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Prova comentada de Língua Inglesa – Concurso Banco do Brasil – Escriturário

Publicado em 17 de março de 2015 por - 31 Comentários

Confira abaixo as questões comentadas de Línguas Inglesa aplicadas na prova do concurso do Banco do Brasil para os candidatos ao cargo de Escriturário no domingo (15). Modelo: prova 1.

LÍNGUA INGLESA

Why Millennials Don’t Like Credit Cards

by Holly Johnson

Cheap, easy credit might have been tempting to young people in the past, but not to today’s millennials. According to a recent survey by Bankrate of over 1,161 consumers, 63% of adults ages 18 to 29 live without a credit card of any kind, and another 23% only carry one card.

The Impact of the Great Recession

Research shows that the environment millennials grew up in might have an impact on their finances. Unlike other generations, millennials lived through economic hardships during a time when their adult lives were beginning. According to the Bureau of Labor Statistics, the Great Recession caused millennials to stray from historic patterns when it comes to purchasing a home and having children, and a fear of credit cards could be another symptom of the economic environment of the times. And there’s much data when it comes to proving that millennials grew up on shaky economic ground. The Pew Research Center reports that 36% of millennials lived at home with their parents in 2012. Meanwhile, the unemployment rate for people ages 16 to 24 was 14.2% (more than twice the national rate) in early 2014, according to the BLS. With those figures, it’s no wonder that millennials are skittish when it comes to credit cards. It makes sense that young people would be afraid to take on any new forms of debt.

 A Generation Plagued with Student Loan Debt

But the Great Recession isn’t the only reason millennials could be fearful of credit. Many experts believe that the nation’s student loan debt level might be related to it. According to the Institute for College Access & Success, 71% of millennials (or 1.3 million students) who graduated from college in 2012 left school with at least some student loan debt, with the average amount owed around $29,400. With so much debt already under their belts, millennials are worried about adding any credit card debt to the pile. After all, many adults with student loan debt need to make payments for years, and even decades.

How Millennials Can Build Credit Without a Credit Card

The fact that millennials are smart enough to avoid credit card debt is a good thing, but that doesn’t mean the decision has its drawbacks. According to Experian, most adults need a positive credit history in order to qualify for an auto loan or mortgage. Even worse, having no credit history is almost as bad as having a negative credit history in some cases. Still, there are plenty of ways millennials can build a credit history without a credit card. A few tips:

  • Make payments on installment loans on time. Whether it’s a car loan, student loan or personal loan, make sure to mail in those payments on time and pay at least the minimum amount required.
  • Put at least one household or utility bill in your name. Paying your utility or household bills on time can help you build a positive credit history.
  • Get a secured credit card. Unlike traditional credit cards, the funds secured credit cards offer are backed by money the user deposits. Signing up for a secured card is one way to build a positive credit history without any risk. The fact that millennials are leery of credit cards is probably a good thing in the long run. After all, not having a credit card is the perfect way to stay out of credit card debt. Even though it might be harder to build a credit history without credit cards, the vast majority of millennials have decided that the plastic just isn’t worth it. Available at: . Retrieved on: Nov. 10th, 2014. Adapted.

 

**** Millennials é o termo utilizado para se referir a geração de pessoas que chegaram  à fase adulta por volta do ano 2000.

66 The main purpose of the text is to

(A) explain the millennials’ credit card affection.

(B) defend the millennials’ fear of credit card use.

(C) describe the millennials’ attitude towards the credit card.

(D) present the millennials’ credit card historical background.

(E) demonstrate the millennials’ need of credit card use to build a credit history.

Tradução da questão:

O principal propósito do texto é

a) explicar a afeição dos millennials pelo cartão de crédito.

b) defender o medo que os millennials têm do cartão de crédito.

c) descrever a atitude dos millennials em relação ao cartão de crédito.

d) apresentar o histórico passado dos millennials em relação ao cartão de crédito.

e) demonstrar a necessidade dos millennials em usar o cartão de crédito para criar um histórico de crédito.

O ideal para se chegar à resposta correta era resolver essa questão por eliminação dos itens errados. O texto a todo momento faz alusão ao comportamento dos millennials frente às suas dívidas e como lidar com elas, bem como darem conta de sua vida financeira sem o uso de um cartão de crédito.

 

67 In the sentence of the text “the Great Recession caused millennials to stray from historic patterns when it comes to purchasing a home and having children” (lines 13 – 15), the word stray can be replaced, with no change in meaning, by

(A) stem

(B) start

(C) range

(D) follow

(E) deviate

Neste caso valeu a dedução da palavra em função do contexto da frase auxiliado pela preposição FROM. A partir dessa preposição, o candidato poderia fazer referência ao fato de que a preposição FROM dá a ideia de distanciamento. Isso ajudaria a deduzir o termo em destaque. Além disso, a letra correta tem semelhança com o Português (deviate = desviar) e é a única que possui significado muito diferente dos demais itens, apontando para ser o item a ser marcado.

 

68 The word skittish, in the sentence of the text “With those figures, it’s no wonder that millennials are skittish when it comes to credit cards” (lines 24 – 26), can be replaced, with no change in meaning, by

(A) uncertain

(B) enthusiastic

(C) depressed

(D) determined

(E) secure

No parágrafo em quem essa palavra foi utilizada, foram usadas duas palavras chaves de igual significado: Fear e Afraid (ambas significando “medo”). Isso ajudou na dedução desse vocábulo. O parágrafo deixa claro, através dessas palavras, o medo e a insegurança dos millennials quanto à ter e utilizar um cartão de crédito. Os itens da questão também ajudam , já que , exceto a letra A, que é a correta;os outros itens nada têm a ver com o que é sugerido no parágrafo e na frase do enunciado.

 

69 The sentence of the text “With so much debt already under their belts, millennials are worried about adding any credit card debt to the pile” (lines 38 – 40) conveys the idea that millenials have

(A) piles of bills to pay every month, but they can use their credit cards moderately.

(B) so many bills to pay that credit card bills wouldn’t make much difference.

(C) so many bills to pay that they have to sell their belongings.

(D) so much debt to pay that they can’t afford another one.

(E) no credit cards simply because they don’t like them.

Essa questão exigia o conhecimento da exressão “can afford”que sgnifica “ter condições financeiras para algo”. Também exigia interpretação correta do texto e das frases do próprio exercicio, além dos itens gramaticais que compõem a questão.  Uma questão difícil.

 

70 In the sentence of the text “Still, there are plenty of ways millennials can build a credit history without a credit card” (lines 52 – 53), the quantifier plenty of can be replaced, with no change in meaning, by

(A) some

(B) few

(C) a few

(D) a little

(E) lots of

Questão de Quantificadores. Assunto que foi estudado em nossas aulas. Como mencionado em aula, plenty of pode indicar grande quantidade de algo, assim como lots of. Uma questão tranquila que exigiu apenas conhecimento gramatical.

 


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31 comentários

  • Priscila

    Pegaram pesado nas questões de Inglês.

  • Gabriel

    Nenhuma destas questões é passível de recurso?

  • sergio

    conseguir fazer 02 pontos em ingles. que sorte.

  • monique

    Infelizmente só consegui acertar 2 questões de inglês.

  • ismar

    dei um chutão na letra B de cima até em baixo. consegui matar uma.

  • Sylvianne

    Não pude anotar as quest~~oes, mas as que me recordo de inglês errei todas. Gostaria de saber se cabe recurso em alguma. Obrigada.

  • Alexandre

    Foi uma das que gabaritei. Sinceramente não vi nenhuma questão que cabe recurso. Ao contrario de outras questões de outras matérias, as de inglês foram bem claras nas respostas. Mas realmente não foram muito fáceis.

  • Rodrigo

    Eu também errei todas de inglês e o pior é que nas outras disciplinas fui muito bem. Seria muita sorte se tivesse uma alteração em 1 questão só de inglês.

  • juliana

    Quando visualizei o tamanho da prova de inglês, com mais de 70 linhas, eu já estava 4 horas fazendo prova, só restou chutar uma letra e torcer. Porém, chutei a letra D, danou-se , errei todas questões de inglês ! O Banco do Brasil pela primeira vez, colocaram esta matéria, foi muito injusto, ainda eram as últimas questões da prova, o raciocínio já havia evaporado ! Além disso, 5 horas de prova com redação no mesmo dia, ninguém merece …

    • André Montibeller

      Juliana, a prova realmente foi extensa, com redação e etc. No entanto, não necessariamente você deve seguir a ordem das questões. Eu, por exemplo, costumo fazer as questões mais fáceis, depois pulo para as de interpretação (daí entram português e inglês), seguindo para a redação e finalizando com as questões mais difíceis. Costuma funcionar para mim, pode ser que para você também.
      Sinto muito você ter zerado em inglês. Na próxima, tente outra estratégia menos cansativa.
      Um abraço.

    • Vicente

      realmente, não tive tempo pra analisar as questões de inglês, fui um dos três ultimos a sair, chutei tudo letra C, me ferrei, acertei 70% da prova, oxalá anulasse uma de inglês.

  • monique

    Juliana e Rodrigo.
    Tbm passei pela mesma situação em inglês. Mas utilizei um método q o professor de portugues falou na primeira aula, se não me engano. Em casos assim q não sabemos a resposta somamos a quantidade q colocamos na letra A, letra B e assimpor diante. Com isso, como coloquei poucas questões na letra E, marquei todas as 5 respostas na letra E. Assim consegui acertar 2 questões. Claro q só se devo fazer isso em último caso, é fiz em inglês pois já estava no fim e não tinha mais cabeça para desenvolver nada. Mas agora irei me preparar muito mais para o próximo concurso do Rio. Um grande abraço.

