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Filosofia real por trás de mestres da ficção

Publicado em 12 de junho de 2017 por - Comentar

Conheça a filosofia real encontrada em gurus da ficção! Estes ensinamentos mostrados em filmes, desenhos e seriados têm base em correntes de pensamento do mundo real. Confira:

Mestre Yoda (Star Wars)

“Que a Força esteja com você” – Corrente filosófica: Taoísmo.

Mencionada desde o primeiro Star Wars, a Força é um poder metafísico que envolve todas as coisas vivas, é a energia pura. Seu conceito é semelhante ao princípio yin e yang, de polos opostos que equilibram o Universo – nos filmes, os lados claro e escuro. A Força auxiliou a ambos, os bons e os maus, enquanto competiam por poder.

Mestre Splinter (Tartarugas Ninja)

“Não existe um monstro mais perigoso do que a falta de compaixão” – Corrente filosófica: Budismo

Máxima do Dalai Lama (saiba mais na página 41), o senso de preocupação com os outros beneficiaria a nós mesmos, pois segundo sua doutrina, ao ajudar alguém, a mente se amplia e os próprios problemas perdem a capacidade de afligir. A anulação desse sentimento, por outro lado, destruiria o caráter humano.

Mestre dos Magos (Caverna do Dragão)

“O lar é o reflexo do coração” – Corrente filosófica: Taoísmo

A casa mostra como está o astral de quem vive nela. É o que prega a arte milenar chinesa Feng Shui, que busca o equilíbrio emocional das pessoas com o mundo físico. No livro Zang Shu, do mestre taoísta Guo Pu, a mente e os sentimentos provocam estímulos externos que determinam a maneira de viver.

Professor Alvo Dumbledore (Harry Potter)

“Claro que está acontecendo em sua mente, mas por que isso significa que não é real?” – Corrente filosófica: Platonismo

Nesse diálogo com Harry Potter, fica claro que a noção de realidade do diretor de Hogwarts é a mesma que existia na Grécia antiga, na obra de Platão. Para esse filósofo, o que se capta pelos sentidos é apenas uma fração da própria realidade, que consiste na imaginação. Assim, o mundo real deveria ser interpretado como uma representação

Professor Charles Xavier (X-Men)

“A humanidade não é ruim, está apenas desinformada” – Corrente filosófica: Iluminismo

Xavier acredita que os seres humanos têm medo dos mutantes e até os odeiam por preconceito e superstição. O filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau sempre defendeu que o homem é bom em essência, mas que a vida civilizada o induz à maldade por meio de normas que o afastam de sentir a liberdade e questionar suas infinitas formas de expressão

Rafiki (O Rei Leão)

“O passado pode doer, mas, do jeito que eu vejo, você pode fugir dele ou aprender com ele” – Corrente filosófica: Existencialismo

Para o filósofo Nietzsche, por mais que se queira planejar o futuro, é impossível modificar o passado. Com isso, ensina-se que, quando não se aceita a passagem do tempo, ele é capaz de nos “aprisionar”

Gandalf (O Senhor dos Anéis, O Hobbit)

“Para os olhos tortos, a realidade pode ter um rosto desvirtuado” – Corrente filosófica: Idealismo

O filósofo irlandês George Berkeley desenvolveu uma reflexão que afirma que todo conhecimento provém dos sentidos. Assim, a existência das coisas nada mais é do que a percepção que se tem dessa existência. Então toda a realidade material restringe-se à ideia que se faz das coisas, sejam elas boas ou más

Senhor Miyagi (Karatê Kid)

“Não existe mau aluno, só mau professor. Professor diz, aluno faz” – Corrente filosófica: Antropocentrismo

Um mestre inspira e anima ideias”, diria o filósofo holandês Erasmo de Roterdã. Desse ponto de vista, ser um bom professor seria elevar a condição coletiva. É por isso que não se deve confundir ensinar com regrar. Regras estariam ligadas à hierarquia, diferentemente de ensino, que teria como base a admiração e o respeito

Morpheus (Matrix)

“Não pense que é capaz. Saiba que é” – Corrente filosófica: Aristotelismo

Aristóteles defendia que quando se duvida da própria capacidade, demonstra-se insegurança e incerteza. Com isso, o resultado tende a dar errado, fica incerto. Já quando estamos 100% seguros, o resultado sai como queremos.

Seu Madruga (Chaves)

“A vingança nunca é plena. Mata a alma e a envenena” – Corrente filosófica:Estoicismo

Entre todos os pensadores, o que melhor refletiu sobre a vingança foi o neoestoico Lúcio Sêneca. Para ele, dar o troco é um ato condenável, pois, além de fazer com que a injúria sofrida se estenda para causar mais dor, provoca desejos perversos e uma falsa sensação de consolo no vingador

Fonte: “A filosofia real por trás das lições de 10 mestres da cultura pop” – Revista Mundo Estranho

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