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Prova Comentada TRT 4 (RS) – Português

Publicado em 15 de setembro de 2015 por - 2 Comentários

 

Prova de Português comentada pelo professor do Aprova Concursos Pólux Gomes. Prova do tipo 4. Cargo de técnico administrativo- área administrativa, prova Tipo TA 004.

A prova de Língua Portuguesa para Técnico Judiciário Área Administrativa do TRT4 apresentou nível de médio a difícil, especialmente devido às questões de intelecção de textos. Não há possibilidade de recursos.

Português
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 3.

A vida é uma tapeçaria que elaboramos, enquanto somos urdidos dentro dela. Aqui e ali podemos escolher alguns fios, um tom, a espessura certa, ou até colaborar no desenho. Linhas de bordado podem ser cordas que amarram ou rédeas que se deixam manejar: nem sempre compreendemos a hora certa ou o jeito de as segurarmos. Nem todos somos bons condutores; ou não nos explicaram direito qual o desenho a seguir, nem qual a dose de liberdade que podíamos – com todos os riscos – assumir.
(LUFT, L. O rio do meio. São Paulo: Mandarim, 1997, 3. ed, p. 105)

1. … enquanto somos urdidos dentro dela. O verbo urdir na frase acima está transposto para a voz passiva. Dentre as opções abaixo, o verbo que admite essa transposição está em:
(A) Durante toda a vida, estamos sempre fazendo opções acerca de nossos objetivos.
(B) As cores escolhidas para o bordado parecem ser o propósito definitivo de uma vida.
(C) A vida é, para todos, comparável a uma tapeçaria de desenho, cores e espessura individuais.
(D) Necessitamos, habitualmente, de orientação segura na tomada de decisões corretas em nossa vida.
(E) Pessoas próximas colaboram conosco na definição de projetos ao longo de toda a vida.

Gabarito A

Questão 1: trata-se do tópico possibilidade de transposição para a voz passiva. A regra exige que haja, ao menos, um OD e um sujeito na oração para que ela possa ser transposta para a voz passiva. Dentre as alternativas, a única com frase passível de passar para a VP era “Durante toda a vida, estamos sempre fazendo opções acerca de nossos objetivos”, pelo fato de ser a única a possuir OD (“opções”) e sujeito (“nós”, subentendido).
2. O texto aponta para
(A) o pleno desenvolvimento de potencialidades atingido por algumas pessoas, ainda que elas estejam subordinadas a estruturas sociais preestabelecidas.
(B) o papel das normas sociais aceitas pelo grupo na determinação da vontade de cada um em relação aos objetivos de sua própria vida, normas que sempre preponderam sobre decisões de cunho pessoal.
(C) a liberdade do ser humano em estabelecer os rumos de sua própria vida, sem deixar de reconhecer a existência de limites e dificuldades nesse direcionamento.
(D) os conflitos que aparecem durante as primeiras fases da vida de uma pessoa, impedindo-a de se transformar num adulto consciente e capaz de resolver seus próprios problemas.
(E) as falhas de uma formação inadequada a que estão sujeitos os seres humanos, impossibilitando-lhes um direcionamento dos rumos de sua vida segundo parâmetros socialmente aceitáveis.
Questão 2: intelecção de textos. Ao utilizar a tapeçaria como metáfora, a autora aponta rumos (“Aqui e ali podemos escolher alguns fios”) e limites (“cordas que amarram”).

3. Entende-se corretamente que, no 2o parágrafo, a autora aborda
(A) as múltiplas maneiras de construção da melhor forma de viver, ou porque se deseja liberdade plena nas opções feitas, ou
porque se torna mais fácil optar pelo pertencimento a um determinado grupo.
(B) as dificuldades surgidas ao longo da vida, que podem resultar em avanços à medida que são superadas ou acabam se
transformando em obstáculos verdadeiramente intransponíveis.
(C) a determinação no traçado de objetivos que possam nortear, desde o início, as escolhas que se colocam na vida de cada
pessoa, impostas pelos valores cultivados no meio social em que se insere.
(D) os problemas decorrentes de uma formação incompleta, ou até mesmo deformada, que resultam em futuros empecilhos na
condução de uma vida menos subordinada às imposições do meio social.
(E) a plena independência que deve constituir o legado de cada pessoa, possibilitando-lhe escolhas livres, desvinculadas das
normas de comportamento adotadas pelo grupo social a que pertence

Questão 3: intelecção de textos. Também nas metáforas utilizadas pela autora, no segundo parágrafo há o trecho “Linhas de bordado podem ser cordas que amarram (obstáculos verdadeiramente intransponíveis) ou “rédeas que se deixam manejar” (avanços à medida que são superadas).
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 4 a 7.
De gramática e de linguagem
E havia uma gramática que dizia assim:
“Substantivo (concreto) é tudo quanto indica
Pessoa, animal ou cousa: João, sabiá, caneta.”
Eu gosto é das cousas. As cousas, sim!…
As pessoas atrapalham. Estão em toda parte. Multiplicam-se em excesso.
As cousas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.
Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre,
Ovo pode estar choco: é inquietante…)
As cousas vivem metidas com as suas cousas.
E não exigem nada.
Apenas que não as tirem do lugar onde estão.
E João pode neste mesmo instante vir bater à nossa porta.
Para quê? não importa: João vem!
E há de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão,
Amigo ou adverso … João só será definitivo
Quando esticar a canela. Morre, João…
Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,
Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.
Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.
Sonoro. Lento. Eu sonho
Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos
Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.
Ainda mais:
Eu sonho com um poema
Cujas palavras sumarentas escorram
Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,
Um poema que te mate de amor
Antes mesmo que tu lhe saibas o misterioso sentido:
Basta provares o seu gosto…
(QUINTANA, M. Prosa e verso. Porto Alegre: Globo, 1978, p. 94)
4. Atente para os versos abaixo:
E João pode neste mesmo instante vir bater à nossa porta.
Para quê? não importa: João vem!
E há de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão,
Amigo ou adverso …
Considerando-se o poema e, especialmente, os versos acima, é correto afirmar que o poeta
(A) induz o leitor à conclusão de que os seres humanos, sujeitos a inúmeras variações de humor de acordo com as circunstâncias da vida, nem sempre se encontram disponíveis para os relacionamentos sociais, ainda que tenham aprendido as lições de bom comportamento.
(B) aborda as imposições sociais que se encontram usualmente na sociedade, determinando que as pessoas se comportem segundo certas normas de educação estabelecidas por todo o grupo, sendo inaceitável transgredi-las como, por exemplo,
invadindo o espaço alheio.
(C) tece considerações, a partir de uma lição de gramática, a respeito de possíveis relacionamentos humanos e da instabilidade que caracteriza estados de espírito a que estão habitualmente submetidas as pessoas, nos mais diferentes momentos da vida.
(D) demonstra expectativa com a chegada de alguém, que lhe bata à porta a qualquer momento, embora não esteja disponível para bem acolher o visitante, pois está preso a divagações despertadas por antigas lições de gramática, e de ânimo bem pouco sociável.
(E) se mostra descrente de que as interações sociais possam transcorrer normalmente, pois estão sujeitas a situações que causam desconforto, como a interferência inesperada de alguém, a interromper divagações em torno de antigas lembranças.
Questão 4: intelecção de textos. O primeiro verso do poema diz: “E havia uma gramática que dizia assim:”, ou seja, ele realmente parte de uma lição de gramática. A instabilidade do espírito humano está descrita no poema por meio do uso de expressões tais como “As pessoas atrapalham. Estão em toda parte. Multiplicam-se em excesso”, além do exemplo do João, que pode “estar triste ou alegre, reticente ou falastrão, amigo ou adverso”.
Gabarito C.
5. E havia uma gramática…
O verbo que possui o mesmo tipo de complemento que o verbo grifado acima está empregado em:
(A) Eu sonho com um poema …
(B) As pessoas atrapalham.
(C) João só será definitivo…
(D) Estão em toda parte.
(E) E não exigem nada.
Gabarito E
Questão 5: transitividade verbal. O verbo “haver” impessoal é transitivo direto, assim como “exigem” (no contexto da frase da alternativa):
(A) As pessoas atrapalham. (VI)
(B) João só será definitivo… (VL)
(C) Estão em toda parte. (FCC costuma considerar VL, apesar de haver gramáticos que incluiriam esse verbo, nesse contexto, num sexto padrão frasal (verbo com complemento adverbial).
(D) E não exigem nada. (VTD)
(E) Eu sonho com um poema… (VTI)
6. As pessoas atrapalham. Estão em toda parte. Multiplicam-se em excesso.
As cousas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.
Os versos acima devem ser entendidos, considerando-se o teor do poema, como
(A) tentativa de aproximação da linguagem das plantas e dos animais.
(B) propósito de justificar a preferência expressa pelo poeta em relação às cousas.
(C) explicações a respeito de que há um misterioso sentido nas palavras.
(D) verdades poéticas que costumam contrariar o sentido comum, registrado em uma gramática.
(E) questionamento da constatação de que o bom, mesmo, são os adjetivos.
Gabarito B.
Questão 6: intelecção de textos. O autor, claramente, estabelece nos versos a oposição entre as pessoas e as cousas, demonstrando preferência por estas, já que são “quietas”, “bastam-se”, “não se metem com ninguém”.
7. (Ovo, nem sempre,  Ovo pode estar choco: é inquietante…)
O segmento isolado por parênteses introduz, no poema,
(A) exagero ao constatar a ocorrência de um fato habitual.
(B) dúvida que se sobrepõe ao que é aceito pelo senso comum.
(C) hipótese que contradiz o conhecimento tradicional popular.
(D) objeção decorrente de uma pressuposição sobrevinda.
(E) verdade inconteste, diante da repetição de um fato comum.
Gabarito D.
Questão 7: intelecção de textos. A objeção está presente em “nem sempre”; a pressuposição sobrevinda (vinda posteriormente) é “ovo pode pode estar choco: é inquietante”.
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 8 a 11.
Escrever sobre as mulheres do Sul não significa traçar um perfil único que as identifique e as diferencie das outras mulheres do restante do país. No Sul encontramos diferentes perfis femininos nos diversos períodos históricos: mulheres oriundas de etnias e classes sociais várias. […]
A idealização das mulheres em seus papéis familiares é muito semelhante àquelas idealizações divulgadas no final do século XVIII e início do século XX nos grandes centros europeus. Nas cidades do Sul, imagens idealizadas foram frequentes a partir da segunda metade do século XIX, durante a formação das elites nos centros urbanos.
O crescimento das áreas urbanas, em meados do século XIX, foi impulsionado com a inclusão da região no comércio agrárioexportador brasileiro como subsidiária, ou seja, como fornecedora de alimentos para o mercado interno. Os altos preços do café no
mercado externo e a destinação da mão de obra escrava para a produção cafeeira provocaram o aumento da procura por alimentos e a consequente elevação de preços. Esse fato propiciou o surgimento de um novo grupo de pessoas mais abastadas nos centros urbanos da região Sul. Em cada capital do Sul, esses grupos assumiram configurações diferentes. […] Num futuro próximo, esses grupos iriam promover os jornais responsáveis pela divulgação de modelos de comportamento, especialmente para as mulheres. Os jornais pareciam veicular um projeto civilizador com pretensão de construir novos homens e mulheres, divulgando imagens idealizadas para ambos os sexos. […] Embora os jornais sulistas reproduzissem estereótipos existentes há séculos, faziam-no em um contexto específico, respondendo a uma conjuntura determinada, na qual a demonstração de distinção e a exposição de um certo verniz social implicavam em moldar as mulheres de uma determinada classe. Nas imagens dos jornais das cidades do Sul, e provavelmente em outras cidades do restante do país, as mães seriam responsáveis pelo progresso e a civilização, pois eram consideradas criadoras e educadoras das novas gerações. (Adaptado de: PEDRO, J. M. Mulheres do Sul. In: DEL PRIORE, M. (org.). História das mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto, 2012, p. 278-282)
8. No texto, a autora
(A) salienta a importância da imprensa em certa época, no Sul do país, como incentivadora e divulgadora de modelos ideais
de comportamento e, principalmente, de uma nova imagem da mulher.
(B) atesta a responsabilidade dos produtores de café, na época, em relação ao aumento da desigualdade social, como
consequência do encarecimento desse produto no mercado externo.
(C) condena os estereótipos que os jornais sulistas há séculos reproduziam, ao defenderem que as mulheres só podiam
alcançar realização pessoal se tivessem muitos filhos.
(D) alude a dificuldades de manutenção da sociedade conjugal, já durante o século XIX, devido à constante ausência da
figura masculina, fato que resultava em maior liberdade para as mulheres.
(E) insiste no papel predominante da figura masculina como mantenedora de atividades produtivas no Sul do país, apesar de
inúmeros conflitos, enquanto a mulher seria responsável pela harmonia familiar.
Gabarito A.
Questão 8: intelecção de textos. No 5º e 6º parágrafos, a autora cita a importância da imprensa (jornais sulistas), responsável pela “divulgação de modelos de comportamento, especialmente para as mulheres”.
9. A idealização das mulheres em seus papéis familiares é muito semelhante àquelas idealizações divulgadas no final do século
XVIII e início do século XX nos grandes centros europeus.
Mantém-se a correção no emprego do sinal indicativo de crase se o segmento grifado na frase acima for substituído por:
(A) à típica idealização divulgada.
(B) à qualquer das idealizações divulgadas.
(C) à uma determinada idealização divulgada.
(D) à cada uma das idealizações divulgadas.
(E) à algumas idealizações divulgadas.
Questão 9: crase.
(A) à qualquer das idealizações divulgadas (não pode haver crase antes de pronome indefinido).
(B) à uma determinada idealização divulgada (não pode haver crase antes de artigo indefinido).
(C) à cada uma das idealizações divulgadas (não pode haver crase antes de pronome indefinido).
(D) à algumas idealizações divulgadas (não pode haver crase antes de pronome indefinido).
(E) à típica idealização divulgada (crase na junção da preposição A regida pelo adjetivo “semelhante” e do artigo A do substantivo “idealização”).
10. Identifica-se, no texto, distinção entre
(A) os grupos sociais mais abastados, principalmente de imigrantes, e a população de origem escrava, empregada no cultivo do café.
(B) a economia baseada na exportação, que caracterizou algumas regiões brasileiras, e a da região Sul do país, voltada para o mercado interno.
(C) as normas de comportamento adotadas por uma sociedade já instalada em áreas urbanas desenvolvidas e os costumes tradicionais, próprios das áreas rurais.
(D) as mulheres dedicadas à vida familiar, como se propunha costumeiramente nessa época, e outras, liberadas, cuidando de seus próprios afazeres.
(E) o conteúdo publicado em jornais do Sul em relação a modelos de comportamento e o que se encontrava nas demais publicações existentes no restante do país.
Gabarito B.
Questão 10: intelecção de textos. A distinção entre a economia do Sul e a de outras regiões brasileiras é caracterizada especialmente nesta frase do 3º parágrafo: “O crescimento das áreas urbanas, em meados do século XIX, foi impulsionado com a inclusão da região no comércio agrário exportador brasileiro como subsidiária, ou seja, como fornecedora de alimentos para o mercado interno”.