  • Karl dos santos alvim

    Pelos comentários dos concursandos, nota-se, ou conclui-se que a maior parte do povo não sabe nada de inglês. Infelizmente essas pessoas estão fora dos melhores empregos do país, não só do setor privado como do público. Podemos dizer de forma diferente, não fazem parte dos “cidadãos do mundo”. O Banco do Brasil está correto ao exigir o inglês em seus concursos,(aliás, voltou a exigir), pois é o Banco que tem a maior participação em operações no Comércio exterior. Rapaziada, um último recado: vamos aprender inglês, pois queiram ou não é a língua mais fácil de se aprender.

    • Juliana

      O cidadão do mundo ! Seu comentário é extremamente agressivo e prepotente. Depois das 4 horas de prova, mesmo eu sabendo o básico do inglês, ler um texto

      • juliana

        Enfim, um texto muito extenso para uma prova de 5 horas com redação, porém, o nível está de acordo, é o básico. Se as provas fosse em dois dias, ou com tempo no máximo de 3 horas, após esse tempo a fadiga mental é cruel…. Seria o ideal ….

    • Luciano

      Só discordo do seu comentário de que a língua inglesa é a mais fácil de se aprender. A língua Esperanto é bem mais fácil do que o inglês. É claro que o Esperanto não é cobrado em nenhum um tipo de seleção de concursos ou vestibulares no Brasil, mas, sem dúvida, é muito mais fácil do que o inglês.

    • Luciano

      Concordo com o seu comentário que é fundamental aprendermos inglês, pois, através dessa língua é possível ampliarmos o leque de oportunidades de trabalho. Só discordo da sua opinião que a língua inglesa é a mais fácil de se aprender. A língua Esperanto é bem mais fácil do que o inglês. É claro que o Esperanto não é cobrado em nenhum um tipo de seleção de concursos ou vestibulares no Brasil, mas, sem dúvida, é muito mais fácil do que o inglês.

    • helena

      Concordo com a juliana, o comentário do cidadão foi desnecessário, pois nem todos tem condições de fazer um curso de Inglês e são muito poucos os cargos de escriturário que utilizariam o inglês.

  • Monique

    Vejo de forma construtiva a opinião de Karl, Inglês é fundamental! Em uma prova como essa o básico não é o suficiente. Logo temos que aprender mesmo inglês.

  • eliza

    Gostaria de saber se eu que fiz uma prova e não fui muito bem, quisesse melhorar minha colocação e fazer a prova seguinte, poderia ou candidatos aprovados não podem fazer provas seguidas ?

    • Blog Aprova Concursos

      Olá Eliza

      Você pode participar do novo concurso, mas não há relação entre os dois certames, sairá uma nova classificação em cada prova que você prestar.

      Abs.

  • José Ramos Filho

    Também concordo em parte com a opinião de Kari. Inglês é importante, mas as outras matéria são tanto ou mais importantes que o inglês. Eu por exemplo, sou um fracasso em matemática, mas é cobrada mesmo assim. Se eu quiser aprender, vou ter que me dedicar…isto se me interessar, caso contrário, vou estudar mais outras matérias. Inglês é da mesma forma, se te interessar obter pontos nesta matéria, estude muito, ou menos se for apenas para não zerar. Não é uma obrigação, é uma opção. A língua mais fácil do planeta é aquela que você fala desde que nasceu, nunca uma outra. As outras se equivalem, pela cultura diferente, vocabulários diferentes, raízes diferentes, e muitas vezes , até formas escritas diferentes que nada tem haver com a sua língua nativa. Seja então livre e feliz em suas escolhas.

  • maria

    pessoal realmente estava cruei aquelas questões de inglês,
    eu como foi a primeira vez,serviu como aprendizado,para me preparar mais

  • Elizângela

    Fiz uma prova consideravelmente boa, bem…. até chegar na disciplina inglês. Não sei se foi o esgotamento mental, a ansiedade, seja lá o que tenha sido, o fato é que não consegui responder uma única questão da língua inglesa e sequer lembrei da tática dos desesperados: chutar em uma única letra. Resultado: zerei essa disciplina e estou desclassificada. Agora é usar a experiência de forma eficiente e estudar inglês, apesar de que está difícil de me conformar com o “quase” passei….

  • juny kp!

    sinto vergonha das pessoas que rezam por um recurso para se darem bem…. o jeitinho brasileiro né? vão estudar inglês que o pânico acaba…..

  • edison souza

    o segredo do sucesso na VIDA é DDD. Dedicação – Determinação e Disciplina

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