abinO Senado aprovou nesta semana a indicação, pela Presidência da Replúbica, de Janér Tesch Alvarenga  para o cargo de diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN). Formado em Matemática, ele é oficial de carreira, com mais de 30 anos de experiência.

Tesch afirmou que monitorar as atividades lícitas e a pauta dos movimentos sociais legítimos não é o objetivo da agência. Como exemplo, ele citou pessoas que se infiltram nos movimentos para promover a depredação do patrimônio público. Assim, essa depredação acaba sendo percebida como um movimento de massa e atribuída aos movimentos. A intenção da Abin, garantiu, não é cercear as atividades dos movimentos.

Já sobre as condições atuais da Abin, Tesch explicou que há um hiato de oito anos sem concurso público e, em razão das aposentadorias, a Abin trabalha com um número de funcionários menor do que o desejado. Em razão disso, explicou, há um esforço para aproveitar ao máximo o trabalho dos servidores e cumprir o que se espera da agência.

Com informações da Agência Senado

Concurso previsto com 650 vagas
O órgão encaminhou ao Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPOG) um novo pedido de autorização para abertura de concurso público. A solicitação é para inclusão de 650 vagas na Lei Orçamentária Anual de 2017. O provimento seria escalonado, com nomeações divididas em quatro anos, entre 2017 e 2020.

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Serão 250 vagas para Oficial de Inteligência, 200 para Oficial Técnico de Inteligência, 90 de Agente de Inteligência e por fim 110 de Agente Técnico de Inteligência. As remunerações variam entre R$ 5.119,73 e R$ 15.003,80, incluso o auxílio-alimentação de R$ 458,00.

O órgão teve seu pedido de concurso negado em 2015, devido ao anúncio do governo sobre o ajuste fiscal. Na ocasião, a agência havia solicitado 470 vagas em cargos dos níveis médio e superior.

Último concurso
Organizado pelo Cespe/UnB em 2010, com oportunidades de nível médio para Agente Técnico (administração, contabilidade, edificações, eletrônica e tecnologia da informação) e superior no cargo de Oficial Técnico (administração, planejamento estratégico, arquitetura, arquivologia, ciências, contabilidade, jornalismo, publicidade, estatística, desenvolvimento e manutenção de sistemas, direito, educação física, engenharia civil, engenharia elétrica, pedagogia, psicologia, serviço social e suporte à rede de dados).

Para o cargo de Oficial de Inteligência o último concurso aconteceu em 2008, o que de acordo com a Aofi representa uma lacuna de pelo menos nove anos na formação de profissionais de Inteligência em efetivo exercício.

Veja quais são as funções de um Oficial de Inteligência

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