “vestir”.

Preto: é o chapéu do pessimismo, da crítica, que foca nos riscos e pede cautela ao adotar um novo procedimento ou forma de agir. Seu lado positivo protege de erros e problemas. Porém, quando usado em primeiro lugar, tende a rebaixar o clima e o humor. Este é um dos últimos chapéus a serem usados diante de uma situação de cenários incertos, pois bloqueia a criatividade.

Vermelho: o chapéu das emoções, da intuição e dos sentimentos. Gary Klein, pesquisador norte-americano, mostra que pessoas que tomam decisões importantes escutando a intuição se arrependem menos e ficam mais satisfeitas com suas decisões do que as que se baseiam apenas em dados racionais.

Branco: estilo de pensamento usado quando o foco recai sobre os dados “frios”: números, fatos, experiências, dados, imagens claras e palpáveis. Deve ser usado com cuidado, uma vez que esta atitude pode desmotivar a todos e gerar uma sensação de frieza e desinteresse.

Verde: associado com a criatividade, a fertilidade e a abundância de ideias, permitindo novas possibilidades e alternativas. Seu maior desafio é não se distanciar demais da realidade.

Amarelo: O foco desta atitude mental é voltado para os benefícios e a viabilidade das novas propostas – é o chapéu otimista. Esta forma de pensar animada e calorosa gera motivação e alegria no ambiente, porém, pede cuidados quando se torna muito ingênua e desmedida.

Azul: o chapéu do líder, que cuida da organização e busca as respostas para as questões essenciais: quem, como, onde, para que, com quem, para quando, para quem usar, e se, quais as consequências. É a atitude de perceber o todo e analisar as situações com base em processos.

Temos um tanto de cada um destes estilos de pensamento. Todos eles têm luz e sombra, hora e lugar para serem usados. Os estilos têm a ver com a história de cada um e a beleza da diversidade está em perceber como podem se completar.

 

Fonte: Portal Administradores 

 


Inscreva-se

Receba as notícias por e-mail

Comente:

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *