Aprova Concursos - Blog

Inscreva-se

Receba as notícias por e-mail

Prova Comentada Banco do Brasil – Atualidades

Publicado em 20 de outubro de 2015 por - 2 Comentários

Confira o gabarito da Prova de Atualidades – Banco do Brasil – Edital nº. 2015/001 – ESCRITURÁRIO (Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe), comentado pelo professor Jonas Filho.

21  De acordo com a Figura abaixo

 

f21

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

observa-se que o mercado financeiro está basicamente segmentado em quatro grandes mercados: mercado monetário, mercado de cré dito, mercado de câmbio e mercado de capitais. Caracteriza um mercado de capitais ser o

  1. mercado em que são negociadas as trocas de moedas estrangeiras por moeda nacional, participando desse mercado todos os agentes econômicos que realizam transações com o exterior, ou seja, têm recebimentos ou pagamentos a realizar em moeda estrangeira.
  2. segmento do mercado financeiro em que são criadas as condições para que as empresas captem recursos diretamente dos investidores, através da emissão de instrumentos financeiros (ações, debêntures, bônus de subscrição, etc), com o objetivo principal de financiar suas atividades ou viabilizar projetos de investimentos.
  3. mercado utilizado basicamente para controle da liquidez da economia, no qual o Banco Central intervém para condução da Política Monetária.
  4. mercado para realização, registro e negociação de determinados instrumentos financeiros, basicamente divididos em quatro produtos, como: mercado a termo, mercado futuro, opções e swaps, com a finalidade de proteção, elevação de rentabilidade (alavancagem), especulação e arbitragem.
  5. segmento do mercado financeiro em que as instituições financeiras captam recursos dos agentes superavitários e os emprestam às famílias ou empresas, sendo remuneradas pela diferença entre seu custo de captação e o que cobram dos tomadores.

GABARITO: B.

Comentários professor:

Incluíram Atualidades do Mercado Financeiro no edital para poderem perguntar qualquer coisa. Isto não é “atualidades”. Este conceito sempre existiu: não é nenhuma “atualidade”. De qualquer maneira, o comentário sobre o que é mercado de capitais foi dito em aulas ministrada sobre Conhecimentos Bancários. Isto ocorreu no final da aula de número 20. Considero a questão fácil, para quem estudou.

 

22 Semana passada, através da Resolução no 4.410, de 28.05.2015, o Governo Federal, por meio do Banco Central, deu os primeiros passos para modificar […] dois dos melhores investimentos em renda fixa atualmente: as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) e as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs). Disponível em: . Acesso em: 17 ago. 2015. Adaptado. A Letra de Crédito Imobiliário (LCI), por possuir lastros em créditos imobiliários, representa uma importante fonte de financiamento e recursos ao setor. É, ainda, um título muito demandado por pessoas físicas por contar com a isenção do Imposto de Renda. Recentemente, foram alteradas as regras para aquisição desse produto, dentre as quais a(o)

  1. redução do depósito compulsório no Bacen sobre depósitos de poupança.
  2. lastro desse ativo não incluir financiamentos habitacionais garantidos por hipoteca.
  3. possibilidade de efetuar pagamentos relativos à atualização por índice de preços.
  4. proibição de atualização por índice de preços.
  5. prazo mínimo para recompra e resgate.

GABARITO: E.

Comentário do professor:
A Resolução 4.410 veio apenas para alterar o prazo de carência, na questão chamado de recompra, e resgate. O prazo mínimo passou parou 90 (noventa) dias.

Como LCI e LCA não consta do edital, apenas aqueles que estão lendo diariamente os jornais resolveria sem problemas. Isto sim é Atualidades.

 

23 A agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) rebaixou nesta sexta-feira os ratings em escala nacional de quatro instituições financeiras no Brasil […]. As notas de 22 instituições financeiras foram afirmadas pela agência. Na visão da agência, as medidas de ajuste fiscal e aperto monetário adotadas pelo governo brasileiro “vão pressionar a renda disponível das famílias e resultar em uma contração da economia que, na nossa visão, vai enfraquecer a qualidade dos ativos do sistema bancário, [acentuar] as perdas de crédito e [reduzir] a rentabilidade”. MARQUES, Felipe. S&P rebaixa notas de crédito de quatro bancos brasileiros. Valor Econômico, São Paulo, 17 abr. 2015. Disponível em: . Acesso em: 18 ago. 2015. Adaptado. No contexto da notícia em pauta, para minorar os impactos previstos pela Standard & Poor’s sobre a rentabilidade de determinado banco com atuação em escala nacional, a recomendação adequada da diretoria aos gerentes das agências é

  1. renunciar ao uso do chamado cadastro positivo.
  2. concentrar toda a carteira de crédito na modalidade de crédito consignado.
  3. conferir maior rigor na seleção da carteira de clientes.
  4. vetar a renegociação de dívidas com clientes inadimplentes.
  5. abrir mão de garantias sobre créditos concedidos.