11. … ou seja, como fornecedora de alimentos para o mercado interno.
A relação estabelecida entre os termos constantes do segmento sublinhado acima está reproduzida no segmento, também
sublinhado, em:
(A) Nas imagens dos jornais das cidades do Sul …
(B) Os altos preços do café no mercado externo …
(C) Nas cidades do Sul …
(D) … e a exposição de um certo verniz social …
(E) … implicavam em moldar as mulheres de uma determinada classe.
Gabarito D.
Questão 11: complemento nominal x adjunto adnominal. Na expressão “fornecedora de alimentos”, “de alimentos” funciona como complemento nominal de “fornecedora”.
(A) do café: adjunto adnominal
(B) do sul: aposto especificativo
(C) de um certo verniz social: complemento nominal
(D) de uma determinada classe: adjunto adnominal
(E) dos jornais: adjunto adnominal
12. O povoamento do Rio Grande do Sul atraiu uma população masculina eminentemente nômade.
A economia do Rio Grande do Sul baseava-se na pecuária extensiva.
A ocorrência de inúmeros conflitos e batalhas propiciava a ausência dos homens.
As mulheres assumiram a direção dos empreendimentos familiares.
As mulheres transpuseram os limites das tarefas definidas usualmente para seu sexo.
As frases acima se organizam em um único parágrafo, mantendo-se a correção e a clareza, em:
(A) A economia do Rio Grande do Sul baseava-se na pecuária extensiva, com um povoamento de população masculina eminentemente nômade. Além, ainda, da ocorrência de inúmeros conflitos e batalhas. As mulheres assumiram, contudo, a
direção dos empreendimentos familiares, onde transpuseram os limites das tarefas definidas usualmente para seu sexo.
(B) As mulheres do Rio Grande do Sul, com uma população masculina eminentemente nômade e de economia baseada na pecuária extensiva, participando, além disso, de inúmeros conflitos e batalhas. Elas transpuseram assim os limites das
tarefas definidas usualmente para seu sexo, ao assumir a direção dos empreendimentos familiares, com a constante ausência dos homens.
(C) A população masculina, eminentemente nômade, do Rio Grande do Sul, onde a economia baseava-se na pecuária extensiva, além da ocorrência de inúmeros conflitos e batalhas. As mulheres assumiram a direção dos empreendimentos familiares, transpondo os limites das tarefas definidas usualmente para seu sexo, cuja causa foi propiciada pela constante ausência dos homens.
(D) O povoamento do Rio Grande do Sul, cuja economia se baseava na pecuária extensiva, atraiu uma população masculina eminentemente nômade. A ocorrência de inúmeros conflitos e batalhas também propiciava a ausência dos homens. Ao
assumir, então, a direção dos empreendimentos familiares, as mulheres transpuseram os limites das tarefas definidas usualmente para seu sexo.
(E) Com uma população masculina eminentemente nômade, que povoou o Rio Grande do Sul, baseando-se na pecuária extensiva, cujas batalhas e conflitos propiciaram a ausência dos homens, as mulheres assumiram, não obstante, a direção
dos empreendimentos familiares. Assim, elas transpuseram os limites das tarefas definidas usualmente para seu sexo.
Gabarito D.
Questão 12: redação de frases corretas e incorretas. De uma certa forma, foi fácil definir que a resposta deveria incluir o pronome “cuja”, já que, na relação entre as duas primeiras frases, havia claramente relação de posse (“A economia DO Rio Grande do Sul”.

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2 comentários

  • Renata Sartore Jones

    Achei ótima a iniciativa do professor Alan em fazer a prova de técnico. Recebemos no mesmo dia comentários sobre a prova. Além disso estamos recebendo em tempo de constituir recursos subsídios importantes de todos os professores. Aguardamos mais comentários das outras matérias. Senti falta disso na prova do TRT 3 de Minas Gerais. Obrigada equipe de professores do Aprova!

  • Paola

    Olá, gostaria da disponibilização, se possível, da correção da prova de analista! Muito Obrigada.

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