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Projeto de Lei pretende criar 1.827 vagas no TRT 2 (SP)

Publicado em 17 de março de 2015 por - 22 Comentários

trt 2 spA Câmara dos Deputados está analisando o Projeto de Lei 8307/2014 que propõe a criação de 1.827 vagas no Tribunal Regional do Trabalho da 2.ª Região (TRT 2) em São Paulo. A previsão é de oferta de 611 vagas por meio de concurso público e 1.216 oportunidades em cargos comissionados. Destas, 204 devem ser destinadas ao cargo de técnico judiciário (nível médio) e 407 para analistas (nível superior).

Há um concurso realizado em 2013 que ainda está em vigor e dependendo do tempo necessário para a criação das vagas e das condições financeiras, algumas oportunidades podem acabar sendo preenchidas pelos remanescentes deste certame. Na época foram oferecidas 329 vagas e ainda cadastro de reserva para os cargos de técnico e analista, com remunerações de R$ 4.635,03 a R$ 9.188,20, dependendo do nível de escolaridade.

O Projeto de Lei ainda está em fase de análise, aguardando o parecer das comissões responsáveis, para então ser encaminhado para votação em plenário. De acordo com o Tribunal Superior do Trabalho (TST), a ampliação do número de funcionários visa à adequação do quadro de pessoal do órgão às regras previstas em resoluções do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho.


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22 comentários

  • ROSE

    E por este é outro motivos que temos tanto corrupção no Brasil.
    O cargo comissionado é uma afronta aos funcionários concursados e de carreira, que precisam estudar e se esforçar
    para conseguir seus
    postos, enquanto outros apenas são indicados, muitas vezes sem mérito, para serviços similares.

  • Valéria Cristina de Andrade Antunes

    Concordo, a colega Rose pois já sou funcionária Pública Concursada e também enfrento isso, uma pessoa que não estudou ,não se esforçou como vc para passar no concurso, derepente entra para trabalhar num lugar que por vários motivos poderia ser seu, e ainda por cima ganha mais que vc e vc tem que ensinar o serviço, por que nem isso sabe fazer.

  • Everson

    Concordo com vocês , eu também sou funcionário público municipal e ganho R$ 900,00 sou obrigado a bater o ponto todo dia, e nem tenho vale refeição enquanto tem pessoas aqui que são comissionadas e ganha em torno de R$ 3.000,00 para fazer a mesma coisa que você faz e ainda nunca entra no horário certo e não sabe nem usar um computador, não bate o ponto e vai almoçar em restaurante e sai na hora que quer !!! PARABÉNS BRASIL LIXO TOTAL.

  • Renata Martins

    Bom, como ocupante de um cargo em comissão e estudiosa para concursos me permitam falar sobre o outro lado da moeda. Concordo que há muitos cargos em comissão disponibilizados sem critério com pessoas que infelizmente não sabem o que é servir ao serviço público. Mas acho um equívoco grande generalizar até porque, infelizmente, também há servidores públicos que não respeitam o cargo que tem e não executam como deveriam o trabalho.
    Vejo casos de comissionados que são contratados por critérios técnicos e executam muito bem seu trabalho, inclusive trabalhando em jornadas triplas (não vou incluir que ontem, por exemplo, trabalhei das 8h às 22h direto, sem direito a hora extra, porque comissionado está ‘a disposição’), por salário nem sempre tão atrativos. E detalhe, praticamente sem nenhum direito trabalhista, porque se não precisam mais de você, não tem Fundo de Garantia ou Seguro Desemprego que vá pagar suas contas. Ou você tem uma economia ou fica sem pagar mesmo.
    Concordo que os cargos em comissão devem e precisam ser em menor número e que devem trabalhar com seriedade, mas acho muito desagradável generalizar. Existem casos de abuso e existem casos em que são bem ocupados. Pra mim não é vantagem nenhuma (se fosse tanto assim eu não estaria estudando).
    Acho que o que temos que cobrar é a moralidade de quem quer que seja que ocupe um cargo público.

  • Everson

    Renata;

    Seu questionamento é evasivo e sem lógica dentro da questão apresentada,pois a questão de comissão como o próprio nome coloca já se faz diferenciado por apadrinhamento e não por capacidade,vejo também que seu questionamento de trabalhar determinado tem e horas a mais está relacionado ao seu grau de apadrinhamento,eu não questiono a comissão questiono a falta de critérios para a escolha dos comissionados.

    • Renata Martins

      Perdoe-me Everson, mas evasivo é tecer juízo de valor sem conhecer a realidade de cada um. Existem casos sim que o cargo em comissão não é preenchido por apadrinhamento, mas sim por qualificações técnicas. Reconheço que isso não acontece em 100% dos casos, mas foi exatamente isso que disse, que não podemos generalizar. Não tenho apadrinhamento politico. Trabalho em em uma cidade vizinha a minha, onde não voto e não tenho familiares. Fui chamada para uma entrevista após enviar um currículo, depois de ouvir que precisavam de um assessor de imprensa. E assim existe outros iguais a mim, como há também, em vários órgãos do país aqueles apadrinhados que nem aparecem para trabalhar. Eu questiono os comentários ofensivos por generalizarem. Concordo com você quando diz que é preciso ter critérios, o que infelizmente, na grande maioria das vezes não acontece. Sabemos que no Brasil, infelizmente, muitos cargos são trocados por favores políticos e que seus ocupantes nada sabem sobre o serviço público e sobre a função que deveriam exercer com responsabilidade. Meu comentário em nada foi evasivo. Deixei bem claro que concordo que existem apadrinhamentos sem critérios, mas que também há contratações por questões técnicas.
      Em todo caso, mesmo ‘apadrinhado’, indicado por alguém, o profissional pode sim ser competente e ocupar com a cargo público com dignidade. Reafirmo: o número de cargos em comissão deve sim ser limitado e acredito que deva-se pensar em uma forma de garantir que o ocupante tenha qualificação para o cargo. Só acho mais uma vez deselegante tachar as pessoas que ocupam cargo em comissão como “pessoas desqualificadas que só estão lá por apadrinhamento político”.
      Tal como seria deselegante dizer que todo funcionário público é folgado, preguiçoso e desleixado.
      Um abraço pra você e bons estudos!

  • Anderson Kohout

    Cargo Comissionado deveria ser utilizado somente para preencher vagas que exigissem sumidades em suas áreas. Por exemplo: o poder público precisa de um Arquiteto renomado para projetar um estádio poliesportivo para a Copa do Mundo. Poderia-se abrir um concurso de projetos para arquitetos, mas neste caso, queremos uma sumidade na área, então convidamos essa sumidade para este projeto específico, por exemplo, um Oscar Niemeyer. A partir do momento que se generaliza esse tipo de prática de contratação, abre-se um precedente muito perigoso que desaguará com certeza no apadrinhamento político. Se os critérios de contratação forem puramente técnicos, não há nada que me faça crer que a forma mais justa e e eficiente não seja o concurso público, já que as bancas devem ter seus métodos estudados e experimentados para selecionar os melhores, com o perfil técnico mais adequado para as funções. Generalizar a contratação por cargos comissionados, como ocorre no Brasil desde sempre, é como generalizar a dispensa de licitações pelo poder público: em primeiro lugar é injusto, pois não há competição e em segundo lugar é mais caro e a conta é paga com o dinheiro público, isto é, o nosso. No caso de tribunais, isso ainda soa como piada. Quem trabalha dentro de um Tribunal, como eu, sabe que nos gabinetes de Desembargadores e até mesmo de Juízes sobra mesmo é o nepotismo direto ou indireto. Antes o Juiz ou Desembargador contratava seus próprios parentes para seu gabinete, hoje para fugir da acusação de nepotismo, pede-se ao colega desembargador do gabinete ao lado que contrate seus filhos e, em troca se contrata os filhos de outro colega. Vejo isso diariamente, e o que se houve nos corredores é a revolta dos que gastaram sua vida em esforços para concorrer a uma vaga por meio de concurso público, recebendo ordens de pessoas, muitas vezes incompetentes e sem qualificação adequada, porém plenas de proteção política, e como os próprios juízes, praticamente inamovíveis. Concordo com a nobre colega que não se deve generalizar e que existem sim situações onde o apadrinhamento não é o critério para a contratação, mas a questão é que a generalização de tal prática sempre tenderá a este critério perverso. A esperança é que com o fortalecimento das instituições do Brasil nos últimos anos, haja visto o combate a corrução em níveis nunca antes registrados, com prisão inclusive de corruptores donos de empreiteiras, além de muitos ocupantes de cargos comissionados de empresas públicas, a questão dos cargos comissionados venha a ser cada vez mais questionada e os mesmos venham a ser utilizados com mais cautela. Pois, nada como um bom funcionário comissionado ganhando bem em troca de favores para omitir, calar ou mesmo praticar atos ilícitos, e assim servir de escudo para seus mandantes: o poderoso funcionário que o indicou, e seu corruptor, o poderoso milionário, ganharem muito se arriscando pouco. Repito, não se deve nunca generalizar, mas sim observar quais são as tendências.

  • Fernando A. M. S. Lotti

    Boa noite.
    Gostaria de receber todas as informações do referente concurso.
    Desde já grato.

  • Clara

    Olá,
    Gostaria de receber informações sobre este concurso por email.
    Obrigada!

  • jennifer.pd@hotmail.com

    sabemos o que sao” sumidades “””””.. kkk

  • Danilo

    Olá,
    Gostaria de obter maiores informações sobre esse concurso.
    Grato.

    • Blog Aprova Concursos

      Olá Danilo!
      Você já está cadastrado para receber nossos emails. Acompanhe nas redes sociais como Facebook e Youtube nossas atualizações.
      Abs.

  • Sadraque Santos

    Olá,
    Gostaria de obter maiores informações sobre esse concurso.
    Grato.

    • Blog Aprova Concursos

      Oi Sadraque,
      Cadastramos seu e-mail no blog e você receberá uma mensagem de confirmação.
      Assim, ficará por dentro de todas as notícias sobre concursos públicos.
      Abraços,

  • Mirlene

    Boa tarde

    Gostaria de receber informações sobre o concurso do TRT 2 por email.

    • Blog Aprova Concursos

      Oi Mirlene, tudo bem?
      Verificamos que seu e-mail já está cadastrado no blog.
      Assim você recebe todas as informações sobre este concurso.
      Abraços,

  • Ismael da Silva

    Boa tarde,

    Gostaria de ser atualizado por meio do meu e-mail.

    Obrigado

    Ismael da Silva

  • Diego

    Boa noite!
    Gostaria de receber atualizações sobre este concurso por e-mail.
    Obrigado !

    • Blog Aprova Concursos

      Oi Diego,
      Verificamos que seu e-mail já está cadastrado.
      De qualquer forma, você receberá uma nova mensagem de confirmação.
      Abraços,

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