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Aprova Lendo 33 – “Cemitério de Elefantes”

Publicado em 4 de maio de 2017 por - Um Comentário

A leitura de hoje aborda o livro “Cemitério de Elefantes”, do contista Dalton Trevisan, também conhecido como o Vampiro de Curitiba.

Sinopse: Esta obra traz contos passados nas ruas de Curitiba, por onde andam, ou se arrastam, os elefantes do mercado de peixe, Dinorá, a moça do prazer, a gorda Carlota e sua filha Lili, Dorinha fraca do coração.

 


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Um comentário

  • Patrícia Pires

    Olá Professor Guilherme,
    Gostaria de comentar sobre o conto uma Vela para Dário, pois, discordo totalmente do ponto de vista sobre as pessoas serem no geral mesquinhas. Especialmente no Brasil mesmo com todos os problemas sociais neste país ainda acho um povo altamente solidário. Acredito ser assim, pelo motivo de tb serem muito sofridos, e no geral a classe média e baixa são os mais dispostos a ajudar.
    Desejei comentar este conto, pois tenho exatamente esta cena na minha mente, já estive presente em uma situação similar, só que o senhor em questão que caiu na Rua no RJ após uma cirurgia do coração, era meu pai. Eu e minha mãe estávamos num comércio próximo, onde sempre frequentavamos, e o aguardávamos. Eu comecei a achar que ele estava demorando muito e liguei para ele quando ele atendeu falando algumas palavras, neste momento, entrou no recinto no qual me encontrava com minha mãe que tem muitos problemas de coluna, um bombeiro perguntando se um senhor de cabeça branca era nosso parente e que ele tinha passado mal e caído em Rua próxima.As pessoas daquele bairro e Rua estavam acostumadas a nos ver sempre por lá e nos chamaram. Eu socorri meu pai, acionei médicos e familiares. Mas a sensação no momento foi horrível e nunca vou esquecer esta cena. Não esquecerei, ver meu pai insanguentado e a aflição que passei sem saber o que tinha ocorrido foi algo que guardei na minha mente, e na verdade acredito nunca ter sido a mesma após a cirurgia pela qual ele passou.Contudo não tenho esta visão das pessoas como egoístas muito pelo contrário aqui no Brasil se faz muito com muito pouco.O bombeiro que me avisou e me levou até ele. Qual deve ser o salário deste homem, não muito, provavelmente. Mas ajudou independente de qualquer situação. Ainda logo chegou uma ambulância do SAMU, mas o levamos para onde ele já tinha sido operado. Enfim, apenas gostaria de dizer que discordo dessa visão sobre as pessoas. Eu tb sempre que posso ajudo o máximo se
    vejo alguém passando mal se estiver presente. Mas na arte, nem sempre, se transmite a realidade, mas como o artista percebe o mundo. Eu acredito mais no lado positivo do ser humano.

    Abraços,
    Patrícia

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