GABARITO: C

Questão complicada. Não havia necessidade de ser incluída em Atualidades. A questão é administração de carteira de crédito. Como não havia como incluir em Conhecimentos Bancários, já que não constava do edital, resolveram fazê-lo em Atualidades. Como sempre digo: em Atualidades pode-se incluir qualquer coisa que não esteja no edital.

A resposta passa por raciocínio lógico. O rigor na seleção da carteira de clientes é uma recomendação constante para todos os gerentes. As demais opções somente aumentam o risco das operações, com ressalva para o crédito consignado. O que não se recomenda a nenhum gerente é concentrar crédito em apenas uma linha.

 

24 As previsões para o desempenho da economia brasileira neste ano e no próximo continuam se deteriorando. As cerca de cem instituições que consultadas para o boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC), projetam uma queda maior para Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 […] Quanto à inflação, os analistas consultados pelo BC aguardam uma alta de 9,23% para o IPCA neste calendário, acima da taxa estimada antes, de 9,15%. CAPRIOLI, G. Mercado vê inflação de 9,23% em 2015 e economia mais contraída. Valor Econômico, São Paulo, 27 jul. 2015. Disponível em: . Acesso em: 10 ago. 2015. Adaptado. Nesse contexto, representa uma medida efetiva que poderá ser adotada para conter a alta inflacionária:

  1. aumentar a taxa de juros básica da economia.
  2. reduzir drasticamente os principais impostos federais, estaduais e municipais.
  3. aumentar a emissão de papel moeda para honrar a folha de pagamento e os demais gastos do governo, visando a diminuir os depósitos à vista nos bancos.
  4. aumentar a produção de bens na indústria.
  5. aumentar o nível geral de preços da economia.

GABARITO: Opção A.

Há controvérsias sobre a resposta.  O aumento da taxa de juros básica da economia é o instrumento mais rápido para controle da inflação, mas há outros também. Considero que a opção B também está correta. A redução de impostos auxilia na contenção de inflação. Reduzindo impostos a indústria aumenta o PIB e a forte oferta de produtos reduz o preço e, por consequência, a inflação.

A opção C é fora de questão, pois aumentar a emissão de papel moeda é aumentar a inflação.

A opção D também é um recurso para diminuir a inflação, pois no longo prazo um bom remédio para controle da inflação é expandir a capacidade produtiva, aumentando a oferta de produtos, reduzindo os preços.

A opção E aumenta a inflação.

Esta questão foi confusa e acredito que será ANULADA.

25 Grande parte das nações indica apenas a meta na qual a autoridade monetária do país está mirando ao fixar os juros básicos. Outras estabelecem um intervalo de tolerância, […], ao mesmo tempo em que sete países adotam o sistema igual ao do Brasil (meta central e intervalo de tolerância para cima e para baixo). MARTELLO, A. Goveno fixa meta central de inflação… / Globo.com/G1, Brasília, 26 jun. 2015. Disponível em: . Acesso em: 13 ago. 2015. Adaptado. O intervalo de tolerância da meta de inflação, adotado pelo governo para 2017, sofreu uma alteração em junho de 2015. A alteração foi no

  1. teto do intervalo de tolerância, de 6,5% ao ano para 6% ao ano.
  2. piso do intervalo de tolerância, de 2,5% ao ano para 2% ao ano.
  3. valor central do intervalo de tolerância, de 4,5% ao ano para 4% ao ano.
  4. valor central do intervalo de tolerância, de 4,5% ao ano para 5% ao ano.
  5. teto do intervalo de tolerância, de 6,5% ao ano para 7% ao ano.

GABARITO: Opção A.

Questão muito bem formulada dentro de assunto ECONOMIA. Foi notícia em todos os jornais do país em junho deste ano. Existe uma tolerância para mais ou para menos. O teto tolerável é de 6% ao ano e o piso é de 3% ao ano. Lembrando  que a meta de inflação é de 4,5% e a tolerância agora é de 1,5% para mais (teto) ou para menos (piso).

 


Inscreva-se

Receba as notícias por e-mail

2 comentários

  • CHRISTIAN MARINHO

    achei estranho pois o professor jonas Filho ministrou as aulas em agosto e não disse nada a respeito da mudança da meta de inflação de 2% percentual para cima ou para baixo para 1,5 % para cima ou para baixo.
    alterando-a para agora teto de 6% e piso de 3%
    antes teto 6,5% e piso 2,5%

Comente:

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *