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Será que você quer mesmo passar no concurso?

Publicado em 8 de setembro de 2015 por - 9 Comentários

Post-motivacional_20140130-op2– A banca não cobrou nada do que estava no edital.
– Os concorrentes eram muito inteligentes, não tinha como competir.
– O professor não sabe dar aula.
– Só consegue passar no concurso quem larga tudo para estudar.
– Eu não tenho tempo.
– O material de estudo não era bom o suficiente.
– Minha família não me apoia.

Alguma vez você já disse ou pensou algo parecido? Provavelmente, sim. Temos uma tendência a colocar a culpa de nossos próprios fracassos nos outros, de transferir a responsabilidade, que é nossa, para o outro.

Ao dizer isso, não queremos que você se sinta ainda mais culpado, não é isso. Mas é que, a partir do momento em que batemos no peito e assumimos que a responsabilidade de passar em um concurso é exclusivamente nossa, parece que uma luz surge no final do túnel e as coisas começam a clarear.

Quem decidiu fazer um concurso foi você, quem quer passar é você, quem tem que se preparar é você. Portanto, pare de colocar a culpa nos outros e prepare-se para, junto com os estudos, driblar os empecilhos que podem aparecer no caminho.

É claro que ter o apoio da família, contar com um material de estudo adequado, ter aulas com bons professores, ter um tempo maior para estudar, são fatores que contribuem durante a preparação. Mas, certamente, não é isso que irá fazer com que você seja aprovado.

Se o tempo para estudo é escasso, reveja seu planejamento, estabeleça metas de médio e longo prazo para que você consiga se preparar melhor. Se em casa a família não colabora, tente estudar em uma biblioteca ou procure grupos de estudo. Não dependa exclusivamente dos materiais de estudo que você já tem, resolva questões e busque o máximo de conhecimento que puder acerca dos assuntos do edital. Leia e releia tudo o que estiver disponível no site do órgão que você pretende ingressar, isso irá ajudar muito. Corra atrás!

Converse com algum concursado e você verá que ele teve dificuldades muito parecidas com as suas e ainda assim conseguiu superá-las. Então, deixe as desculpas de lado e descubra o seu valor, o seu potencial.

O esforço vai valer a pena, acredite!


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9 comentários

  • Charles

    Gostei do post. Realmente reflete muitos pensamentos que já tive (e ainda tenho) e acredito que muitas outras pessoas também possam tê-los. Acho que se trata de uma reação nossa (humana) de tentar se consolar diante do fracasso. Mas a verdade é a que foi dita no texto: é nossa escolha e cabe a nós superar as adversidades (que são muitas) no intuito de obter êxito em nosso objetivo. Aproveito para parabenizar o site por nos ajudar nesse caminho. Acho o APROVA bem completo. Obrigado.

  • francisco Arilson

    MUITO OBRIGADO,ESTAVA MESMO PRECISANDO DE UM PUXÃO DE ORELHAS COMO ESSE,PÓIS MEUS OBJETIVOS TEM QUE SER MAIOR QUE MEUS PROBLEMAS E SEI QUE DEUS ESTÁ COMIGO E POR ISSO NÃO DESISTIREI NUNCA.

  • Lucas Lira

    Pura verdade, muito bom, as dificuldades vem para nos desmotivar porém devemos levantar a cabeça e seguir em direção ao alvo! Sucesso!

  • LU

    ADOREI.É O QUE PRECISO LER, PARA ME MOTIVAR CADA VEZ MAIS.

  • SIMONE AP. PACHECO TAVARES

    OBRIGADA PELO INCENTIVO…….É DISSO QUE EU PRECISAVA PRÁ HOJE…..

  • Fabi

    Nossa! Chorei, viu? :´(

  • PATRICIA COTTA

    Concordo com o texto, acredito sim, que existem pessoas que utilizam diversos meios como desculpa.
    Porém, darei aqui um contraponto.
    Tenho muito ouvido falar em Meritocracia, a qual, alias, é baseada na teoria de Max Weber, que é base para a Burocracia.
    O concurso reflete a Meritocracia. Passa quem estuda, simples assim.
    Porém, na vida prática, o tão sonhado querer não é poder (infelizmente).
    Pois, na prática, muitas pessoas são eliminadas de melhores condições de vida devido a varios motivos, dentre eles a cor. Sim, o racismo tira milhares de pessoas do páreo.
    Enquanto tenho dinheiro para pagar um curso caro e me preparar aqui pelo Aprova, o companheiro negro, que mal tem o ensino médio, está ralando para conseguir o básico para sobreviver.
    É certo dizer que ele está arranjando um desculpa? Creio que não.
    Minha situação é de mulher, branca, pós graduada e formada em inglês, que já está trabalhando em uma instituição federal, e que agora procura algo mais condizente com expectativas profissionais e remuneratórias.
    Pois bem, tenho dois filhos, um de oito anos e outro de um ano. Perdi a conta das inúmeras vezes onde fui interrompida no meu horario de estudo, perdi a conta das noites que acordei de hora em hora, tendo que acordar cedo para estudar mesmo com os olhos fumegando de sono.
    Meu cronograma de estudo aqui, ficando algumas aulas para tras, por questões que vão muito além do meu “querer”.
    O que quero dizer com isto? Não é uma teoria derrotista ou um muro de lamentações, é a simples constatação de que as vezes querer não é poder.
    A gente pode querer do fundo do nosso coração, e forças externas por vezes nos impedem ou adiam nosso sonho.
    A luta é constante e diária. Óbvio que devemos persistir.
    Mas, por vezes, algumas pessoas não conseguem atingir seus objetivos não por não quererem o suficiente. Não por não se esfoçarem. Mas devido a injustiças sociais. Falta de empatia da sociedade para com seus problemas e má condições adequadas para um estudo proveitoso.
    A meritocracia é muito, muito relativa.
    Se a Meritocracia fosse um conceito universal e válido, inquestionável, concordam que não existiriam crianças nos sinais de transito pedindo dinheiro? Ou elas não se esforçaram o suficiente para serem boas alunas e decidiram mendigar por gostar dessa atividade?
    Por que algumas crianças estão abandonadas pelas ruas enquanto outras estão seguras brincando no parquinho?
    Essas crianças largadas a esmo terão as mesmas condições de levar uma vida segura tal qual a vida das demais crianças?
    A meritoracia, é sim, dúbia e relativa.
    As oportunidades são desiguais.
    As dificuldades são desiguais.
    Então, acho válido o texto acima como tentativa de reflexão pelos reclamões.
    Mas, não generalizemos essa verdade como absoluta, pois existem pessoas que realmente não tem meios para vencer na vida, porque o Estado não cumpre seu papel integralmente, e isso gera uma enorme demanda de excluídos.
    Quis dar esse contraponto para uma tentativa salutar de dialogo e espero que também reflitam.
    Existem vitimas sociais, não vamos culpabillizá-las por serem excluídas.
    O mundo precisa de empatia.
    Boa noite.

    • Cristiane

      O melhor comentário de 2015.
      Concordo em tudo o que disse.

    • Rafael

      Realmente é um contraponto extremamente válido e importante. As coisas nunca são preto no branco, todo mundo é diferente e tem dificuldades diferentes, um passado e um presente diferentes. Sendo assim, nossa responsabilidade está em ajudar para que as pessoas se motivem. Aceitar que a vida será para sempre ruim por conta das dificuldades nunca ajudou ninguém. Sim, as pessoas tem menos oportunidades, não tem chances iguais, a meritocracia não é tudo. Mais importante que remoer os problemas é o incentivo para o primeiro passo rumo a uma vida melhor.

      Gostei muito do post e do seu comentário.

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