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Volta a tramitar pedido de vagas para órgãos do Ministério da Fazenda

Publicado em 17 de outubro de 2015 por - 18 Comentários

ministerio da fazendaO pedido de seleção para órgãos do Ministério da Fazenda voltou a tramitar no Ministério do Planejamento, no último dia 6, apesar do anúncio da suspensão dos concursos feito pelo Governo.

A solicitação é de 9.289 vagas em cargos dos níveis médio e superior, com remunerações iniciais variando de R$ 3.671,82 a R$ 16.116,64.

Das vagas previstas, cerca de 3 mil são para assistente técnico-administrativo do Ministério da Fazenda, e têm como requisitos ensino médio completo. O cargo tem remuneração inicial de R$ 3.671,82. Ainda estão previstas 500 vagas para o cargo de analista técnico-administrativo, nível superior em qualquer área, com remuneração inicial de R$ 4.884,02. Outras 430 vagas serão destinadas para candidatos de nível superior, sendo: Contador, Engenheiro, Arquiteto, Arquivista, Psicólogo, Pedagogo, Analista em Tecnologia da Informação, Matemático e Médico.

O pedido de seleção contempla também concursos para a Receita Federal. Para o órgão, a solicitação é de 5 mil vagas, sendo 3 mil de analista tributário e 2 mil de auditor fiscal. Os dois cargos são para nível superior em qualquer área de formação e pagam R$ 9.629,42 e R$ 16.116,64, respectivamente.

Para a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e Comissão de Valores Mobiliários (CVM) foram requeridas 239, das quais pelo menos 129 (60 e 69, respectivamente) sejam para agente executivo, de nível médio, com salário de R$ 5.549,43. Para o Tesouro Nacional a solicitação é de 120 vagas para analista de finanças e controle, nível superior, com vencimento de R$ 15.376,70.

Apesar do avanço, o Ministério do Planejamento esclareceu que desde o anúncio do ajuste fiscal e durante o ano de 2016 não há previsão de autorização de novos concursos ou de nomeação de excedentes (aprovados além do número de vagas previstas em edital), exceto em situações obrigatórias, como substituição de terceirizados ou decisões judiciais. O Ministério também voltou a afirmar que as seleções autorizadas serão mantidas.

Com a suspensão dos concursos, o governo pretende reduzir em R$1 bilhão os gastos apenas no Poder Executivo.


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