pf_aprovaMesmo com a suspensão de concursos para 2016 anunciada em setembro do ano passado pela presidente Dilma Rousseff, a Polícia Federal (PF) poderá abrir novo concurso este ano.  Com o decreto 8.326 de 10 de outubro de 2014, o órgão não precisa mais de autorização por parte do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) para realizar concursos. É necessário apenas um parecer sobre as condições financeiras para o preenchimento das vagas.

De acordo com informações da Folha Dirigida, o coordenador de Recursos Humanos da PF, delegado Delano Bunn, acredita que a nova condição deixa o órgão em vantagem com relação aos que ainda dependem de autorização política do Planejamento. “Os órgãos que estão no parágrafo primeiro do Artigo 10 do Decreto 6.944/09 estão em uma situação melhor do que os demais, porque os seus próprios dirigentes máximos autorizam os concursos públicos”, afirmou.

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A expectativa é de que o concurso ofertará 558 vagas, sendo 491 para delegado e 67 para perito. Para o cargo de perito é necessário possuir nível superior em áreas específicas e para delegado, superior em direito e ainda no mínimo três anos de atividade jurídica ou policial, comprovados na data da posse. As remunerações iniciais são de R$ 17.203,85 para jornada de trabalho de 40 horas semanais.

A validade do último concurso para agente expira no fim de fevereiro, portanto também há possibilidade de solicitação de concurso para o cargo na proposta orçamentária de 2017. A realização do processo poderá acontecer ainda este ano, com a nomeação dos aprovados no próximo exercício, em função do tempo necessário para concluir a seleção. Desde a reabertura, o processo já tramitou no Planejamento nos últimos dias em diferentes setores.

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A PF também não conta com seleção vigente para escrivão e papiloscopista, porém as solicitações precisam ser encaminhadas até o fim de maio, conforme determinado pelo Planejamento. No fim do ano passado, o então presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Jones Leal, ressaltou que a maior necessidade de pessoal está justamente nesses cargos mais operacionais. “Precisamos de agentes, escrivães, papiloscopistas. De policiais que realmente façam o serviço de repressão, seja ele de forma ostensiva ou investigativa”, disse.

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